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Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social volta a ignorar que polícia nos EUA recebe ordens do Partido Democrata para proteger grupos terroristas financiados por George Soros - desta vez em Charlottesville

 

A Câmara Municipal de Charlottesvile, controlada pelo Partido Democrata, tinha decidido não autorizar a manifestação. Mas uma decisão do tribunal federal inverteu essa decisão e permitiu a manifestação num parque de Charlottesville, em que a polícia local ficou encarregue de proteger a área dos manifestantes para garantir a sua liberdade de expressão.

 

A manifestação foi organizada por Jason Kessler em resposta à decisão da Câmara Municipal de derrubar uma estátua do General Robert E. Lee, que se encontra no centro do parque onde iria ter lugar a manifestação, por considerarem esta uma figura racista da história americana e o parque um símbolo de opressão.

 

As verdadeiras motivações de Jason Kessler para organizar esta manifestação não são claras. Apesar de ter dito que o objectivo era o manifestar contra o derrube da estátua de Robert E. Lee, Jason Kessler esteve envolvido na organização dos protestos em Wall Street (Occupy Wall Street) há alguns anos atrás, já foi apoiante de Barack Obama e Hillary Clinton, e agora diz que o "homem branco" está sob ataque e precisa de se defender. Ou seja, em relativamente pouco tempo, deixou de defender um extremo do espectro político para defender o outro.

 

O organizador da manifestação Jason Kessler convidou várias figuras mediáticas apoiantes de Trump, como Gavin McInnes, que recusaram o convite quando souberam que grupos de supremacia branca e neo-nazis iriam estar presentes, e em número significativamente maior que em recentes manifestações em defesa da liberdade de expressão que atraem maioritariamente apoiantes da ideologia política de direita (Partido Republicano). Isto apesar de os neo-nazis não serem a favor da liberdade de expressão para todos.

 

Na noite anterior à manifestação no parque de Charlottesville, cerca de mil elementos desses grupos de supremacia branca e neo-nazis marcharam em procissão pelas ruas de Charlottesville com tochas a gritar "vocês (pessoas não-brancas) não nos vão substituir", "um povo, uma nação, acabem com a imigração" e "sangue e solo".

 

Antes do recente derrube do governo na Ucrânia, grupos neo-nazis como Svoboda, que viriam depois a ocupar lugares de topo no novo governo ucraniano, marcharam pelas ruas com tochas a gritar também "sangue e solo". Esses grupos tiveram o apoio do governo de Barack Obama e de líderes do Partido Democrata e do Partido Republicano.

 

Os grupos terroristas ANTIFA (comunistas que incentivam e cometem violência contra qualquer apoiante de Donald Trump) e Black Lives Matter (grupo que incentiva e já cometeu o homicídio indiscriminado de polícias) apareceram no dia da manifestação, dia 13 deste mês, junto ao parque mesmo antes de os manifestantes chegarem.

 

Ambos estes grupos terroristas consideram também que o "homem branco" é responsável pelos males do mundo, ideologia que está a ser endoutrinada na juventude americana através de professores marxistas/comunistas que são já a grande maioria dos professores nas universidades americanas.

 

O vice-presidente da Câmara Municipal de Charlottesville, Wes Bellamy, é um apoiante do grupo terrorista Black Lives Matter.

 

Assim que os manifestantes (cerca de 3000) e jornalistas independentes chegaram à entrada do parque, depararam-se com os protestantes à entrada do parque a tentar impedir o acesso ao parque.

 

Os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter iniciaram agressões e o arremesso de urina, fezes, tinta, químicos nocivos, granadas de gás, pedras e outros objectos contra os manifestantes e jornalistas independentes, fossem ou não parte de grupos racistas. Manifestantes dos grupos de supremacia branca e neo-nazis também tinham na sua posse diferentes armas, mas optaram por uma postura defensiva e de resposta a ataques iniciados por ANTIFA e Black Lives Matter.

 

Apolícia não interveio e até abandonou um veículo junto a esta entrada do parque.

 

Dentro do parque os manifestantes depararam-se com barreiras de protecção que os encurralavam. A única saída do parque era por onde tinham entrado, e onde se encontravam os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter juntamente com os protestantes violentos e pacíficos.

 

A polícia local, a polícia estatal e a Guarda Nacional encontravam-se concentradas longe da única entrada do parque que não estava barricada e onde quase toda a violência teve lugar.

