Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Diário de Notícias e Lusa voltam a tentar criar uma má imagem de Trump e a esconder-nos que Trump está a ser sabotado por elementos da Casa Branca

Diário de Notícias e Lusa voltam a tentar criar

 

Numa clara tentativa de retratar o presidente Trump como um bronco mal-educado, o Diário de Notícias e a Lusa publicaram no dia 2 de Agosto um artigo no qual simplesmente recorrem a uma fonte de uma página na internet de golf, que nem sequer revelam, para atribuir a Trump a citação "A Casa Branca "é uma autêntica" lixeira". Ou seja, noticiam algo que pode apenas ser um rumor com a clara intenção de criar uma má imagem do presidente dos EUA.

 

Isto porque tanto o Diário de Notícias como a Lusa não querem que saibamos que dentro da Casa Branca se encontram em abundância verdadeiros broncos mal-educados e inimigos do próprio país que constantemente são responsáveis por fugas de informação para a comunicação social. Em muitos dos casos com mentiras à mistura, para dar alguma credibilidade inicial, e para criar a pior imagem possível do presidente Trump.

 

Prova é que sempre que alguém dentro da Casa Branca é exposto como sendo fonte de fugas de informação e subsequentemente despedido, o Diário de Notícias e a Lusa, tal como a restante comunicação social portuguesa, ignoram.

 

O artigo da Lusa e do Diário de Notícias vem até acompanhado com uma imagem de 8 pessoas que foram despedidas por Trump e 4 delas foram expostas publicamente como sendo fontes de fugas de informação para a comunicação social. Do chefe de gabinete Reince Priebus, à sua assessora Katie Walsh, ao seu director de comunicações Sean Spicer, ao ex-director do FBI James Comey que até admitiu sob juramente perante o Senado que tinha sido fonte de fugas de informação para a comunicação social através de terceiros, e que o teria feito para que uma investigação especial fosse iniciada sobre o presidente Trump.

 

O ex-director do FBI cometeu desse modo vários crimes, mas mesmo assim o próprio James Comey não está sob investigação e Trump está. O que ainda é mais inacreditável é que quem está a liderar a investigação sobre Trump é o amigo próximo de James Comey, e também ex-director do FBI, que foi indirectamente nomeado por Reince Priebus, outra fonte de fugas de informação e inimigo do presidente.

 

Sabendo a Lusa e o Diário de Notícias tudo isto, apesar de não noticiarem, porque será que estas organizações decidiram dar destaque ao boato que Trump disse que a Casa Branca é uma lixeira, utilizar uma imagem com várias pessoas despedidas da Casa Branca - metade por fugas de informação - mas nem referir o que fizeram ou sequer quem são?

Ana Rita Guerra do Dinheiro Vivo tenta manter-nos completamente ignorantes sobre os acontecimentos na política americana

Ana Rita Guerra do Dinheiro Vivo mente-nos e tenta

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra, que diz ter estado presente numa convenção de palestras, entrevista e debates políticos com personagens mediáticas do mundo do jornalismo sobre política nos EUA, começa o seu artigo claramente anti-Trump e contra-senso "Teorias da conspiração: A magia de Trump" tentando pintar os apoiantes de Trump de selvagens incontroláveis.

 

Para o efeito, a "jornalista" Ana Rita Guerra escreve que um apoiante de Trump, a meio de uma palestra, levantou-se e gritou a sua opinião, filmando tudo. Isto é algo que tanto apoiantes de Trump como críticos de Trump fazem, mas a "jornalista" Ana Rita Guerra decidiu focar-se apenas neste caso protagonizado por um apoiante de Trump numa clara tentativa de caracterizar todos apoiante de Trump como selvagens sem maneiras. e todos os críticos de Trump como pessoas educadas e bem-comportadas.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra também refere que este apoiante de Trump gritou os sucessos de Trump a meio da palestra que tinha como tema principal opinar se Trump era um génio ou um lunático, com a "jornalista" a escrever no seu artigo "sucessos" entre parênteses, aludindo que Trump não tem tido sucessos como presidente. Ao mesmo tempo a "jornalista" recusa-se a mencionar sequer um dos exemplos dos sucessos de Trump que o seu apoiante terá gritado para que possamos decidir por nós próprios se é ou não um sucesso.

 

