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Chave Mestra

Chave Mestra

Polícia holandesa ignora provas por razões políticas e protege identidade de dois adolescentes suspeitos de violar e assassinar duas adolescentes

Polícia holandesa ignora provas por razões polí

 

As duas raparigas de 14 anos, Savannah Dekker e Romy Nieuwburg, viajavam da escola para casa de bicicleta quando foram violadas e mortas, no dia 1 e 2 de Junho respectivamente, em locais separados por apenas 15km dentro do concelho de Amersfoort.

 

No dia 31 de Maio uma rapariga de 17 anos a viajar de bicicleta em Bunschoten, concelho de Amersfoort, tinha sido perseguida por um carro preto pequeno com alguém com barba lá dentro, de acordo com a descrição que fez à polícia.

 

No dia 3 de Junho uma rapariga de 12 anos que viajava de bicicleta em Soest, concelho de Amersfoort, foi perseguida por um Volkswagen Golfo preto com um homem de pele escura e cabelo encaracolado, segundo a descrição de testemunhas a quem a rapariga pediu ajuda e que falaram ao o jornal holandês AD.

 

Na altura houveram relatos nas redes sociais de o mesmo ter acontecido a raparigas em Spakenburg e Soest segundo o NLTimes, e a polícia admitiu então ao jornal AD ter conhecimento do que se estava a passar.

 

Todos estes incidentes tiverem lugar numa área com um raio de cerca de 10 km dentro do concelho de Amersfoort. Mesmo assim a polícia local foi rápida a dizer que os crimes não têm ligação e não divulgou o nome ou aparência dos dois suspeitos que apreendeu de violar e assassinar as duas adolescentes. Apenas reportou que um tinha 14 anos, morava em Ede e era colega de escola de Romy, e outro tinha 16 anos, morava em Den Bosch e conhecia Savannah através das redes social.

 

Nenhum motivo ou descrição de como os crimes foram cometidos foram dados.

 

O autarca da cidade Melis van de Groep disse estar "aliviado" pelos crimes não estarem relacionados, segundo o NLTimes, e que "Não há ninguém a agredir raparigas de bicicleta aleatoriamente".

 

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Ex-Conselheiro Científico do Departamento de Defesa diz que EUA não têm provas concretas de que governo sírio foi responsável pelo ataque químico de Idlib na Síria

Ex-Conselheiro Científico do Departamento de Defe

 

Em 3 relatórios (postol-report-1,postol-report-2,postol-report-3) publicados a 17 de Abril por Theodore Postol, especialista em armas químicas do Instituto de Tecnologia do Massachusetts, pode-se lêr que a conclusão do especialista é a de que o ataque químico de dia 4 de Abril em Idlib na Síria foi encenado e que provas indicam que terroristas da Al-Nussra (Al-Qaeda), e não o governo sírio, estiveram por detrás do ataque, ao contrário daquilo que o governo americano disse na altura e continua a dizer.

 

"Eu analisei o documento (da Casa Branca) cuidadosamente, e acredito que é possível demonstrar, sem dúvida, que o documento não apresenta qualquer prova que o Governo dos EUA tem conhecimento concreto que o Governo da Síria foi a origem do ataque químico em Khan Sheikoun, Síria aproximadamente entre as 6 e as 7 da manhã no dia 4 de Abril de 2017."

"De facto, provas centrais citadas no documento (fotografias tiradas por indivíduos no terreno) apontam para um ataque que foi executado por indivíduos no terreno, não num avião, na manhã de 4 de Abril."

 

Diz que a análise feita no documento ás fotografias do local é incompetente e conclui:

 

"Todos estes erros altamente amadores indicam que o relatório da Casa Branca, tal como o anterior relatório da Casa Branca de Obama (de Ghouta em 2013), não foi apropriadamente verificado pela comunidade dos serviços de informação como foi dito."

 

Diz que apesar de a comunidade dos serviços de informação ter uma alta capacidade de análise, ultimamente essas análises estão a tomar lados políticos e a corromper as análises da informação. E este documento, tal como o de 2013, é prova disso.