 

A polícia não só permitiu que os autores da violência e destruição saíssem impúnes, como mesmo pouco antes do meio-dia, altura em que se iriam iniciar os discursos dos manifestantes, a polícia anunciou que considerava a manifestação ilegal e declarou estado de emergência, forçando os manifestantes, juntamente com os repórteres independentes, a sair do parque em direcção aos grupos terroristas e protestantes violentos quando podia, e devia, tê-los deixado sair pelo lado do parque onde não existiam protestantes violentos ou grupos terroristas.

 

Assim que os manifestantes e jornalistas independentes foram expulsos do parque a polícia permitiu de novo que fossem violentamente atacados pela multidão de protestantes e pelos dois grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter.

 

Tudo isto é verificável pelos muitos vídeos disponíveis em várias plataformas da internet filmados por jornalistas independentes e cidadãos no local.

 

O trabalho da jornalista independente Millie Weaver da Infowars revela que protestantes pagos, que são na verdade provocadores pagos e muitos deles são repetidamente vistos em protestos anti-Trump/anti-liberdade de expressão que têm acontecido por todo o país, admitem ser pagos pela Fundação Open Society de George Soros e pela Fundação Ford. É público que estas fundações financiam os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter.

 

George Soros é um multimilionário e admitido colaborador nazi (60 Minutos) que através da sua Fundação Open Society tem financiado grupos, um pouco por todo o mundo, que têm criado divisão social e que em alguns casos tem resultado no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

A jornalista Millie Weaver reportou também que polícias disseram que tinham ordens para deixar os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter atacar pessoas e destruir propriedade alheia.

 

Protestantes "pacíficos" também ajudaram a impedir que os manifestantes e jornalistas independentes conseguissem evitar os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter ao formarem um cordão humano, que também os impediu em alguns casos de obter ajuda médica que se encontrava no local.

 

No meio da violência várias pessoas foram atropeladas e uma delas, Heather Heyes, morreu.

 

Um helicóptero da polícia despenhou-se, resultando na morte dos dois polícias que viajavam no interior, sem que qualquer motivo tenha ainda sido atribuído à queda do helicóptero.

 

A comunicação social não está a reportar estes factos que são facilmente verificáveis nos muitos vídeos gravados no local e disponíveis na internet, e até hoje tem-se recusado a sequer mencionar a existência do grupo terrorista comunista ANTIFA. Apesar de este ter até estado no centro da violência durante os recentes protestos na Alemanha durante a cimeiro do G20.

 

Tem-se recusado a noticiar também que o grupo Black Lives Matter incentiva publicamente a morte indiscriminada de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald Trump, e que apoiantes do grupo já mataram polícias simplesmente por serem polícias.

 

Em vez disso, a comunicação social portuguesa está a chamar aos grupos terroristas e protestantes violentos "manifestantes", "contra-manifestantes" e "manifestantes anti-racismo". Está também a atribuir toda a violência aos manifestantes que principalmente se queriam demonstrar publicamente contra o derrube da estátua do General Robert E. Lee, não fazendo distinção entre os elementos racistas e violentos (mas que não iniciaram a violência) e os restantes que foram pacíficos, repudiam o racismo e apenas queriam publicamente opinar que a estátua de Robert E. Lee não devia ser derrubada.

 

Porque estes grupos de supremacia branca e neo-nazis são apoiantes de Donald Trump, a comunicação social está também a tentar criar a falsa impressão que Trump apoia estes grupos. A comunicação social está até a acusar Trump de apoiar estes grupos por não os ter criticado especificamente no dia 13 deste mês, e por ter em vez disso declarado que era contra todos os actos de racismo de todas as partes e que nos devemos respeitar a todos e idealmente amar-mo-nos a todos.

 

A polícia de cidades controladas pelo Partido Democrata tem repetidamente permitido que o grupo terrorista comunista ANTIFA inicie violência contra apoiantes de Donald Trump e destrua propriedade alheia, e que o grupo Black Lives Matter incentive a morte indiscriminada de polícias como é verificável em vídeos disponíveis na internet.