A "jornalista" mostra também que não concorda com o apoiante de Trump ao referir uma resposta da pessoa que estava a dar a palestra ao apoiante de Trump dizendo que Trump não lhe dá ouvidos.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra refere que voltou a ver este apoiante de Trump a fazer o mesmo noutras palestras e acusa-o de ter alimentado gritaria e discussão. Outra vez, ao não referir que críticos de Trump fazem exactamente o mesmo a "jornalista" tenta logo no início do seu artigo pintar apoiantes de Trump como desestabilizadores e mal educados, quando críticos de Trump comportam-se da mesma maneira.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra depois alega que o apoiante de Trump estava a filmar tudo com a intenção de depois carregar os vídeos para a internet e injustamente acusar críticos de Trump de insultarem apoiantes de Trump diariamente. Alega também que o apoiante fazia isto em cantos obscuros da internet e com o objectivo de obter validação de outros apoiantes de Trump. Outra vez, tentando pintar da maneira que quer este apoiante de Trump através de insinuações em vez de factos, numa clara tentativa de influenciar a nossa percepção dos apoiantes de Trump.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra refere depois que este apoiante de Trump não foi o único a comportar-se desta maneira, mas também sabe que ao não referir especificamente e detalhadamente casos em que críticos de Trump fizeram exactamente o mesmo está a influenciar a opinião do leitor, e está fazê-lo especificamente logo no início do artigo.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra diz também que apenas quem esteve presente na convenção sabe como aconteceram os debates, e que quem assiste aos mesmos pela internet não sabe, apesar de o debate visto ao vivo ser exactamente o mesmo debate visto na internet, já que nenhuma montagem é feita e as vozes da plateia são audíveis.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra diz também que para os apoiantes de Trump não interessa aquilo que ouvem nos debates. Desde que aquilo que oiçam esteja de acordo com a sua opinião eles aplaudem, mesmo que não faça sentido e mesmo que não esteja certo. Mas a "jornalista" escusa-se a referir qualquer um desses pontos que diz não fazerem sentido ou estarem errados para sejamos nós a decidir por nós próprios se de facto os pontos não fazem sentido ou estão errados. De novo, quer-nos ignorantes e tenta influenciar a nossa percepção para nos fazer acreditar que os apoiantes de Trump são ignorantes, não fazem sentido e não têm razão ao concordar com certos pontos que a própria "jornalista" nem quer que saibamos quais são.

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra alega também que ninguém que foi assistir à convenção estava interessado em verificar a veracidade desses pontos:

 

"não se tratava ali de certo ou errado, como não se trata de facto ou falsidade entre os apoiantes de Trump e os seus detratores.".

 

É a partir daqui que a "jornalista" se tenta elevar a todos estes seres supostamente inferiores a ela e expõe a sua teoria como sendo facto num artigo que subitamente se transforma de pseudo-jornalismo anti-Trump num claro artigo de opinião anti-Trump:

 

"Trata-se de pensamento mágico: as coisas são aquilo que eles acreditam que elas sejam. Ouvi inúmeras vezes, em dois dias de debates e conversas, exatamente as mesmas frases, palavra a palavra, vindas de bocas diferentes. Cheguei a considerar que talvez haja um Facebook alternativo para os aliados de Trump, onde eles memorizam os contra-argumentos que vão usar quando interagirem com pessoas dessa espécie abjeta, os que estão contra o presidente."

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra alega que entrou na cabeça de todas aquelas pessoas e conhece todas as suas motivações. Alega também que os contra-argumentos dos apoiantes de Trump são inventados num Facebook alternativo e depois simplesmente repetidos. Isto vindo de uma "jornalista" do Dinheiro Vivo é pura hipocrisia. É sabido que o Dinheiro Vivo e a restante comunicação social corporativa portuguesa repete artigos quase palavra por palavra de agências de notícias internacionais, e também nacionais, como Reuters, Associated Press, Lusa, New York Times, Washington Post, entre muitos outros.

 

Mas a "jornalista" também aqui se recusa a referir qualquer um desses contra-argumentos, para que possamos verificar por nós próprios se são ou não verdadeiros. Porque sendo eles verdadeiros, ou seja, baseados em factos e provas, é perfeitamente natural que os contra-argumentos sejam iguais já que serão baseados nas mesmas provas e factos.

 

Sem querer tocar nesses factos e provas, a "jornalista" toca brevemente e apenas em alguns contra-argumentos, sobre os quais, ao contrário do que "jornalista" fez, eu vou referenciar as provas e os factos em que se baseiam para que qualquer leitor possa ir por si próprio verificar a sua veracidade.

 

"O caso da Rússia é uma “caça às bruxas” e um “nothingburger” (hamburger de nada)."

 

Tanto esta "jornalista" como a restante comunicação social se têm recusado a noticiar as declarações obtidas em câmara oculta de apresentadores e produtores da CNN, um dos canais que mais insiste na narrativa que Trump é um agente russo, em que admitem que essa narrativa não tem base em provas. Estes vídeos foram gravados pelo grupo de jornalistas de investigação Project Veritas Action, são públicos no Youtube, e as declarações vêm do comentador e apresentador Van Jones, do produtor John Bonifield, e do produtor associado Jimmy Carr.

 

As acusações de que a Rússia penetrou os servidores do Partido Democrata e expôs crimes dentro do partido ligados a Hillary Clinton para ajudar Donald Trump a ganhar as eleições é baseada em provas que supostamente estarão armazenadas nos servidores do partido. O partido por mais de 20 vezes recusou os pedidos do FBI e do Departamento de Segurança Interna dos EUA para investigar os servidores. A única entidade que investigou os servidores foi uma empresa privada - CrowdStrike - com ligações a Hillary Clinton e ao Partido Democrata. A palavra desta empresa foi aceite por certas pessoas anti-Trump dentro do FBI e da CIA, incluindo os seus directores, que depois escreveram um relatório que diz que, com base na palavra da empresa CrowdStrike, têm alta confiança que a Rússia penetrou os servidores do Partido Democrata. A comunicação social pegou neste relatório e durante meses reportou que todas as 17 agências de espiões americanas acreditavam que a Rússia tinha penetrado os servidores do Partido Democrata. Agora sabe-se que apenas certas pessoas anti-Trump dentro da CIA, FBI e o do gabinete do Director de Serviços de Informação Nacionais concluíram isso.