 

O ataque químico de 4 de Abril em Idlib na Síria aconteceu numa altura em que os terroristas (Estado Islâmico, Al-Qaeda e outros) que o governo sírio está a combater estavam finalmente a começar a perder terreno devido ás ordens de Donald Trump de eliminar o Estado Islâmico, algo que Obama se recusou a fazer.

 

Aconteceu também numa altura em que o Secretário de Estado dos EUA Rex Tillerson tinha acabado de considerar que não era uma prioridade do governo americano substituir o governo sírio.

 

O governo sírio antes do ataque de dia 4 de Abril tinha já também recebido um ultimato dos EUA em relação ao uso de armas químicas. E os terrorista já tinham sido anteriormente apanhados em flagrante a lançar ataques químicos para incriminar o governo sírio.

 

Todos estes factos tornam altamente improvável que o governo sírio tenha sido o responsável pelo ataque e altamente provável que tivessem sido os terroristas. Mas tanto o governo americano como a comunicação social continuam inclinados em acusar o governo sírio mesmo sem terem provas concretas e quando essa possibilidade é um contra-senso.

Google está a censurar notícias que expõem crimes e corrupção em governos e na comunicação social

Google está a censurar notícias que expõem crim

 

No dia 17 de Abril o advogado e jornalista de investigação Mike Cernovich disse à Infowars, organização de notícias independente, que uma das suas fontes que trabalha para a "integridade de motores de busca" disse que todos os sub-contratados da Google receberem ordens da Google para classificar artigos de notícias publicados por certas organizações de notícias como páginas de fraca qualidade mesmo que fossem artigos com notícias correctas ou confirmadas.

 

Esta acção impede os artigos de aparecerem no topo dos resultados de pesquisa da Google. Os alvos deste ataque por parte da Google são organizações independentes de notícias mundialmente populares como a Infowars que expõem crimes e corrupção ao mais alto nível e mostram o outro lado da narrativa que a comunicação social corporativa tenta impingir-nos e que constantemente é baseada em mentiras e desinformação.

 

Uma das razões que a Google deu aos seus sub-contratados para tal censura foi, por exemplo, o facto de a Infowars ter noticiado declarações dos presidentes russo e sírio e do antigo Congressista Ron Paul em que dizem que o ataque químico de dia 4 de Abril em Idlib na Síria não foi cometido pelo governo sírio mas sim por terroristas que tentavam incriminar o governo sírio.

 

O presidente dos EUA Donald Trump reagiu na altura ao suposto ataque químico por parte do governo sírio bombardeando um aeroporto militar sírio de onde disse ter vindo o ataque e onde estariam armazenadas armas químicas.

 

As declarações dos presidentes russo e sírio de que terroristas tinham sido responsáveis pelo ataque químico foram também noticiadas por outras organizações de notícias como a CNN. Mas ao contrário da Infowars, a CNN não foi alvo de censura por parte da Google. Ou seja, a Google está a classificar a qualidade dos artigos de notícias não pelo conteúdo dos artigos em si mas pela entidade que os publica.

 

No dia seguinte à revelação vinda da fonte de Mike Cernovich ter sido anunciada, a Google disse não ter dado ordens de censura e que tais ordens foram dadas por uma entidade isolada que decidiu por si mesma dar a ordem de descriminar e censurar certos sítios de notícias da internet que apresentam uma narrativa diferente daquela da comunicação social corporativa.

 

Entretanto a censura da Google através de algoritmos continua, segundo a Infowars.

Tribunal Supremo considera constitucional ordem executiva de Trump que proíbe entrada nos EUA de pessoas originárias de 6 países de risco de terrorismo islâmico - comunicação social ignora

Tribunal Supremo considera constitucional lei exec

 

Depois de ter noticiado com destaque sempre que a ordem executiva foi barrada por tribunais menos importantes e motivados por política e não pela lei constitucional, a comunicação social nem sequer noticia agora que o Tribunal Supremo (todos os seus 9 juízes) aprovou e considerou constitucional a ordem executiva de Trump que proíbe a entrada nos EUA de pessoas originárias de 6 países considerados de risco de terrorismo islâmico e onde o sistema de verificação de pessoas não é eficaz.

