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Chave Mestra

Chave Mestra

Parlamento une-se para nos obrigar a ser-mos clientes de bancos para poder-mos efectuar ou receber pagamentos de valor igual ou superior a 3 mil euros

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Ao terem aprovado ontem a lei que nos vai obrigar a ser-mos clientes de um banco se quiser-mos ter o direito de efectuar ou receber pagamentos de valor igual ou superior a 3 mil euros, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português mostram como, apesar de terem a imagem de serem contra os monopólios dos bancos, querem na verdade que os bancos tenham supremacia sobre as pessoas e que as pessoas não tenham o direito e a liberdade de escolher o seu método de pagamento ou cobrança ou que tenham liberdade de associação.

 

A lei teve apenas a oposição por parte do CDS-PP e do PAN, o que significa que no que toca a tirar direitos e liberdades aos cidadãos portugueses não parece existir direita e esquerda ou côr política.

 

O voto do CDS aparenta ser apenas para enganar os portugueses já que o seu voto contra não faz diferença nenhuma e o partido já tinha mostrado ser contra o dinheiro em papel quando sugeriu acabar com as notas de 500 euros.

 

O fim do dinheiro em papel já vinha sendo anunciado pelos bancos centrais (bancos privados com o poder de fazer política monetária, regular bancos e estabelecer taxas de juro e cujos donos são protegidos pela anonimidade), como o Banco Central da Escócia, e também pelo Fórum Económico Davos sem que qualquer alarme tivesse sido soado pela comunicação social ou líderes políticos ou sociais que deviam defender o interesse público.

 

Também os ministros das finanças e governadores dos bancos centrais da Alemanha e França já tinham sugerido um limite em toda a União Europeia de 5 mil euros para transacções com dinheiro.

 

Para além de Portugal, outros países já estão também a impôr limites. Em França o limite é 5 mil euros, em Itália mil euros, e em Espanha 1,5 mil euros.

 

Depois destas leis terem passado é de esperar o fim do dinheiro em papel a qualquer momento, como sugerido pelos bancos centrais privados e pelas elites do Fórum Davos, e com ele o fim da liberdade de associação na europa e a consolidação total do poder dos bancos europeus no que toca ao comércio e transacções de bens e serviços na europa, ficando os europeus obrigados a serem clientes de bancos, e dependentes da sua permissão, para poderem sobreviver.

 

Tudo isto está a ser feito em nome de combater o terrorismo e está a ser executado pelos mesmos governos e elites financeiras, como as que frequentam o Conselho de Relações Estrangeiras, que têm sido apanhados a financiar e a pedir o financiamento de terroristas islâmicos no médio oriente que agora penetram a Europa e os EUA.

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo comunista terrorista que financia e que cometeu violência e destruição antes e durante o G20 em Hamburgo

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo

 

Apesar dos cânticos comunistas vindos do principal grupo responsável pela violência e destruição antes e durante a cimeira do G20 em Hamburgo, o ministro do interior alemão escolheu compará-los a neonazis ignorando que são admitidos terroristas comunistas.

 

O ministro alemão protege assim o grupo comunista terrorista ANTIFA ao propositadamente desviar a atenção para outros grupos autoritários como os neonazis e terroristas islamitas, e ao propositadamente ignorar que foi o grupo comunistas terrorista ANTIFA o principal responsável pela violência e destruição durante os recentes protestos violentos anti-Trump nos EUA e agora durante a cimeira do G20 em Hamburgo, Alemanha.

 

O ministro protege assim também o financiador deste grupo comunista terrorista, o multimilionário e admitido colaborador nazi George Soros (60 Minutos), que através dos seus grupos financiados pela sua Fundação Open Society tem fomentado divisão social em vários países por todo o mundo que em alguns casos tem resultado até no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seu grupos tiveram um papel importante.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA, vestido de preto e de cara tapada, foi o principal grupo responsável pela violência e destruição antes e durante a cimeira do G20 em Hamburgo na passada sexta-feira como está documentado em inúmeras gravações feitas no local disponíveis no Youtube e que em alguns casos foram até publicadas por organizações de notícias corporativas.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA agrediu indiscriminadamente polícias (ferindo mais de 400) e jornalistas independentes no local (os únicos com a coragem e seriedade de noticiar e filmar os acontecimentos no terreno), destruiu propriedade privada e pública, e fê-lo, segundo o grupo, em nome do anti-capitalismo, anti-fascismo e anti-nazismo.