 

Ignora também as declarações de Seymour Hersh, um dos jornalistas mais respeitados e com mais integridade no mundo, distinguido com o prémio Pulitzer por duas vezes, que diz que teve acesso a um relatório do FBI que diz que Seth Rich enviou emails do Partido Democrata para a Wikileaks.

 

“o presidente mais bem sucedido da história da América”

 

Cada um mede o sucesso de um presidente subjectivamente e por critérios diferentes. Se conseguiu implementar ou não leis com as quais concordamos. Se mudou o país para melhor. Se cumpriu com as suas promessas. Se superou obstáculos de enorme dificuldade.

 

No que toca a cumprir com promessas, Donald Trump é de longe um dos melhores presidentes de sempre por já ter cumprido com inúmeras promessas de campanha em apenas seis meses.

 

No que toca a superar obstáculos exteriores é também um dos melhores de sempre, ao conseguir não só ser eleito, mas cumprir com muitas das suas promessas quando tem o próprio partido contra ele (Partido Republicano), quando tem quase toda a comunicação social contra ele, quando tem membros da sua própria administração contra ele, quando tem quase todos os líderes mundiais contra ele, quando tem a indústria do entretenimento contra ele, quando tem todas as empresas que dominam as fontes e filtros de informação na internet contra ele (Google, Facebook, Twitter, Amazon, etc).

 

Duas das promessas já cumpridas - sair do tratado comercial Parceria Trans-Pacífico e do tratado Acordo do Clima de Paris - mantiveram os americanos em controlo de poderem votar em quem escreve as leis do seu país, ou seja, preservaram a democracia nos EUA e impediram que esta tivesse sido sequestrada por corporações multinacionais.

 

Por estas razões apenas, é legítimo que certas pessoas acreditem que Trump seja “o presidente mais bem sucedido da história da América”.

 

“conluio não é crime”

 

"Conluio" é uma palavra que os portugueses não usam mas que a comunicação social começou agora a usar porque é a tradução directa da palavra que a comunicação corporativa americana tem usado para descrever a relação entre Trump e o governo russo. Isto porque a comunicação social portuguesa reporta notícias internacionais repetindo aquilo que certas agências de comunicação social internacional noticiam quase inteiramente palavra por palavra.

 

Apesar de a comunicação continuar a insistir há mais de um ano que Trump tem ligações com o governo russo, ainda nenhuma prova tenha sido obtida pelas agências federais que têm especificamente investigado possíveis ligações. A investigação é agora liderada por um procurador especial, ex-director do FBI Robert Mueller, que não só é uma pessoa claramente anti-Trump, como nomeou para a sua equipa mais de uma dezena de advogados (algo sem precedentes) anti-Trump e que até fizeram donativos a Hillary Clinton.

 

No entanto a venda de 20% do urânio americano ao governo russo por parte de Hillary Clinton enquanto Secretária de Estado, em troca de donativos para a Fundação Clinton, não está a ser investigada e nunca foi noticiada pela comunicação social portuguesa.

 

“a culpa não é do Presidente, é dos Republicanos que estão a lutar contra ele.”

 

Trump prometeu durante a campanha presidencial que iria terminar e substituir o sistema obrigatório de seguros de saúde nos EUA conhecido por Obamacare. Para o fazer necessita da maioria de votos no Senado, depois de já ter recebido aprovação na Câmara de Representantes. A maioria dos Senadores são Republicanos e há 7 anos que dizem que querem terminar e substituir o Obamacare. Mas agora que tiveram a hipótese de o fazer, alguns deles votaram contra e o Obamacare mantém-se.

 

Mas para a" jornalista" estes pontos são absurdos, apesar de ela nem sequer tentar explicar porquê. Porque também não quer tocar naquilo em que se baseiam. Porque nos quer ignorantes e sob o controlo da sua narrativa.

 

É sabido que o presidente Trump não fica com o salário que recebe como presidente dos EUA e que o entrega a instituições de caridade. Mas a "jornalista" diz que é absurdo dizer que o presidente não recebe o salário. É errado dizer que não recebe o salário, porque de facto o recebe, mas não fica com ele. Por isso quem diz que ele não recebe não está a ser absurdo.

 

A "jornalista" também diz que é absurdo dizer que imigrantes ilegais nos EUA recebem subsídios e podem votar. Aqui a jornalista refere-se ás declarações de uma das convidadas da convenção, Ann Coulter, que explicou muito bem as bases, recorrendo aaté a documentos, que apoiam as suas declarações. Declarações que a própria adversária de debate não contrariou. Mas a "jornalista", outra vez, quer-nos cegos e nem sequer tenta ilustrar como as declarações de Ann Coulter, ou os factos e documentos em que se baseou, estão erradas. Aliás, a "jornalista" tem tanto receio que saibamos o que Ann Coulter tem para dizer que nem sequer refere o seu nome no artigo.