 

A comunicação social mostra deste modo a sua clara intenção de criar a imagem não só de que Trump é um falhado, mas também que não quer cumprir as leis do país e até é um racista. Isto já que a comunicação social também se referiu sempre à ordem executiva como uma proibição de entrada nos EUA de pessoas de países muçulmanos, quando a ordem executiva refere claramente que se aplica a 6 países anteriormente classificados pela administração do anterior presidente Obama como países de risco de terrorismo e onde o processo de verificação de pessoas não era eficaz.

 

Estes são também países de onde já tinham viajado para os  EUA inúmeras pessoas com ligações ao terrorismo, algumas delas ainda em local desconhecido segundo o Departamento de Estado de Obama que admitiu não saber da localização de 9500 pessoas a quem deu visto de residência e posteriormente descobriu terem ligações terroristas.

 

Esta ordem executiva de Donald Trump é a mesma que Obama emitiu mas que apenas se aplicava ao Iraque. Na altura nem os tribunais se opuseram nem a comunicação social chamou à ordem executiva uma proibição de pessoas originárias de um país muçulmano.

 

Obama também não foi na altura criticado pela comunicação social por ter permitido um sistema de verificação ineficaz de pessoas originárias de países que considerava serem de risco de terrorismo, países os quais estava a bombardear, e que resultou na entrada nos EUA de pessoas com ligações ao terrorismo que continuam até hoje em local desconhecido.

 

Caso o presidente dos EUA desejasse impedir a entrada no país de pessoas estrangeiras muçulmanas, a lei constitucional também permitiria isso, já que estipula claramente que o presidente tem o poder de impedir a entrada no país a qualquer pessoa ou grupo de pessoas estrangeiras.

 

A comunicação social nunca noticiou este facto. Tal como também nunca noticiou que a proibição não é permanente mas sim temporária e que estará em vigor até que os EUA sejam capazes de implementar nesses 6 países de risco de terrorismo um sistema eficaz de verificação de pessoas.

Comunicação social critica Trump por tudo menos por dar apoio aéreo militar a terroristas na Síria e Iémen

Comunicação social critica Trump por tudo menos

 

Desde que Donald Trump tomou posse em Janeiro, já por duas vezes as forças militares americanas presentes na Síria atacaram forças militares do governo sírio, ou suas aliadas, cometendo uma série de crimes de guerra ao invadir e atacar um país que não está a atacar nenhum país aliado dos EUA e que está até a lutar contra o terrorismo islâmico, incluindo o Estado Islâmico e a Al-Qaeda.

 

Os dois ataques aconteceram a 17 de Maio em al-Tanf, resultando num número de militares mortos incerto enquanto se encontravam em missão de reconhecimento e ignoraram os avisos americanos de não se aproximarem da sua base militar na fronteira com a Jordânia, e a 18 de Junho perto de Raqqa, resultando na destruição de um avião militar sírio (piloto ejectou-se e está desaparecido em território do Estado Islâmico) enquanto se encontrava em missão aérea contra o grupo terrorista Estado Islâmico segundo o governo russo, o que foi desmentido pelo governo americano que diz que o avião sírio largou bombas perto de combatentes apoiados pelos EUA, e que os mesmos combatentes já tinham sido atacados e feridos duas horas antes por forças terrestres pro-sírias.

 

A comunicação social, que se tem mostrado altamente crítica de Trump e até tem recorrido a mentiras para denegrir a sua imagem, ao ignorar estes acontecimentos parece estar de acordo com os crimes de guerra que os EUA sob Trump têm cometido na Síria contra o governo sírio, e com a protecção que as forças militares americanas têm desta maneira dado aos grupos terroristas que estão a invadir a Síria e que foram treinados, financiados e apoiados pela anterior administração do presidente Barack Obama.