 

A comunicação social portuguesa escolheu esconder-nos toda esta informação, e desse modo proteger também George Soros e os seus grupos terroristas comunistas.

 

Algumas organizações da comunicação social portuguesa, como o Diário de Notícias e A Bola, foram também capaz de escrever no título da notícia (semelhante ao título utilizado por todas as organizações de notícias portuguesas) que o ministro comparou os protestantes violentos com "terroristas" quando o ministro os comparou com "terroristas islamitas". As restantes organizações de notícias portuguesas optaram por não incluir sequer a palavra "terroristas" no título e incluir apenas a palavra "neonazis". Isto mostra também uma clara intenção por parte da comunicação social portuguesa de evitar falar em terrorismo islâmico e manter-nos ignorantes sobre esse assunto.

 

Ministro alemão protege colaborador nazi e grupo

 

Comunicação social volta a proteger colaborador nazi e grupo comunista terrorista que financia e que cometeu violência e destruição antes e durante o G20 em Hamburgo

Comunicação social volta a proteger colaborador

 

A comunicação social continua a proteger o grupo comunista terrorista ANTIFA ao recusar-se a noticiar que foi este o principal responsável pela violência e destruição durante os recentes protestos violentos anti-Trump nos EUA e agora durante a cimeira do G20 em Hamburgo, Alemanha.

 

Este grupo comunista terrorista é financiado pelo multimilionário e admitido colaborador nazi George Soros (60 Minutos) que através dos seus grupos financiados pela sua Fundação Open Society tem fomentado divisão social em vários países por todo o mundo que em alguns casos tem resultado até no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seu grupos tiveram um papel importante.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA, vestido de preto e de cara tapada, foi o principal grupo responsável pela violência e destruição antes e durante a cimeira do G20 em Hamburgo na passada sexta-feira como está documentado em inúmeras gravações feitas no local disponíveis no Youtube e que em alguns casos foram até publicadas por organizações de notícias corporativas.

 

O grupo comunista terrorista ANTIFA agrediu indiscriminadamente polícias (ferindo mais de 400) e jornalistas independentes no local (os únicos com a coragem e seriedade de noticiar e filmar os acontecimentos no terreno), destruiu propriedade privada e pública, e fê-lo, segundo o grupo, em nome do anti-capitalismo, anti-fascismo e anti-nazismo.

 

Além das agressões indiscriminadas contra polícias, o grupo também perseguiu e ameaçou de morte os jornalistas independentes Luke Rudkowski, Max Bachmann, e o jornalista Marcus DiPaola da Heavy.com.

 

Luke Rudkowski, Max Bachmann, e outros dois jornalistas que não chegaram a ser agredidos, Lauren Southern e Tim Pool, tornaram-se alvo do grupo ANTIFA quando o jornalista Soren Kohlhuber, credenciado para noticiar dentro da cimeira G20, publicou na sua conta do Twitter e partilhou com contas associadas ao grupo ANTIFA uma fotografia dos 4 jornalistas em Hamburgo e classificou-os de fascistas sem apresentar quaisquer provas.

 

Lauren Southern e a sua equipa já tinham sido recentemente agredidos em Londres por membros do grupo ANTIFA em frente à polícia que escolheu não fazer nada. A deliberada inoperância por parte da polícia em relação à violência e agressões do grupo ANTIFA tem-se registado também em algumas cidades dos EUA.