 

Só mesmo no fim do artigo é que a "jornalista" refere que a esquerda, ou seja, os apoiantes do Partido Democrata ou do Partido Verde, propagam "ideias que não são suportadas por factos e ninguém lhes consegue mudar a opinião, ou criticam o nepotismo de Trump sem reconhecer que Bill Clinton fez a mesma coisa.".

 

O que a "jornalista" não refere é que Donald Trump nunca teve que pagar um acordo em tribunal para resolver uma acusação de violação. Bill Clinton teve. Também aqui, na sua tentativa de parecer minimamente imparcial, a "jornalista" tenta manter-nos cegos e manipular-nos.

 

Rapidamente a "jornalista" vira-se de novo contra Trump:

 

"Mas dado o nível de histeria que existe entre os apoiantes de Trump, que acham que a CIA e o FBI inventaram o ciberataque da Rússia e que Trump venceu o voto popular nas eleições, eu diria que o pensamento mágico está muito mais forte desse lado."

 

Não é nenhum pensamento mágico. É um facto que o relatório escrito por certas pessoas no FBI e CIA não é baseado em provas mas sim na palavra de uma empresa de ciber-segurança com ligações ao Partido Democrata, a única entidade que o Partido Democrata permitiu que investigasse os seus servidores, em detrimento do FBI e Departamento de Segurança Interna que foram impedidos de o fazer em mais de 20 ocasiões.

 

"É, talvez, um mecanismo de defesa, porque se sentem acossados por todos os lados. A reação natural é reafirmar as convicções loucas quanto mais o resto da sociedade gritar que eles estão errados."

 

O resto da sociedade não está a dizer que os apoiantes de Trump estão errados. Quem o está a fazer é a comunicação social na sua quase totalidade e as pessoas que estão a ser impedidas de aceder a qualquer informação que apoie uma narrativa contrária à da comunicação social.

 

"É pouco provável que alguém tenha mudado de ideias ao ouvir posições contrárias nos debates da Politicon, mas houve pelo menos um elemento positivo: desta vez, nenhum algoritmo conseguiu filtrar a oposição. E ser exposto ao contrário do que acreditamos é sempre melhor que viver numa bolha."

 

Não, algumas pessoas de certeza mudaram de ideias ao serem expostas a nova informação que está deliberadamente a ser escondida pela "jornalista" Ana Rita Guerra e pela restante comunicação social. Porque as pessoas não são estúpidas nem paus mandados como certas pessoas em posições de poder gostavam que fossem.

 

E a referida bolha existe porque é criada por "jornalistas" como a Ana Rita Guerra e organizações de notícias como o Dinheiro Vivo que deliberadamente nos escondem informação e tentam manipular a nossa percepção do mundo com os seus artigos cheios de meias-verdades, alegações subtilmente escritas de modo a parecerem factos, notícias selectivas, títulos completamente enganosos e até mentirosos em alguns casos, e pura ofuscação de factos e provas relevantes e importantes para a nossa compreensão dos acontecimentos.

 

Pelo menos a "jornalista" finalmente admite que os gigantes da internet estão a censurar apoiantes de Trump, algo que nem ela nem a comunicação social portuguesa tem interesse em noticiar.

Rui Cardoso e Expresso recorrem a mentiras e escondem-nos informação para criar percepção que Trump está em apuros, é um agente russo e um ditador

Rui Cardoso e Expresso recorrem a mentiras e escon

 

No seu artigo de dia 30 de Julho para o Expresso com o título "Semana negra para Donald Trump", o "jornalista" Rui Cardoso começa por considerar uma das principais promessas eleitorais do presidente Trump uma "medida-fetiche".

 

Quando se candidatou a presidente, Donald Trump prometeu substituir o sistema de seguro de saúde obrigatório (Obamacare) criado por Obama, e apoiado pelo Congresso, que entregou o monopólio dos seguros de saúde a certas seguradoras - que aumentaram substancialmente o seu lucro como resultado - e fez o preço dos seguros aumentarem, em alguns casos até 5 vezes mais.

 

Um dos arquitectos do programa, Jonathan Gruber, andou a gabar-se pelas universidades americanas de ter enganado os estúpidos dos americanos, e que a falta de transparência política foi uma grande vantagem política para criar o Obamacare.

 

O Obamacare obrigou um grande número de pequenas e médias empresas a despedir trabalhadores por se verem obrigadas a pagar seguros mais caros que não conseguem pagar, e a contratar empregados a tempo parcial para evitar pagar seguro. Obrigou também, a quem não quis mudar para uma seguradora na lista do Obamacare, ter que pagar uma taxa de milhares de dólares por ano quando Obama disse que esse não seria o caso. Obrigou também muitos americanos a mudar de médico quando Obama prometeu aos americanos que podiam continuar com os seus médicos.

 

Para impedir que Obamacare falhasse por falta de dinheiro, já que os contribuintes se viram de repente a ter de suportar também os custos dos seguros das pessoas mais pobres e o dinheiro não chega para isso, Obama roubou os accionistas de dois bancos controlados parcialmente pelo governo americano, Fannie Mae e Freddie Mac, que dão crédito à habitação a pessoas pobres.

 

Mas o "jornalista" Rui Cardoso deixa propositadamente tudo isto de fora e limita-se a mandar a sua boca de que uma promessa eleitoral é um fetiche.