Jornal de Notícias volta a mentir para retratar Trump como mentiroso e incompetente

Jornal de Notícias volta a mentir para criar uma

 

Porque o presidente Trump disse que tinha uma "possível opção militar" para a Venezuela, o Jornal de Notícias considerou que o presidente mentiu porque as Forças Armadas depois disseram que não receberam "qualquer ordem relativamente à Venezuela.". Esta é maneira vergonhosa como o Jornal de Notícias volta a mentir sobre Donald Trump para criar uma imagem negativa, desta vez com o artigo de dia 12 deste mês "Pentágono desmente Trump e diz que não tem ordens para atacar Venezuela".

 

Uma criança consegue perceber a diferença e o Jornal de Notícias também. Mas como o Jornal de Notícias não se preocupa em mentir para tentar criar uma má imagem de Trump, o Jornal de Notícias finge que existir uma possível opção militar é a mesma coisa que dar uma ordem.

 

Esta é a forma vergonhosa como organizações da comunicação social portuguesa como o Jornal de Notícias nos mentem descaradamente de modo a influenciar a nossa opinião sobre os acontecimentos mundiais.

Visão tenta criar falsa percepção que presidente Trump divulgou informação confidencial

Visão tenta criar percepção que presidente Trum

 

A Visão, no seu artigo "Trump partilhou notícia da Fox com informação confidencial", critica o presidente Trump por ter publicado no Twitter uma notícia da Fox News contendo informação confidencial, ignorando que a informação foi fornecida à Fox News por um dos muitos inimigos de Trump dentro da Casa Branca que estão constantemente a tentar sabotar o presidente e o país como este blog tem exposto.

 

A Visão depois recorre a declarações de um político do Partido Democrata da Califórnia para criar a falsa percepção que o presidente não decide qual a informação que é confidencial.

 

Recorre também a palavras de um veterano de guerra do Iraque para tentar criar a falsa percepção que foi Trump quem deu a informação confidencial à Fox News, e que por o Chefe de Gabinete de Trump ser um general, Trump deve sempre seguir os seus conselhos. O povo americano não elegeu o Chefe de Gabinete para presidente e são muitos os generais que têm levado os EUA para guerras baseadas em mentiras e que só criam mais problemas, morte e miséria.

Diário de Notícias acusa presidente dos EUA de não estar a trabalhar sem apresentar qualquer prova e manipula a sua mensagem para criar má imagem

Diário de Notícias acusa presidente dos EUA de e

 

O artigo de dia 8 de Agosto do Diário de Noticias "Trump, de férias, usa o Twitter para criticar os media e... dizer que está a trabalhar" começa dizendo que o presidente está sempre a criticar a comunicação social, mas recusa-se a dizer porquê. Isto porque as críticas são ás constantes mentiras da comunicação social americana, repetidas depois pela comunicação social portuguesa, e que este blog expõe constantemente.

 

O Diário de Notícias não apresenta qualquer prova de Donald Trump não estar a trabalhar enquanto se encontra fora da Casa Branca, que está a ser renovada. No entanto acusa-o de não estar a trabalhar no título do artigo, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos.

 

Tal como fez durante as eleições, e tem continuado a fazer, o Diário de Notícias e a comunicação social portuguesa e internacional corporativas continuam a referir sondagens negativas sobre a popularidade do presidente Trump sem referirem que a maioria dos inquiridos nessas sondagens são apoiantes da oposição.

 

Apesar de apresentar as mensagens completas em inglês do presidente Trump  no Twitter, o Diário de Notícias traduz apenas certas partes das mensagens, numa clara tentativa de tentar criar uma má imagem utilizando censura criativa.

 

O Diário de Notícias esconde, ao não traduzir, a parte em que Trump fala dos seus sucessos e em cumprir com promessas eleitorais: recordes nas bolsas de valores, decréscimo na imigração ilegal, destruição do Estado Islâmico, mais de 1 milhão de empregos criados, escolha de um juiz conservador para o Supremo Tribunal, optimismo económico, enormes cortes nas regulações que estrangulam empresas e criação de emprego e riqueza.

 

Todos estes feitos têm sido completamente ignorados pela comunicação social portuguesa numa clara intenção impedir que saibamos que o presidente Trump está a cumprir com as suas promessas eleitorais, ao contrário da quase totalidade dos líderes mundiais.

 

O Diário de Notícias não traduz também a parte em que Donald Trump fala dos seus comícios que recebem sempre cerca de 20 mil pessoas, numa clara intenção de impedir que saibamos que continua tão popular como era durante as eleições, ao contrário do que as sondagens manipuladas mostram agora e mostravam na altura.