New York Times admite que afinal apenas 4, e não 17 agências de espiões americanas, concordaram que a Rússia tentou influenciar eleições presidenciais americanas - comunicação social ignora

New York Times admite que afinal apenas 4 e não 1

 

O New York Times, uma das organizações de notícias corporativas que tem propagado a notícia sobre a opinião unânime das 17 agências de espiões americanas que depois é repetida pela comunicação social corporativa portuguesa, admitiu no dia 29 de Junho que essa notícia é falsa e que o relatório em que se baseia diz que apenas 3 agências dos serviços de informação (FBI, CIA e NSA) e o ex-director dos Serviços de Informação Nacionais James Clapper (o homem que criou a mentira das armas de destruição massiva no Iraque) concluíram que o governo russo tentou influenciar as eleições presidenciais norte-americanas de modo a eleger Donald Trump. Isto já tinha sido admitido pelo próprio James Clapper perante o Senado em Maio mas também na altura a comunicação social escolheu esconder-nos a informação.

 

A União Europeia, quase toda a Europa, o Vaticano, a Arábia Saudita (que publicamente admitiu ter financiado campanha de Hillary Clinton), a China, o México, o Canadá e muitos outros tentaram publicamente influenciar as eleições americanas contra Donald Trump, tentando até retratar Trump como racista e nazi sem apresentar quaisquer provas que suportassem tais acusações, mas absolutamente nenhum relatório foi escrito por analistas dos serviços de informação americanos a referir isso nem nenhuma organização de notícias corporativa acusou esses governos de estarem a tentar influenciar as eleições de modo a ajudar Hillary Clinton, a rival de Trump nas eleições.

 

A comunicação social portuguesa, depois de por várias vezes ter recorrido à notícia falsa de que 17 agências de espiões americanas acreditam que a Rússia interferiu nas eleições americanas para ajudar Trump, agora ignora completamente quando até o New York Times admite que notícia estava errada, provando que a sua intenção não é informar os portugueses mas sim fazer-nos acreditar na narrativa de que Trump é um agente russo apesar de não existir nenhuma prova disso após quase um ano de investigações federais sobre alegadas ligações entre membros da campanha presidencial de Trump e o governo russo. E mesmo depois de o ex-director do FBI James Comey ter sido forçado a admitir no mês passado perante o Senado americano que Trump nunca esteve sob investigação. Todos estes são factos que a comunicação social portuguesa também escolheu não noticiar com o claro intuito de nos fazer acreditar que Trump é um agente russo.

Comissário Nacional da Polícia Sueca pede ajuda ao governo perante incapacidade para lidar com rápida escalada de violência

Comissário Nacional da Polícia Sueca pede ajuda

 

As zonas interditas (zonas onde a polícia não entra devido a violência extrema) na Suécia passaram de 55 para 61 no espaço de apenas um ano. A maioria são zonas habitadas principalmente por migrantes, segundo o jornal sueco Göteborgs-Posten.

 

Dan Eliasson, Comissário Nacional da Polícia Sueca, pediu ajuda ao governo sueco mas as coisas parecem caminhar para uma situação ainda pior. Um relatório de 2016 mostrou que 80% dos polícias suecos está a pensar demitir-se devido à violência, ás zonas interditas, à falta de financiamento por parte do governo e à falta de tempo de descanso.

 

As demissões ascendem ás 3 por dia e têm vindo principalmente de agentes que patrulham zonas próximas das zonas interditas. Um posto de polícia em Kista, nos arredores de Estocolmo, já teve que fechar por falta de pessoal.

 

Em Rinkeby, uma das mais perigosas localidades na Suécia, o governo já tentou construir um novo posto com semelhanças a uma fortaleza para fazer frente à extrema violência na área, mas tem tido dificuldades em manter um empreiteiro que consiga terminar a construção devido à violência com que tem que lidar.

 

Já foi mencionado por vários policias suecos, como Peter Springare, que a maioria dos crimes está a ser cometida por migrantes ou islâmicos e que o governo está a fazer tudo para esconder esse facto.

 

O pesquisador sueco Johan Patrik Engellau acredita que uma guerra civil sueca em pequena escala provavelmente já começou, e uma em grande escala poderá estar prestes a começar.