 

O Senador Republicano John McCain, que durante a sua campanha para o Senado prometeu pôr fim ao Obamacare, quando teve oportunidade para o fazer com o seu voto, fez o contrário. O "jornalista" Rui Cardoso do Expresso chama a isto uma "lição de democracia". Mas o presidente Trump que apenas está a tentar cumprir uma promessa eleitoral, esse já está a tentar implementar uma "medida-fetiche".

 

De referir que o "jornalista" está a tentar também elogiar um dos admitidos responsáveis por ter ajudado a financiar grupos terroristas na Síria com dinheiro dos cidadãos americanos.

 

Lisa Murkowski, outra Senadora do Partido Republicano que votou contra a proposta de acabar com o Obamacare depois de ter prometido aos americanos o contrário, foi criticada por Trump, ou como o "jornalista" diz, foi "atacada", e em resposta "reagiu anulando reuniões oficiais marcadas para ratificar a nomeação de novos altos funcionários públicos.".

 

Aqui o "jornalista" já não liga nenhuma à democracia, visto que não lhe parece nada anti-democrático que a Senadora tenha criado um obstáculo ao processo de governação de um presidente eleito simplesmente porque foi criticada pelo presidente.

 

O "jornalista" Rui Cardoso também encobre a situação na Ucrânia ao mencionar a "anexação da Crimeia" e "desestabilização do leste da Ucrânia", sem referir que o admitido colaborador Nazi (60 Minutos) George Soros disse à CNN que os grupos que financia tiveram um papel importante na desestabilização da Ucrânia, que levou ao derrube do seu governo, e também que Victoria Nuland do Departamento de Estado de Obama admitiu ter contribuído 5 mil milhões de dólares para essa operação.

 

O "jornalista" Rui Cardoso acusa Trump de ter criticado o Procurador-Geral dos EUA por não o ter protegido "das investigações sobre a pista russa". Algo que é uma completa mentira já que Trump até hoje nunca disse que queria ser protegido, e segundo o director do FBI que despediu recentemente até estava de acordo com a investigação ás alegadas ligações entre membros da sua campanha presidencial e o governo russo.

 

Mas desde que a investigação começou há quase um ano ainda não surgiu nenhuma prova que sustentasse tais alegações, e daí o descontentamento do presidente Trump com o incessante desenrolar desta investigação. Enquanto, por outro lado, Hillary Clinton não está a ser investigada quando se sabe que recebeu mais de 100 milhões de dólares do governo russo em troca da venda de 20% do urânio (elemento essencial para criar armas nucleares) americano enquanto Secretária de Estado. Venda, após a qual, Bill Clinton recebeu o dobro do que recebe normalmente numa palestra na Rússia. O "jornalista", tal como a restante comunicação social, ignoram completamente estes factos e fazem-no propositadamente.

 

O "jornalista" Rui Cardoso fala em demissões sucessivas de pessoal da Casa Branca, dando os exemplos de o porta-voz do presidente Sean Spicer e depois do chefe de gabinete Reince Priebus, deixando de fora que ambos foram forçados a demitir-se por terem sido expostos como responsáveis de fugas de informação para a comunicação social anti-Trump. Esta é uma clara tentativa de criar a percepção que Trump não sabe gerir a Casa Branca e impedir que saibamos que Trump está a ser sabotado pelos seus mais directos colaboradores, que ao contrário de Trump, não foram eleitos por povo nenhum.

 

O "jornalista" Rui Cardoso diz também que "Trump conseguiu ainda criar fricções com a hierarquia militar:

 

"Quarta-feira dia 26 de Julho, as chefias militares foram apanhadas de surpresa pela decisão de Trump de proibir transexuais nas forças armadas (porque supostamente a sua condição implicaria gastos acrescidos com a saúde).".

 

Claro que o "jornalista" deixa de fora qualquer opinião de qualquer membro das Forças Armadas que invoque razões altamente razoáveis para que transexuais não sejam admitidos, e claro que deixou de fora que Trump tem o apoio da vasta maioria dos militares e teve o voto da vasta maioria dos militares, e que sob Trump as Forças Armadas já praticamente correram com o Estado Islâmico da Síria e do Iraque, algo que a comunicação social também se recusa a noticiar.

 

O "jornalista" Rui Cardoso deixa tudo isto de fora porque todo o seu artigo foi escrito no contexto de uma suposta semana negra para Trump, então toda a narrativa tem que apontar nesse sentido nem que se tenha que mentir e omitir informação relevante para manipular a opinião do leitor.

 

Ao mesmo tempo, nenhum artigo foi escrito no contexto de uma suposta semana negra para o Partido Democrata quando há excelentes razões para o fazer.

 

A razão é que a comunicação social não quer que saibamos que Imran Awan foi apanhado com 300 mil euros a tentar fugir dos EUA um dia depois de o FBI ter encontrado discos-rígidos destruídos na sua casa.

 

Quem é Imran Awan? É um dos três irmãos paquistaneses que durante mais de 15 anos trabalharam para o Partido Democrata na capacidade de técnicos de informática, recebendo um total combinado superior a 4 milhões de dólares. Apesar de outros técnicos terem oferecido os seus serviços por muito menos dinheiro, os congressistas do Partido Democrata para quem os irmãos trabalharam recusaram sempre.