 

No Iémen a situação é semelhante, com os EUA a lutarem ao lado da Arábia Saudita, o maior financiador e exportador de terrorismo islâmico (incluindo a Al-Qaeda que atacou os EUA no 11 de Setembro e o Estado Islâmico que é responsável pela maioria dos atentados terroristas na Europa e EUA), contra o governo do Iémen que tal como a Síria está no meio de uma dura luta contra grupos terroristas dentro do seu país, incluindo a Al-Qaeda.

 

Neste cenário de guerra os EUA sob Donald Trump já efectuaram mais de 50 raides militares aéreos.

 

Uma proposta-lei foi introduzida pela Congressista Tulsi Gabbard para proibir o apoio dos EUA a terroristas. Recentemente essa proposta-lei chumbou com o voto a favor de apenas 13 Congressistas de um total de 435.

Procuradora-Geral de Obama investigada por alegada obstrucção à justiça durante investigação aos emails de Hillary Clinton - comunicação social ignora

Procuradora-Geral de Obama investigada por alegada

 

Ao contrário daquilo que acontece com qualquer investigação sobre alegada interferência russa nas eleições presidenciais nos EUA com a intenção de eleger Donald Trump que recebe imediato destaque por parte da comunicação social portuguesa, qualquer investigação ou denúncia de crimes cometidos por Hillary Clinton, ou envolvendo Hillary Clinton, é completamente ignorada.

 

Durante a sua última audiência perante o Senado norte-americano, o ex-director do FBI James Comey disse que Loretta Lynch, a procuradora-geral da administração de Barack Obama, lhe pediu durante as eleições presidenciais para chamar à investigação aos emails da candidata Hillary Clinton um "assunto" em vez de uma "investigação". Pedido ao qual Comey obedeceu.

 

O ex-director do FBI James Comey já tinha admitido há cerca de um ano, a meio das eleições presidenciais nos EUA, que a candidata Hillary Clinton tinha cometido vários crimes ao utilizar servidores privados para guardar documentos do Estado enquanto Secretária de Estado, incluindo documentos confidenciais, mas que não o tinha feito intencionalmente. Isto apesar de Hillary ter apagado permanentemente emails confidenciais desses servidores após estes terem sido requisitados pelo FBI, e depois de Hillary ter dito sob juramento que entregou todos os documentos do Estado que estavam nesses servidores e que apenas tinha utilizado um servidor, o que já foi comprovado ser mentira.

 

Na altura o ex-director do FBI James Comey tinha o poder de iniciar uma acusação contra Hillary, isto porque a procuradora-geral Loretta Lynch se tinha dito que iria seguir qualquer que fosse a recomendação do FBI por ter recebido o marido de Hillary Clinton, Bill Clinton, no seu avião particular num aeroporto em Phoenix dois dias antes de Hillary ter sido interrogada pelo FBI.

 

Este encontro apenas se tornou do conhecimento público porque um dos muitos jornalistas presentes no aeroporto, que presenciaram a entrada de Bill Clinton no avião de Loretta Lynch, ignorou as ordens criminosas dos agentes do FBI e serviços secretos no local de não filmar ou fotografar o ex-presidente dos EUA e marido de Hillary Clinton, Bill Clinton, a entrar no avião privado de Loretta Lynch.

 

Agora a investigação à antiga procuradora-geral Loretta Lynch, a ser conduzida pelo Senado, vai finalmente averiguar se houve ou não obstrucção à justiça por parte de Loretta Lynch durante todo este episódio em que Hillary Clinton foi claramente protegida apesar de ter cometido crimes como o próprio ex-director do FBI admitiu mas considerou não ter havido intenção.

 

A comunicação social portuguesa está a ignorar completamente esta notícia, tal como tem ignorado durante todo este tempo todas as notícias relacionadas com este caso ou que sejam negativas para Hillary Clinton ou Barack Obama.

Homem que disparou contra congressistas republicanos nos EUA declarou que é altura de destruir Trump e companhia - comunicação social ignora

Homem que disparou contra congressistas republican

 

A comunicação social e a indústria do entretenimento já normalizaram a ideia de matar Trump e os pedidos para matar Trump. Nas redes sociais essa ideia também já se tornou socialmente aceitável e as ameaças e desejos de morte são abundantes, constantes, e não são investigadas.