Expresso e Joana Azevedo Viana voltam a recorrer a sondagens manipuladas para nos fazer acreditar que CNN tem mais apoio que Trump e a esconder-nos mentiras da comunicação social para tentar derrubar Trump

Expresso e Joana Azevedo Viana voltam a recorrer a

 

As sondagens indicaram até ao último dia das eleições que Donald Trump não tinha hipótese nenhuma de ser eleito presidente dos EUA, no entanto ganhou com larga vantagem. Isto porque as sondagens que mostravam Trump a perder, as únicas que a comunicação social portuguesa nos mostrou, eram assumidamente viciadas para mostrar Trump a perder no sentido em que a maioria dos inquiridos era apoiante do partido de Hillary Clinton, a adversária de Trump nas eleições.

 

A comunicação social admitiu ter errado na altura mas tem continuado com a mesma prática, agora com sondagens manipuladas em relação ao apoio popular a Donald Trump e à confiança em Trump em contraste com a confiança na CNN.

 

O Expresso e a "jornalista" Joana Azevedo Viana são apenas mais um no meio de muitos exemplos disso mesmo com o seu artigo de ontem "Americanos confiam mais na CNN que em Donald Trump".

 

No artigo Joana Azevedo Viana ignora todas as mentiras que a CNN noticia e diz, sem dar nenhuma razão, que Trump ataca constantemente a CNN, criando deste modo a imagem de que Trump é um ditador e que oprime a comunicação social.

 

A "jornalista" vai mais longe e escreve que "A relação de Trump com os jornalistas tem sido marcada por uma série de ataques do Presidente aos que o criticam". Outra vez, aqui a "jornalista" ignora completamente que Trump tem atacado jornalista que são apanhados a mentir ou a manipular informação de modo a criar uma imagem negativa e desonesta de Trump.

 

A "jornalista" Joana Azevedo Viana e o Expresso, tal como toda a comunicação social portuguesa, ignoram sempre que a CNN ou outra organização da comunicação social corporativa são apanhadas a noticiar mentiras, isto em parte porque essas mentiras são repetidas pelas organizações de comunicação social corporativas portuguesas como o Expresso e a SIC, ambas do grupo Impresa.

 

Dois recentes casos de notícias falsas repetidas pela comunicação social corporativa portuguesa são as notícias de que todas as 17 agências dos serviços de informação americanas acreditam que a Rússia interferiu com as eleições presidenciais dos EUA de modo a favorecer Trump, opinião que se sabe agora ser partilhada apenas por um número reduzido de analistas do FBI, CIA, NSA e pelo ex-director dos Serviços de Informação Nacionais dos EUA James Clapper (a mesma pessoa responsável pela mentira das armas de destruição massiva que originou a invasão do Iraque), e as notícias de que Trump estava a ser investigado pelo FBI por supostas ligações com o governo russo, algo que foi desmentido pelo próprio ex-director do FBI James Comey que propositadamente não quis que o povo americano soubesse que Trump não estava a ser investigado e que foi forçado a admiti-lo durante a sua recente audiência perante o Senado.

 

A própria "jornalista" Joana Azevedo Viana escreve notícias falsas no seu artigo para criar uma imagem negativa de Trump:

 

"Durante a corrida à Casa Branca, o candidato republicano aproveitou comícios de campanha para se queixar de estar a ser perseguido pela imprensa — sugerindo que, se fosse eleito, ia alterar as leis de difamação em vigor no país para poder processar judicialmente os repórteres que assinem peças incómodas sobre ele e a sua família."

 

A "jornalista" não apresenta no entanto qualquer citação de Trump a dizer algo sequer aproximado daquilo que o acusa de ter dito. Aliás, não apresenta citação nenhuma.

 

A "jornalista" escreve depois que já estão a ter lugar nos EUA "casos judiciais em que milionários conseguem calar jornais e repórteres", mas não consegue atribuir um desses casos a Trump ou à administração de Trump. O que a "jornalista consegue fazer é ignorar todos os casos em que as próprias organizações de notícias calam os seus próprios repórteres quando as notícias que tentam publicar não encaixam na narrativa que essas organizações nos querem vender.