 

"Trump afirma isto depois de, num tweet anterior, ter chamado "decadente" ao New York Times."

 

O Diário de Notícias aqui mente ou faz uma má tradução. O presidente Trump não escreveu "decadente" mas sim "falhado", referindo-se ao jornal New York Times e justificando a sua acusação dizendo que apesar de o New York Times ter noticiado sondagens que estavam completamente erradas durante as eleições, e até tere pedido desculpas pelo facto, agora continua a fazer o mesmo. Mas o Diário de Notícias propositadamente também não traduz esta justificação.

 

"Criticou ainda o senador Richard Blumenthal, dizendo que são "falsas" as histórias deste sobre o Vietname e que Blumenthal é um "vigarista"."

 

O Diário de Notícias traduz estas acusações mas depois não traduz a parte da mensagem em que o presidente refere que as suas acusações são baseadas em factos, que são públicos há muitos anos, para pensar-mos que é um mentiroso que ataca pessoas com malícia e sem razão.

 

O Diário de Notícias também esconde de nós que o presidente Trump estava a responder ao Senador por este o ter acusado de ser um agente russo quando essa ligação russa está a ser investigada há um ano e ainda não proporcionou qualquer prova.

Conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump tem passado informação privilegiada da Casa Branca a colaborador Nazi George Soros, segundo amigo próximo de Trump

Conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump

 

No dia 9 deste mês Roger Stone disse à Infowars que uma agência de espiões israelita tem interceptado comunicações entre o conselheiro de Segurança Nacional do presidente Donald Trump e George Soros, um admitido colaborador nazi (60 Minutos) que através dos grupos que financia através da sua Fundação Open Society tem criado divisão social um pouco por todo o mundo e que em alguns casos tem resultado no derrube de governos, como aconteceu recentemente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

O multimilionário George Soros tem financiado grupos anti-Trump dentro dos EUA que têm tentado fazer o mesmo nos EUA. ANTIFA, um grupo comunista terrorista que incentiva e comete violência contra qualquer apoiante de Trump, e Black Lives Matter, um grupo que incentiva e já cometeu o homicídio indiscriminado de polícias, são apenas dois exemplos.

 

Soros tem financiado também a grande maioria dos políticos anti-Trump de relevância tanto no Partido Democrata como no Partido Republicano.

 

Roger Stone disse que, segundo as suas fontes, o Conselheiro de Segurança Nacional de Trump tem passado informação privilegiada da Casa Branca também ao General Patreaus, que depois a passa a Hillary Clinton.

 

O General H. R. McMaster, Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, já tentou convencer o presidente Trump a enviar dezenas de milhares de soldados americanos para a Síria com o objectivo de destituir o governo sírio, algo que o presidente se recusou a fazer.

 

Segundo fontes de Roger Stone, e também do jornalista Mike Cernovich, o General H. R. McMaster tem trazido para o Conselho de Segurança Nacional outras pessoas que colaboram com George Soros e tem ao mesmo tempo despedido qualquer pessoa que apoie as promessas eleitorais do presidente Trump.

 

A Hungria e Israel já classificaram George Soros como um inimigo da humanidade.

 

Roger Stone é um amigo de longa data de Donald Trump e foi o seu primeiro director de campanha nas últimas presidenciais.

Investigações oficiais nos EUA revelam grande número de cidadãos ilegalmente registados para votar

Investigações oficiais nos EUA revelam um grande

 

Nas maiores cidades do estado da Califórnia, por exemplo, a percentagem de cidadãos ilegalmente registados para votar chega a passar os 30%.

 

Quando um cidadão muda a sua residência para outra localidade, ou morre, o seu nome deve ser retirado da lista de votos dessa localidade. Mas tal não está a acontecer em muitas cidades dos EUA, e em grande número.

 

Todas essas identidades podem ser utilizadas por qualquer outro cidadão para votar em seu nome já que não é necessário apresentar qualquer documento de identificação para votar na maioria dos estados dos EUA.

 

Sempre que a comunicação social portuguesa fala em fraude eleitoral nos EUA defende sempre que tal não existe, apesar de existirem muitas provas que de facto acontece. De oficiais e activistas filmados em câmara oculta a admitir que partidos metem pessoas em autocarros e as levam a votar em várias localidades em nome de pessoas que já morreram mas continuam recenseadas para votar, a filmagens de câmara oculta de pessoas que são permitidas votar em nome de outras pessoas. Maioritariamente estas provas em forma de vídeos de câmara oculta vêm do grupo de jornalismo de investigação Project Veritas Action.