 

Agora uma delas transformou-se em acção depois de um apoiante do Partido Democrata, James T. Hodgkinson, ter tentado alvejar congressistas do Partido Republicado, deixando um deles em estado crítico e alvejando mais dois civis e dois polícias antes de ter sido abatido.

 

Hodgkinson tinha exprimido abertamente nas redes sociais, tal como muitos outros milhares de pessoas, que é altura de destruir Trump e companhia.

 

O atirador tinha também expressado nas redes sociais a sua opinião de que Trump era um traidor, uma narrativa que a comunicação social, o Partido Democrata e certas pessoas em dentro das agências de espiões americanas têm tentado impingir à população mundial sem qualquer prova que apoie tal narrativa, isto de acordo até com o recente testemunho do ex-director do FBI James Comey.

 

A CNN, uma organização de notícias anti-Trump, recorreu ao testemunho de um conhecido do atirador para insinuar que o atirador não era uma má pessoa e apenas estava farto das políticas de Trump, tentando assim de certa maneira justificar e validar a tentativa de homicídio por motivações políticas, o que é uma definição de terrorismo.

 

A comunicação social corporativa está a ignorar toda esta informação.

Comunicação social continua a ignorar declarações do ex-director do FBI de que Trump não ordenou paragem de qualquer investigação e noticia o contrário

Comunicação social continua a ignorar declaraç

 

O ex-director do FBI James Comey admitiu recentemente sob juramento perante o Senado americano que Trump não lhe ordenou que parasse qualquer investigação. Disse até se mostrou de acordo com a investigação ao alegado envolvimento do governo russo nas eleições presidenciais americanas.

 

Mesmo assim a comunicação social portuguesa, outra vez recorrendo a fontes anónimas do Washington Post que constantemente se revelam ser fontes de informação falsa, diz que Trump está sob investigação por obstrução à justiça ao mesmo tempo que nos esconde e se recusa a noticiar muita da informação sobre este caso.

 

Está dentro dos poderes do presidente parar ou iniciar qualquer investigação.

 

Se o memorando de James Comey reflecte o que Trump realmente lhe disse, então nem sequer houve uma ordem ou pedido para parar qualquer investigação.

 

Trump disse durante a conferência de imprensa com o presidente romeno na Casa Branca que Comey mentiu sobre o que Trump lhe disse e que em breve irá divulgar as gravações das conversas privadas.

 

Comey disse que apesar de as palavras do presidente Trump não serem uma ordem, ele interpretou-as como tal. Mas depois não reportou isso mesmo ao Departamento de Justiça, o que viola duas leis.

 

Comey admitiu durante a audiência perante o Senado que o facto de ter sido despedido não vai afectar a investigação do FBI sobre possíveis ligações entre membros da campanha de Trump e o governo russo.

 

Comey admitiu sob juramento que a ex-procuradora geral Loretta Lynch lhe pediu para chamar à investigação sobre os emails de Hillary Clinton de "assunto" em vez de "investigação", ao que Comey obedeceu, e o que representa obstrução à justiça.

 

Quando Hillary Clinton mentiu sob juramento que só tinha utilizado um servidor privado para documentos do Estado, que não tinha enviado documentos confidenciais para esses servidores privados, e que não tinha eliminado emails do Estado no seu servidor privado, nenhuma acusação foi feita sobre obstrução à justiça por parte do FBI ou da comunicação social corporativa em geral.

 

O procurador especial nomeado pelo ex-director do FBI para investigar as ligações entre a Rússia e membros da campanha de Trump é Robert Mueller, director do FBI sob Obama e Bush, e amigo pessoal do ex-director do FBI James Comey. Isto significa que Mueller está encarregue de investigar um amigo pessoal, já que Comey é um dos intervenientes dos acontecimentos e acusações, e isto possivelmente viola duas leis.