 

Também não fala nos jornalistas que foram espiados, perseguidos e até presos durante o mandato do presidente Obama por exporem verdades que são inconvenientes para o sistema. Como foi o caso de Michael Hastings que, quando estava a meio de uma grande investigação sobre o então director da CIA John Brennan avisou os seus amigos que achava que estava a ser espiado pelo FBI (algo que o FBI negou mas provas foram publicada como o FBI mentiu) e estava a tentar iludi-los, acabando por morrer ao "perder" controlo do seu carro que depois explodiu. Ou Dinesh D'Souza que foi perseguido pelo Departamento de Justiça de Obama, acabando preso por 8 meses, após o enorme sucesso do seu documentário que deixa uma péssima imagem de Obama "2016: Obama's America" baseado no seu livro "The Roots os Obama's Rage".

 

Nada disto foi noticiado pela comunicação social portuguesa até hoje.

 

A "jornalista" defende a comunicação social por ter noticiado mentiras e por ter tentado vender ao público narrativas que sabia não terem base em quaisquer provas para ter mais audiências, algo que empregados da CNN foram recentemente apanhados em câmara oculta a admitir pelo grupo de jornalismo de investigação Project Veritas Action. Outra vez, a comunicação social portuguesa ignorou estas notícias.

 

A "jornalista" prossegue com a sua tentativa de manipulação dos portugueses:

 

"Antes e depois da sua tomada de posse a 20 de janeiro, Trump tem recorrido ao Twitter para tecer críticas aos media "falsos", destacando uma série de jornais e canais investidos em investigar escândalos e suspeitas de ilegalidades que pendem sobre o Presidente e a sua equipa — caso do alegado conluio com a Rússia para impedir que Hillary Clinton vencesse as presidenciais."

 

De novo, a "jornalista" ignora notícias falsas da comunicação social corporativa que já foram provadas serem baseadas em mentiras ou não serem baseadas em provas e até insiste na narrativa do alegado envolvimento de Trump com o governo russo (ao que a comunicação social portuguesa recentemente começou a chamar de "conluio", uma palavra que ninguém usa em Portugal mas que é a tradução directa da palavra que a comunicação social corporativa americana usa e por isso é repetida pela portuguesa juntamente com a narrativa). Após um ano de investigações não existem quaisquer provas de "conluio" entre Trump ou a equipa de Trump e o governo russo, algo que a "jornalista" propositadamente não refere.

 

A "jornalista" também deixa de fora que os tais "jornais e canais investidos em investigar escândalos e suspeitas de ilegalidades que pendem sobre o Presidente e a sua equipa" são organizações financiadas por inimigos de Trump, e das suas políticas, e apoiantes de políticas que retiram o poder aos cidadãos e os entregam a corporações multinacionais ás quais esses tais jornais e canais pertencem.

 

Como alguns exemplos temos a CNN que pertence à Time Warner, o Washington Post que pertence ao dono da Amazon Jeff Bezos, ou o New York Times que pertence ao multimilionário mexicano Carlos Slim, entre muitos outros canais e jornais que são detidos pelas maiores corporações multinacionais que financiaram a campanha de Hillary Clinton, e qualquer outro candidato do sistema, e que financiaram e continuam a financiar campanhas para denegrir a imagem de Trump por este representar uma ameaça ao seu monopólio do poder.

 

A "jornalista" salta depois para a notícia sobre o presidente Trump ter publicado na sua conta do Twitter um vídeo onde, numa das suas actuações de luta-livre americana, a cabeça do seu adversário foi substituída pelo logótipo da CNN.

 

Recorre neste caso a declarações da CNN para acusar Trump de estar a encorajar violência contra repórteres:

 

""É um dia triste quando o Presidente dos Estados Unidos encoraja violência contra repórteres", reagiu a CNN."

 

Deixa de fora que a CNN foi investigar quem era na vida real HanAssholeSolo, o utilizador da página de internet Reddit que criou o vídeo publicado pelo presidente e que o publicou originalmente. Depois a CNN disse publicamente que se esta pessoa voltasse a gozar com a CNN a CNN iria publicar a sua identidade.