 

Durante o tempo que trabalharam para o partido, os irmãos tiveram acesso a informação confidencial de dezenas de congressistas. A polícia de Washington D.C. está a investigar os 3 irmãos por serem suspeitos de terem roubado informação e equipamento do Congresso. Existem declarações de um colega dos irmãos Awan que diz que acredita que eles roubaram informação.

 

O Partido Democrata, mesmo sabendo que em Fevereiro deste ano a polícia os tinha impedido de aceder à rede interna do Congresso por suspeitas de roubo de informação, não os despediu e até alterou os seus títulos de "técnicos de informática" para "conselheiros" para que pudessem continuar a ter acesso à rede interna do Congresso e a receber ordenados exorbitantes.

 

Registos de tribunais e outros documentos oficiais são a fonte de toda esta informação sobre os irmãos. Os documentos também sugerem que os irmãos poderão ter estado envolvidos em outros crimes como fraude fiscal, fraude financeira, fraude de seguros, extorsão, entre outros.

 

O Coronel Anthony Schaffer, ex-chefe da secção militar americana de contra-terrorismo no médio-oriente, disse à Fox News que a informação roubada pelos irmãos terá ido parar ás mão da Irmandade Muçulmana, uma organização conhecida por financiar terroristas.

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-senso e mentiras para acusar Trump de dar poder a gangue sanguinário MS-13

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-se

 

O "jornalista" Rui Cardoso do Expresso escreveu um artigo no dia 30 de Julho com o título "O gangue sanguinário que faz o jogo de Trump" numa fraca tentativa de criar uma má imagem do presidente Donald Trump através de mentiras e ofuscação de informação pertinente, muito em linha com alguns dos seus colegas e especialmente com os donos da comunicação social portuguesa.

 

Durante todo o artigo sobre os esforços de Donald Trump para combater o gangue criminoso MS-13 originário da américa do sul, o "jornalista" recusa-se a falar nas cidades santuário (cidades americanas que ignoram as leis da imigração e protegem imigrantes ilegais) que se recusam a deportar membros do gangue MS-13, tal como qualquer outro imigrante ilegal que tenha sido preso por crimes violentos, quando libertados da cadeia.

 

Isto foi admitido pelo governo de Barack Obama quando disse perante o Congresso que 86.000 imigrantes ilegais criminosos foram libertados pelas cidades santuário sem serem deportados durante um espaço de 3 anos. Mais de 100 desses criminosos voltaram a matar, e milhares deles voltaram a cometer crimes.

 

O "jornalista" Rui Cardoso aponta a deportação de membros do gangue MS-13 dos EUA como razão da sua proliferação a nível do continente americano, e por isso não devem ser deportados:

 

"Acresce que, ao longo de décadas, uma das coisas que espalhou o MS-13 como uma praga foi a política de deportações para o país de origem de gente condenada nos EUA por pertencer ao grupo."

 

Diz que as políticas de Barack Obama de não controlar as fronteiras não contribuiu para o aumento do número de membros do gangue MS-13.

 

Depois diz que o gangue recruta principalmente migrantes - o termo politicamente correcto para imigrantes ilegais - e apesar de Trump ter cortado em 65% as entradas ilegais nos EUA, essa política está até a dar força ao gangue.

 

Mas depois admite que estes "migrantes" são o principal alvo de recrutamento do gangue, e não ajudam a polícia a denunciar o gangue porque têm medo de serem deportados. Mas enquanto Obama esteve no poder não se registou nenhuma cooperação por parte destes "migrantes" recrutados pelo gangue com a polícia. E se o número de "migrantes" a entrar nos EUA já diminuiu para mais de metade, o gangue deveria agora ter muito mais dificuldade em recrutar novos membros. Mas esta lógica não faz parte do raciocínio do "jornalista" Rui Cardoso, que apesar de admitir que o gangue recruta imigrantes ilegais, acha que se existirem menos imigrantes ilegais o número de membros do gangue não irá diminuir e irá até aumentar.

 

O "jornalista" acha que a melhor política é continuar a não controlar as fronteiras e a não deportar imigrantes ilegais, mesmo criminosos violentos, na esperança que imigrantes ilegais alvo de recrutamento do gangue ajudem a polícia a denunciar o gangue. Apesar de isso não ter acontecido enquanto as fronteiras não foram controladas e as deportações não foram feitas e imigrantes ilegais foram protegidos e até libertados da prisão apesar de terem sido presos por crimes graves como violação de crianças e homicídio e voltaram a matar e a violar.

 

Violações de crianças por parte de imigrantes ilegais acontece milhares de vezes por ano, se contarmos apenas as incidências no estado da Carolina do Norte registadas pelo seu Gabinete de Imigração. Os EUA têm mais outros 49 estados.

 

Rui Cardoso e Expresso utilizam completo contra-se

 

Youtube bloqueia vídeo de sátira da CNN por o considerar "enganador"

 

O vídeo criado pelo youtuber Mark Dice foi bloqueado em Julho, segundo o Youtube, por ser "enaganador". O vídeo é nada mais que uma sátira da CNN recorrendo apenas a imagens da própria CNN.