 

Estes recentes números oficiais de pessoas ilegalmente registadas para votar mostram que o potencial para alterar o resultado de uma eleição é enorme. E sem dúvida muito maior daquele que é referenciado pela comunicação social ou pela classe política nos EUA.

 

A comunicação social portuguesa nunca noticiou nada disto.

FBI mentiu sobre reunião de Bill Clinton com Procuradora-Geral de Obama em Phoenix - comunicação social ignora

FBI mentiu sobre reunião de Bill Clinton com Proc

 

Documentos do Estado dos EUA obtidos pela Judicial Watch mostram que, ao contrário do que o FBI tinha dito anteriormente, afinal houve troca de informação entre o FBI e o Departamento de Justiça de Obama sobre a reunião entre Bill Clinton e a Procuradora-Geral, Loretta Lynch, que teve lugar no avião de Lynch em Phoenix dois dias antes de Hillary Clinton ser interrogada pelo FBI há cerca de um ano.

 

O FBI já tinha respondido a pedidos de documentos relacionados com essa reunião dizendo que tais documentos não existiam. Agora a Judicial Watch obteve os documentos, mas estes encontram-se altamente censurados e não mostram muita informação. A censura dos documentos foi feita pelo Departamento de Justiça de Trump liderado pelo Procurador-Geral Jeff Sessions.

 

A meio da corrida à Casa Branca de 2016, e quando Hillary Clinton estava a ser investigada por ter guardado documentos do Estado em servidores privados e ter mentido sobre esse facto, o seu marido e ex-presidente dos EUA Bill Clinton entrou no avião da Procuradora-Geral em Phoenix para ter uma conversa, segundo eles, sobre netos e golf.

 

A informação que esta reunião teve lugar apenas se tornou pública porque um dos muitos jornalistas presentes na pista do aeroporto ignorou as ameaças do FBI que estava a ordenar que ninguém filmasse Bill Clinton a entrar no avião. Apenas esse jornalista teve a coragem de noticiar a visita de Bill Clinton a Loretta Lynch.

 

No seguimento da notícia se ter tornado pública, a Procuradora-Geral deixou a decisão de processar ou não Hillary Clinton para o director do FBI James Comey, dizendo que iria seguir qualquer que fosse a sua recomendação para afastar qualquer sombra de imparcialidade no seguimento da visita de Bill Clinton.

 

O então director do FBI James Comey depois anunciou que a investigação do FBI concluiu que Hillary Clinton tinha guardado documentos confidenciais do Estado nos seus servidores privados quando testemunhou o contrário, não tinha entregue ao FBI todos os e-mails guardados nos servidores privados quando testemunhou o contrário, tinha até contratado uma empresa para ilegalmente eliminar e-mails do Estado permanentemente dos seus servidores quando testemunhou que apenas tinha eliminado e-mails pessoais, mas o director do FBI James Comey considerou que Hillary Clinton não o tinha feito intencionalmente e por isso não iria recomendar que fosse processada.

 

O ex-director do FBI James Comey também admitiu ter dado imunidade a testemunhas-chave próximas de Hillary Clinton com a intenção de as fazer colaborar com a investigação, mas todas elas acabaram por não colaborar com a investigação.

 

James Comey também admitiu durante a sua última audição perante o Senado que, a meio da corrido à Casa Branca de 2016, Loretta Lynch lhe pediu para chamar à investigação a Hillary Clinton um "caso" e não uma "investigação". Pedido ao qual Comey obedeceu.

 

A comunicação social portuguesa tomou a decisão de não noticiar toda esta informação.

Twitter censura publicação da notícia que criação de emprego nos EUA tem acelerado rapidamente sob Trump considerando-a "conteúdo potencialmente sensível" - comunicação social ignora

Twitter censura publicação da notícia que cria

 

A publicação no Twitter da notícia sobre os números da criação de emprego nos EUA apenas pode ser vista por pessoas que estão a seguir quem publicou a notícia, caso contrário a publicação da notícia está censurada sob o pretexto de conter "conteúdo potencialmente sensível".

 

Desde que Donald Trump se tornou presidente, a criação de emprego tem acelerado rapidamente e já foram criados mais de 1 milhão de postos de emprego num espaço de apenas 6 meses.