 

O que a "jornalista" não deixa de fora é que o jornalista da CNN que descobriu a identidade real do autor do vídeo "tem estado a ser ameaçado de morte por neonazis que apoiam a administração Trump.", sem apresentar quaisquer provas de que isto esteja a acontecer e ligando para um artigo de opinião seu no Expresso, "A nova cara da América", onde tenta pintar Trump, os seus conselheiros e os seus apoiantes como nazis, racistas, ignorantes e pessoas intolerantes, nunca recorrendo a provas, várias vezes recorrendo a mentiras, manipulações e distorções da realidade, e claro, deixando de fora todos os factos que vão contra a sua narrativa.

 

A "jornalista" recorre também a um artigo do jornal israelita Haaretz para acusar o autor do vídeo de ter um historial de declarações antissemitas e islamofóbicas na internet sem também apresentar quaisquer provas.

 

A "jornalista" queixa-se também que

 

"nos últimos tempos, a Casa Branca tem estado a tentar impedir os jornalistas acreditados de filmarem as conferências de imprensa que é suposto cobrirem e transmitirem aos cidadãos. Durante quatro dias no final de junho, os porta-vozes da administração só aceitaram responder a perguntas se os jornalistas desligassem as câmaras e os gravadores. Depois, a 22 de junho, o governo distribuiu um documento pelos jornalistas a proibi-los de noticiar a própria proibição da cobertura."

 

A Casa Branca não tem que fazer conferências de imprensa e os jornalistas não têm o direito de filmá-las. A Casa Branca de Trump nunca se recusou a receber e responder perguntas de jornalistas acreditados. A Casa Branca de Trump até já acreditou jornalistas que tinham sido impedidos pelas anteriores administrações de fazerem parte do grupo de jornalistas acreditados com acesso à Casa Branca. Mas nem a comunicação social corporativa nem a "jornalista" Joana Azevedo Viana noticiaram isso, mostrando a verdadeira importância que dão à liberdade de imprensa e serviço público.

 

Depois de nos ter tentado enganar sobre a situação comercial dos EUA e o que é a globalização, Joana Azevedo Viana tenta agora recorrer a sondagens manipuladas para nos fazer acreditar que os americanos confiam mais na CNN que no presidente Donal Trump, ao mesmo tempo que tenta pintar Trump como um ditador opressivo ao propositadamente esconder-nos informação que prova que a comunicação social corporativa nos tem mentido em relação a Donald Trump com o objectivo de nos manipular em rejeitá-lo.

Diário de Notícias defende chantagem da CNN contra liberdade de expressão e utilizador da internet e aceita como facto tudo o que a CNN e Washington Post dizem

Diário de Notícias defende chantagem da CNN cont

 

O artigo de hoje do Diário de Notícias começa por dizer que o presidente Trump está a ser acusado de promover violência contra jornalistas por ter publicado no Twitter um vídeo onde, numa das suas actuações de luta-livre americana, a cabeça do seu adversário foi substituída pelo logótipo da CNN.

 

O Diário de Notícias deixa completamente de fora que a CNN tem apelado à violência contra Trump e apoiantes de Trump, algo que a comunicação social portuguesa tem ignorado completamente, mostrando claramente a narrativa que pretende vender-nos através do seu artigo.

 

Os mais recentes casos de apelo à violência contra apoiantes de Trump aconteceram quando uma comediante e empregada da CNN, Kathy Griffin, posou ao estilo do Estado Islâmico segurando uma réplica da cabeça cortada e  ensanguentada de Donald Trump, e quando após a tentativa de homicídio por parte de um apoiante do Partido Democrata contra membros do Partido Republicano do Congresso num campo de baseball, deixando em estado critico o Congressista Steve Scalise, a CNN justificou a tentativa de homicídio mostrando uma declaração de um conhecido do atirador dizendo que este não era má pessoa e que apenas estava farto de certas políticas.

 

A Time Warner, empresa dona da CNN, é também uma das financiadoras de uma peça de teatro em Nova Iorque, que é uma versão moderna de uma famosa peça de teatro, em que um personagem extremamente semelhante a Donald Trump substitui o personagem de Júlio César, que é assassinado.