 

Mark Dice e os seus subscritores responderam ao bloqueio do vídeo enviando uma barragem de mensagens ao Youtube pelo Twitter. O Youtube cedeu à pressão e respondeu dizendo que irá permitir que o vídeo volte a ser publicado.

 

Vídeos com informação "enganadora" existem em abundância no Youtube. A razão pela qual o vídeo de Mark Dice foi bloqueado será então outra, já que o vídeo nem sequer contem informação "enganadora" como o Youtube acabou por admitir.

 

O youtuber Mark Dice é um apoiante do presidente Donald Trump e constantemente expõe mentiras propagadas pela comunicação social e corrupção dentro de governos e instituições internacionais aliados com as grandes corporações.

 

Os gigantes da internet Google, Youtube, Facebook e Twitter já por várias vezes mostraram ser anti-Trump e têm aos poucos alterado os seus termos de utilização para censurar as vozes que apoiam Donald Trump e expõem corrupção dentro de governos e instituições políticas aliados a grandes corporações multinacionais, como é o caso do Youtube.

 

Este foi o vídeo que o Youtube classificou como "enganador" e decidiu bloquear:

 

 

Ex-governante do Haiti encontrado morto dias antes de testemunhar em tribunal que Fundação Clinton desviou 5,5 mil milhões do dinheiro angariado depois do terramoto de 2010 - comunicação social ignora

Ex-governante do Haiti encontrado morto dias antes

 

Klaus Eberwein tinha dito à World Net Daily que organizações do Haiti receberam apenas 0,6% do dinheiro, o governo do Haiti recebeu 9,6%, e o restante, 5,4 mil milhões de dólares, foram para organização que não eram do Haiti.

 

Klaus Eberwein, antigo director da agência de desenvolvimento económico do Haiti, tinha dito a amigos que temia pela sua vida por estar a enfrentar a Fundação Clinton, que considerava ser um grupo de mentirosos, ladrões e criminosos.

 

Foi encontrado morto no dia 14 de Julho com um tiro de caçadeira na cabeça a poucos dias de testemunhar em tribunal contra a Fundação Clinton. A polícia diz que foi suicídio. Amigos e família não acreditam.

 

Depois do terramoto no Haiti, o marido de Chelsea Clinton ficou com a conceção de minas de metais preciosos/minerais raros.

 

A comunicação social recusa-se a noticiar qualquer um destes factos enquanto constantemente publica e dá destaque a qualquer notícia que tente criar uma má imagem do presidente Donald Trump, mesmo que recorrendo a mentiras e meias-verdades.

Advogada russa que se encontrou com filho de Trump tem várias ligações com inimigos de Donald Trump - comunicação social ignora

Advogada russa que se encontrou com filho de Trump

 

A sua entrada nos EUA foi permitida pelo Departamento de Justiça de Obama em "circunstâncias extraordinárias" depois de ter sido rejeitado o visto de estadia na primeira tentativa, segundo a organização de notícias The Hill.

 

Essa permissão de estadia em "circunstâncias extraordinárias" já tinha passado de validade quando a advogada russa, Natalia Veselnitskaya,  que há já muitos anos deixou de trabalhar para o governo russo, se encontrou com um dos filhos de Donald Trump, Donald Jr. Trump.

 

A advogada terá prometido informações comprometedoras sobre a opositora de Trump nas eleições presidenciais, Hillary Clinton. Mas segundo o filho de Trump, não cumpriu com a promessa e apenas quis falar sobre leis de adopção. Algo que a própria confirmou à comunicação social.

 

8 dias depois de se encontrar com o filho de Trump, a advogada foi vista exactamente atrás do Embaixador dos EUA para a Rússia nomeado por Obama, Michael McFaul, durante uma audiência do Comité de Negócios Estrangeiros do Congresso americano.

 

A firma de advogados para a qual a advogada trabalha, Kramerton Consulting, tem um escritório em Moscovo mas não tem nenhum contacto disponível.

 

Em Janeiro deste ano, a advogada russa publicou no Facebook fotos supostamente tiradas por si no meio de um protesto anti-Trump financiado por George Soros, um assumido colaborador nazi (60 Minutos) e inimigo de Trump.

 

Nas suas publicações no Facebook constam também notícias que tentam criar uma má imagem de Donald Trump e uma boa imagem de Hillary Clinton.

 

Tudo isto são provas de ligações da advogada russa ao Partido Democrata e a outros inimigos de Trump que a comunicação social corporativa portuguesa se recusa a noticiar.

 

Mas as ligações da advogada a entidades anti-Trump não se ficam por aqui.

 

Em Dezembro de 2015, a advogada russa tinha também publicado no Facebook uma foto supostamente tirada por si dentro do gabinete do Senador John McCain, um dos maiores inimigos de Trump. A foto mostra o Senador ao lado de outro sujeito que a advogada não identifica na publicação.

 

O Senador John McCain é a mesma pessoa que enviou um dos seus acessores para a Rússia em busca de um dossier com informação comprometedora e falsa sobre Donald Trump depois de ter sido informado pelo ex-diplomata britânico próximo de Tony Blair, Sir Andrew Wood, da existência de tal dossier.