 

Não só o Twitter está a tentar censurar o número de empregos criados nos EUA sob Trump, como a comunicação social está a ignorará-la. Ao mesmo tempo, a comunicação social portuguesa ignora também a censura da notícia por parte do Twitter sob o pretexto de "conteúdo potencialmente sensível".

 

A comunicação social portuguesa continua assim a sua operação de suprimir qualquer notícia positiva sobre o presidente Trump e de dar destaque a qualquer notícia negativa sobre o presidente mesmo que seja baseada em mentiras, algo que este blog tem exposto constantemente.

 

A comunicação social volta deste modo a mostrar também que não está interessada em que saibamos que o Twitter está a censurar publicações sob falsos pretextos.

 

Há meses que o Twitter começou a censurar publicações sob outros falsos pretextos, como o pretexto altamente abrangente e subjectivo de "publicação de fraca qualidade", e até tem limitado o alcance de publicações de certas pessoas simplesmente por serem apoiantes de Donald Trump com informação privilegiada e por terem um grande número de seguidores.

 

Em Portugal, os chefes da NOS, SIC e RTP já disseram publicamente que querem que o Google censure artigos de notícias que consideram ser de "fraca qualidade" e que os artigos de organizações mais poderosas, como a SIC e a RTP, tenham destaque sobre todos os outros, numa tentativa desesperada de impedir que sejam os leitores a decidir por si próprios aquilo que acham ser informação ou conteúdo de qualidade.

Congresso dos EUA vota a favor de um procurador especial para investigar Hillary Clinton e companhia - comunicação social ignora

Congresso dos EUA vota a favor de um procurador es

 

Depois de dar destaque quando um procurador especial foi nomeado para investigar Donald Trump, a comunicação social agora ignora completamente a notícia que o Comité Judicial da Câmara de Representantes dos EUA votou a favor da nomeação de um procurador especial para investigar alegados crimes cometidos por Hillary Clinton e para proteger Hillary Clinton e ajudá-la a ganhar as eleições com a ajuda do governo de Obama e do FBI.

 

A votação foi feita no final de Julho e desde então a comunicação social portuguesa não escreveu sequer um artigo sobre esta notícia.

 

Isto prova que a comunicação social portuguesa em geral também quer proteger Hillary Clinton e o anterior governo de Obama, ao mesmo tempo que constantemente tenta criar uma má imagem de Trump recorrendo a meias-verdades e até mentiras, como este blog tem vindo a expôr.

Jornalista de investigação que ganhou dois prémios Pulitzer diz ter provas que Seth Rich, e não Rússia, enviou emails do Partido Democrata para a Wikileaks - comunicação social ignora

Jornalista de investigação que ganhou dois Pulit

 

Seth Rich era um empregado do Partido Democrata quando foi assassinado há um ano poucos dias antes de a Wikileaks publicar os emails do Partido Democrata que mostram ilegalidades dentro do partido relacionadas com Hillary Clinton.

 

A comunicação social tem constantemente acusado a Rússia de ter roubado os emails do partido, sem que qualquer prova tivesse sido obtida até hoje pelas agências federais americanas que investigam o caso há cerca de um ano, e de tê-los entregue à Wikileaks para ajudar Trump a vencer as eleições.

 

Ao mesmo tempo, a comunicação social tem ignorado todas as provas que indicam que Seth Rich foi quem enviou os emails para a Wikileaks e que o Partido Democrata se recusou por mais de 20 vezes a deixar o FBI investigar os seus servidores para que pudesse averiguar quem os poderia ter penetrado.

 

Agora a comunicação social ignora também as declarações de Seymour Hersh, um dos jornalistas mais respeitados e com mais integridade no mundo, distinguido com o prémio Pulitzer por duas vezes, que diz que teve acesso a relatórios do FBI e NSA que dizem que Seth Rich enviou emails do Partido Democrata para a Wikileaks.

 

Estas declarações estão contidas em gravações de conversas telefónicas e foram publicadas dia 1 de Agosto pela BigLeaguePolitics.com.

 

Outras declarações de Seymour Hersh incluem as de que Trump não está errado quando diz que a comunicação social mente sobre ele, e que o ex-director da CIA, John Brennan, foi um dos responsáveis pela operação de criar a falsa narrativa de que a Rússia colaborou com Trump e a sua campanha presidencial para o ajudar a ser eleito presidente.

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