 

O vídeo cómico a gozar com a CNN que Trump publicou na sua conta no Twitter terá sido originalmente publicado no fórum de internet Reddit pelo utilizador HanAssholeSolo. A CNN terá decidido investigar e descobrir quem era na vida real este utilizador e terá, segundo a própria CNN, dito que não publicaria a sua identidade se este não voltasse a gozar com a CNN, tal como fica claro na declaração do jornalista da CNN, que supostamente se encontrou com o utilizador, mencionada no artigo do Diário de Notícias "A CNN reserva o direito de publicar a identidade se algo mudar".

 

Ao mesmo tempo a CNN diz que o utilizador do Reddit pediu desculpas à CNN sem ter sido chantageado, algo que o Diário de Notícias não disputa mesmo admitindo que a CNN foi à caça da identidade desta pessoa e mesmo publicando no seu artigo as declarações da CNN a ameaçar publicar a identidade real do utilizador.

 

A chantagem é clara pelas declarações de um jornalista da CNN, que o Diário de Notícias escreve no seu artigo mas que não parece fazer qualquer impacto na sua narrativa pro-CNN e anti-Trump:

 

"O repórter da CNN Andrew Kaczynski escreveu que a estação não iria divulgar a identidade porque "ele é um cidadão que já publicou um extensivo pedido de desculpas"." e prometeu parar de gozar com a CNN mas que "A CNN reserva o direito de publicar a identidade se algo mudar"".

 

Mesmo referenciando esta declaração no seu artigo, o Diário de Notícias não admite que a chantagem teve lugar. Prova disso é o titulo do artigo "CNN acusada de chantagear autor de vídeo em que Trump 'bate' na estação", com a palavra "acusada" a ser chave para demonstrar que o Diário de Notícias não considera que houve chantagem.

 

O Diário de Notícias dá também total credibilidade a todas as declarações da CNN. Não só as de que não terá chantageado o utilizador e que apenas não publicou o seu nome para sua segurança, apesar de ter ido à caça da sua identidade real e ter ameaçado publicá-la caso continuasse a gozar com a CNN, mas também ao escrever "A estação (CNN) falou com a pessoa em questão (utilizador)," o Diário de Notícias trata como facto uma mera descrição dos acontecimentos da CNN que até agora não mostrou provas de que este episódio não possa ser apenas uma farsa, já que ninguém sabe quem é o utilizador e este pode até ser alguém sob ordens da CNN desde o princípio, com a CNN a tentar criar o precedente de que quem gozar com a CNN na internet está a espalhar o ódio, como o tal utilizador escreveu no Reddit juntamente com o seu pedido de desculpas, e vai ter a sua identidade real exposta.

 

Se esse era o objectivo da CNN ele não resultou e até originou uma onda de vídeos semelhantes a gozar com a CNN.

 

A CNN acusa também este utilizador de ter partilhado conteúdos racistas e antissemitas sem apresentar provas, e aqui de novo o Diário de Notícias aceita a palavra da CNN como facto mesmo sem existirem provas ao escrever "A estação (CNN) falou com a pessoa em questão (utilizador), que também tinha partilhado conteúdos racistas e antissemitas".

 

O Diário de Notícias termina o seu artigo referindo-se à página de internet Daily Stormer como neo-nazi sem apresentar quaisquer provas, e debruça-se num artigo do Washington Post para acusar utilizadores dessa página de terem ameaçado os jornalistas da CNN caso não se demitissem, outra vez sem apresentar quaisquer provas, tanto o Washington Post como o Diário de Notícias.

Comunicação social destaca apreensão de homem que planeava matar presidente francês, ignora casos de pessoas que ameaçam assassinar Donald Trump, liga nacionalismo e terrorismo com facilidade que não tem para ligar terrorismo e islão

comunicação social noticia apreensão de homem q

 

No artigo de hoje da Lusa "Detido homem que ameaçava matar Presidente francês", publicado pela maioria da comunicação social corporativa, é noticiado que "Um homem que ameaçava matar o Presidente francês, Emmanuel Macron, durante o tradicional desfile do 14 de julho em Paris e de atacar diversas minorias foi acusado e detido no sábado".

 

No entanto milhares de pessoas que nas redes sociais ameaçam matar e apelam ao assassinato de Donald Trump não são apreendidas nem a comunicação social reporta tais notícias.