 

O dossier foi elaborado pelo ex-espião britânico Christopher Steele, dono da empresa Fusion GPS, empresa com a qual a advogada russa tem ligações

 

Uma na forma de tanto a advogada como a Fusion GPS terem trabalhado para uma empresa russa chamada Prevezon Holdings.

 

Outra na forma de lobbies dentro do governo americano para tentar influenciar leis de adopção, algo que tanto a advogada como a Fusion GPS fizeram no mesmo sentido.

Sabe-se agora que toda a informação contida nesse dossier da Fusion GPS é falsa.

 

No dia em que a notícia foi publicada que o ex-espião britânico Christopher Steele era o homem da Fusion GPS por detrás do dossier, este saiu apressadamente de casa e pediu a um vizinho, Mike Hopper, para tomar conta dos seus animais de estimação, segundo disse esse vizinho à agência France Presse (AFP).

 

Mas a única ligação que a comunicação social tem feito é a de que a advogada há muitos anos atrás trabalhou para o governo russo, numa tentativa desesperada de criar uma ligação entre Donald Trump e o governo russo na esperança de convencer o público que Trump é um agente russo e tem que ser retirado do cargo de presidente dos EUA.

Comunicação social tenta fazer-nos acreditar que ninguém concorda com as políticas de Donald Trump

Comunicação social tenta fazer-nos acreditar que

 

O único líder mundial que está a cumprir com as suas promessas eleitorais e que está constantemente a ser atacado pelo sistema defende políticas muito diferentes das dos outros líderes mundiais. Apesar de estar sozinho na cimeira do G20, o povo americano que o elegeu está com ele porque tem cumprido com as suas promessas, e são essas as pessoas que o presidente dos EUA jurou representar.

 

No entanto a comunicação social pega nesta situação e escreve um artigo com o título “A conclusão do G20: Trump está sozinho no mundo”, numa tentativa desesperada de tentar fazer-nos acreditar que ninguém concorda com Trump simplesmente porque os líderes mundiais presentes na cimeira do G20 em Julho não concordam com ele. Os mesmos líderes que são incapazes de cumprir com as promessas que fazem quando estão em época de eleições.

Ex-director do FBI guardou no seu computador privado documentos confidenciais do Estado, segundo o FBI - comunicação social ignora

Ex-director do FBI guardou no seu computador priva

 

De acordo com o que oficiais do FBI disseram ao The Hill em Julho, o ex-director do FBI James Comey guardou no seu computador privado 7 memorandos de conversas que teve com o presidente Trump, o que é ilegal. 4 desses memorandos continham informação confidencial, o que é ainda mais grave. Isto prova também que o ex-director James Comey mentiu sob juramento perante o Senado em Junho quando disse que não tinha guardado informação confidencial no seu computador privado, informação que até admitiu ter passado à comunicação social (o que também é ilegal) com o intuito de criar uma investigação sobre as acções de Donald Trump perante a investigação do FBI a alegadas ligações entre membros da sua campanha presidencial e o governo russo.

 

Essa investigação está convenientemente a ser liderada pelo amigo pessoal e mentor de James Comey, e também ex-director do FBI, Robert Mueller.

 

Ao ser nomeado procurador especial para o caso, Robert Mueller imediatamente nomeou para a sua equipa 15 advogados (algo sem precedentes), metade deles apoiantes de Hillary Clinton e cerca de 3 contribuíram financeiramente para a campanha presidencial de Hilary Clinton ou para a Fundação Clinton.

 

Durante a audiência perante o Senado em Junho, James Comey admitiu que não só Trump não pediu que o FBI parasse qualquer investigação, como disse que Trump apoiava a investigação a alegadas ligações entre o governo russo e membros da sua campanha presidencial. No entanto James Comey disse também que ficou com a impressão que Trump não queria que um dos membros da sua campanha presidencial e ex-Conselheiro de Segurança Nacional, General Michael Flynn, fosse investigado. Isto apesar de admitir que as palavras de Trump, contidas no memorando que escreveu e ilegalmente entregou à comunicação social por intermédio de um amigo seu, não reflectem isso.

 

A comunicação social portuguesa transmitiu em directo a audiência em Junho quando se especulava que Comey iria revelar provas que Trump impediu a investigação ás alegadas ligações da sua campanha presidencial com a Rússia.

 

Agora a comunicação social portuguesa não só não está a noticiar que Comey mentiu e admitiu ter cometido ilegalidades, como continua a noticiar toda e qualquer alegação de ligações entre a campanha presidencial de Donald Trump e o governo russo, a ignorar notícias que provam que todas as alegações não têm base em provas, e até foi capaz de noticiar depois da audiência em Junho que Comey tinha dito que Trump lhe pediu para não investigar Michael Flynn, quando Comey durante a audiência diz especificamente que as palavras de Trump não reflectem isso.

Washington Post admite que publica propositadamente notícias completamente falsas

 

 

A notícia falsa foi escrita e publicada pelo Washington Post com a clara intenção de descredibilizar o Project Veritas Action, uma organização de jornalistas de investigação que constantemente expõe crimes e corrupção no governo americano e na comunicação social corporativa americana.

 

A comunicação social portuguesa não só ignorou esta notícia como continua a recorrer ao Washington Post como uma organização credível.