 

Das pessoas que Mueller escolheu para a sua equipa, 3 são contribuintes financeiros do Partido Democrata, e de Hillary e Obama em particular, o que faz deles elementos anti-Trump, e um deles foi até advogado da Fundação Clinton, o que faz dele também um elemento anti-Trump.

 

A idoneidade do ex-director Comey também não tem sido examinada pela comunicação social apesar de existirem inúmeras razões para o fazer.

 

Quando Bill Clinton recorreu a esquemas ilegais no mercado imobiliário para obter 850 mil dólares que usou para financiar a sua campanha para o Senado, num escândalo conhecido pelo nome "Whitewater", o então Director Assistente do inquérito James Comey assegurou-se que Bill Clinton não seria acusado.

 

Quando a empresa de armamento e pesquisa cientifica/militar Lockheed Martin, com um longo relacionamento com o governo americano, foi apanhada a violar leis e a roubar o Estado americano, o então procurador James Comey assegurou-se que a empresa pagaria multas mas que ninguém iria para a prisão. Em troca, a Lockheed Martin pagou a James Comey 6 milhões de dólares.

 

Quando Marc Rich foi acusado de lavar centenas de milhões de dólares e fugiu do país, e a sua ex-esposa em seguida afunilou milhões para o Partido Democrata, para a campanha de Hillary em 2000 e para a Biblioteca Clinton, resultando num perdão presidencial de Bill Clinton a Marc Rich, o então procurador James Comey assegurou-se que nem Marc Rich nem Bill Clinton fossem levados a tribunal.

 

Quando o banco HSBC foi apanhado a lavar centenas de milhares de dólares, o então procurador James Comey assegurou-se que o banco pagaria uma multa mas que ninguém iria para a prisão. Em troca, foi contratado pelo banco.

 

Quando Sandy Berger, Conselheiro de Segurança Nacional de Bill Clinton, foi apanhado a roubar documentos dos arquivos do Estado americano que provam como Bill Clinton intencionalmente deixou Osama Bin Laden fugir, o então procurador James Comey assegurou-se que Sandy Berger não seria alvo de nenhuma acusação.

 

Quando o director do FBI James Comey admitiu, a meio da última corrida presidencial nos EUA, que Hillary Clinton cometeu crimes ao utilizar servidores privados para guardar documentos confidenciais do Estado enquanto Secretária de Estado, e que mentiu sobre ter entregue todos os documentos do Estado ao FBI e que contratou uma empresa para eliminar documentos confidenciais do Estado permanentemente, James Comey disse que Hillary fez tudo isto sem intenção e por isso não iria ser acusada.

 

Desde que Trump se tornou presidente dos EUA em Janeiro, James Comey tem-se recusado a investigar a administração Obama por ter "desmascarado" ilegalmente pessoas americanas captadas em escutas telefónicas e ter espiado milhares de americanos ilegalmente, incluindo Trump e a sua campanha presidencial.

 

Tem-se recusado a investigar também o caso Seth Rich, que é o provável ladrão dos emails do Partido Democrata, e não os russos. Seth Rich era o chefe do departamento de expansão de dados eleitorais do Partido Democrata quando, há cerca de um ano, foi assassinado cerca de duas semanas antes de a Wikileaks publicar os emails do Partido democrata que desvendaram corrupção e crimes dentro do partido e da campanha de Hillary Clinton. O caso de Seth Rich tem estado em aberto desde então.

 

Há poucas semanas Rod Wheeler, o investigador privado e ex-detective de homicídios contratado pelos pais de Seth Rich, disse à comunicação social que recebeu informação dentro do departamento de polícia de Washington D.C. que foram ordenados a não investigar o caso. Disse também que recebeu informação de um agente do FBI que o FBI, menos de 4 dias após a morte de Seth Rich, analisou o computador de Seth Rich e descobriu contactos entre Seth Rich e a Wikileaks.

 

James Comey estava também a recusar-se a investigar as redes de pedofilia que estão a ser desmanteladas a um ritmo nunca antes visto desde que Trump tomou posse como presidente, com mais de 10 mil presos até ao momento e centenas de crianças resgatadas.