 

O artigo da Lusa descreve ainda especificamente o homem apreendido como um nacionalista, numa clara tentativa de ligar a imagem de nacionalistas com assassinos, terroristas e racistas.

 

Por outro lado, notícias da comunicação social corporativa sobre actos terroristas não ligam com a mesma facilidade a imagem de terroristas com o islão, apesar de ser sabido que os autores da grande maioria dos actos terroristas são islâmicos.

Expresso e Joana Azevedo Viana querem-nos completamente cegos sobre a política comercial dos EUA e o que é a globalização

Expresso e Joana Azevedo Viana querem-nos completa

 

A "jornalista" Joana Azevedo Viana escreveu todo o seu artigo de hoje "Trump prepara guerra comercial global antes da cimeira do G20" baseado em informações vindas de fontes anónimas da Axios que supostamente estiveram presentes numa recente reunião da administração de Donald Trump sobre a política comercial dos EUA, na véspera do encontro entre os 20 países mais ricos do mundos, G20.

 

Joana Azevedo Viana menciona que Trump quer criar tarifas de 20% sobre produtos importados pelos EUA vindos dos seus maiores parceiros comerciais, mas não menciona que esses parceiros impõem tarifas superiores a produtos vindos dos EUA e que esses parceiros comerciais têm tido lucros enormes com as trocas comerciais com os EUA enquanto os EUA têm tido prejuízos enormes.

 

Joana Azevedo Viana menciona que apenas 3 pessoas presentes na reunião são a favôr do aumento ou aplicação de tarifas sobre produtos importados pelos EUA, e que 22 são contra. Não menciona que os 3 que são a favôr são os únicos que Trump realmente quer na sua administração, e que os restantes foram nomeados como medida de recurso já que as pessoas que Trump realmente quer estão constantemente a ser bloqueadas de entrar na sua administração por pessoas que não lhe são leais e que são responsáveis pela atribuição de credenciais de segurança.

 

Joana Azevedo Viana menciona que as pessoas que se opõem ás tarifas que Trump quer aplicar são favoráveis à globalização, mas não menciona que a globalização a que se refere é o controlo da economia pelos maiores bancos e empresas multinacionais do mundo através de regras e leis desniveladas a seu favor impostas por tratados comerciais, escritos por essas mesmas corporações em segredo (Parceria Trans-Pacífico e Parceria de Comércio e Investimento Trans-Atlântico), que retiram o poder dos cidadãos e passam-no para os grandes bancos e multinacionais.

 

A "jornalista" tenta ainda criar a percepção de que Trump é falso e quer enganar os seus apoiantes ao escrever o seguinte:

 

"Uma das fontes citadas diz que Trump assumiu que é provável que o seu plano não avance mas que os seus apoiantes vão "adorar a ideia" e "tirar gozo" das batalhas que estas medidas anteveem."

 

Esta tentativa por parte da "jornalista" é feita apesar de Trump ter cumprido com um número impressionante das suas promessas eleitorais em apenas 5 meses, e apesar de certamente ter cumprido com mais promessas nesses 5 meses do que a maioria dos presidentes cumpre durante a totalidade dos seus mandatos.

Diário de Notícias esconde que CNN admite que ligação entre Rússia e Trump não existe e tenta fazer Trump parecer um ditador

 

Diário de Noticias esconde que CNN admite que lig

 

No seu artigo de ontem "Donald Trump volta a bater na CNN", o Diário de Notícias diz que Trump acusou a CNN de ser uma fraude, ignorando completemente o facto de que a CNN acabou de ser exposta, através de câmaras ocultas, a admitir que inundou o público com notícias de alegadas ligações entre Trump e o governo russo sabendo que não existiam provas e que o fizeram pelas audiências.

 

As gravações foram feitas pelo grupo de jornalismo de investigação Project Veritas Action, que constantemente expõe corrupção ao mais alto nível que a comunicação social ignora.

 

 

Ao escrever que "Trump volta a bater na CNN" e deixando completamente de fora informação importante relacionada com a notícia, o Diário de Notícias tenta também claramente manipular-nos em acreditar que Trump é um ditador e que oprime a comunicação social.

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