Polícia protegeu grupo terrorista comunista ANTIFA que perturbou protestos contra lei sharia nos EUA

Polícia protege grupo terrorista comunista ANTIFA

 

Vários vídeos disponíveis na internet filmados por organizações de notícias independentes mostram como membros do grupo terrorista comunista ANTIFA foram permitidos pela polícia agredir pessoas que no dia 10 deste mês protestavam nos EUA contra uma lei islâmica opressiva, pedofílica, intolerante, discriminatória e bárbara chamada lei sharia.

 

A polícia protegeu o grupo terrorista e ignorou inúmeros actos de violência deste contra os protestantes, tendo apenas feitos uma pequena fracção de apreensões relativamente aos crimes que, como está documentado por vários vídeos, assistiram em primeira mão e de muito perto.

 

Nova Iorque, Austin e Seattle são apenas alguns dos locais bem documentados onde as polícias locais protegeram o grupo terrorista ANTIFA e permitiram que este cometesse crimes violentos contra protestantes.

 

O grupo terrorista ANTIFA habitualmente veste-se de preto, de cara tapada, e acredita que qualquer homem, mulher ou criança que apoie um sistema político diferente do comunismo ou socialismo extremo deve ser atacado violentamente. Muitos dos seus elementos culpam também o homem branco por todos os males no mundo, uma narrativa que está a ser endoutrinada nos estudantes universitários nos EUA pelos seus professores que são hoje maioritariamente comunistas.

 

Este grupo terrorista é financiado, entre outros outras entidades, por grupos da Fundação Open Society de George Soros, um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) que financia grupos que criam movimentos de divisão social um pouco por todo o mundo e que, em ocasiões, já resultaram no derrube de governos, como recentemente na Ucrânia onde o próprio George Soros admitiu à CNN que os seu grupos tiveram um papel importante.

 

Apesar de estar já há meses a comparecer em locais onde estejam presentes apoiantes de Donald Trump em grande número para os agredir e destruir propriedade privada, em Portugal a comunicação social recusa-se a dar cobertura a este grupo terrorista comunista e anti-Trump e escolhe em vez dar destaque a qualquer acto violento cometido por qualquer pessoa que apoie o nacionalismo ou figura nacionalista como Donald Trump.

 

A comunicação social nos EUA tem também ignorado este grupo terrorista, a violência que comete, e noticiou os protestos anti-lei sharia de dia 10 como protestos anti-muçulmanos, apesar de muitos muçulmanos rejeitarem a lei sharia, especialmente aqueles que vivem nos EUA.

Marcelo Rebelo de Sousa admite que nos quer pobres, ignorantes e submissos a políticos não eleitos pelo povo

Marcelo Rebelo de Sousa admite que nos quer pobres

 

Com um jogo de palavras que utiliza como um clássico agente militar do Vaticano para nos manipular, Marcelo Rebelo de Sousa no Dia de Portugal tentou criar a impressão de que é a favor da independência e liberdade dos portugueses. quando o que se tem registado é exactamente o contrário.

 

Isto porque Marcelo é a favor da União Europeia, um sistema que obriga os seus países-membros a serem governados por um corpo legislativo não eleito pelo povo que cria a maioria das leis adoptadas pelos países-membros chamado Comissão Europeia - o voto do Parlamento Europeu eleito pelo povo é meramente consultivo/cerimonial.

 

"10 de junho, dia de Portugal. De um Portugal que sabemos ser passado mas que queremos futuro independente e livre. Independente do atraso, da ignorância, da pobreza, da injustiça, da dívida, da sujeição."

 

Não somos independentes de nenhum destes aspectos e todos eles têm aumentado desde que Portugal aderiu à União Europeia.

 

"Livre da prepotência, da demagogia, do pensamento único, da xenofobia e do racismo."

 

Mas não livres de escolher-mos o nosso caminho e escolher-mos quem nos representa para escrever e votar nas leis aplicadas no nosso país.

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