Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Chave Mestra

Chave Mestra

Comunicação social portuguesa recorre a mentiras para nos fazer acreditar que ex-estratega de Trump considera a demissão de ex-director do FBI o maior erro da história política moderna

Comunicação social portuguesa recorre a mentiras

 

O ex-director do FBI James Comey já mentiu várias vezes sob juramento perante o Congresso americano, considerou Hillary Clinton culpada de vários crimes mas não recomendou a sua acusação, recusou-se a investigar quaisquer indícios de crimes cometidos pelos Clinton (incluindo venda de 20% do urânio americano à Rússia, de tecnologia de misseis inter-balísticos à China e de tecnologia nuclear à Coreia do Norte), recusou-se a investigar quaisquer indícios de crimes cometidos por Obama e os seus círculos dentro da administração que continuam em grande número dentro na Casa Branca, seguiu ordens ilegais da Procuradora-Geral Loretta Lynch para chamar à investigação a Hillary Clinton um "caso" e não uma investigação, libertou assumidamente informação confidencial para a comunicação social, recusou-se durante meses a divulgar que Donald Trump não se encontrava sob investigação enquanto a comunicação social noticiava o contrário, e agora sabe-se através de testemunhas dentro do FBI que escreveu um documento a considerar Hillary Clinton inocente antes da investigação terminar e antes de Hillary Clinton e testemunhas-chave terem sido interrogadas. Como deu também imunidade a essas testemunhas-chave antes de serem interrogadas, elas depois acabaram por se recusar a serem interrogadas utilizando a imunidade que lhes foi dada.

 

A comunicação social portuguesa tem-se recusado a noticiar todos estes factos ao mesmo tempo que tem dado destaque a qualquer notícia alegando que Trump é um agente russo, um racista e um incompetente, numa clara tentativa de manipular a nossa opinião sobre acontecimentos importantes no mundo.

 

A comunicação social portuguesa tem chamado ao ex-estratega de Donald Trump, Steve Bannon, um racista e supremacista branco em qualquer artigo que escreve sobre o mesmo, sem nunca apresentar provas.

 

Agora que Steve Bannon fez uma declaração no programa 60 Minutos que de certo modo está alinhada com a narrativa que a comunicação social está a tentar vender-nos - que Trump é um incompetente - a comunicação social já não o chama de racista ou supremacista branco.

 

No artigo da Lusa publicado pela SIC Notícias a 11 de Setembro e com destaque em toda a comunicação social com o título "Demissão de Comey foi o maior erro da história política moderna", a comunicação social não só tenta manipular a nossa percepção dos acontecimentos no mundo como recorre a mentiras para o fazer, e até as mete no próprio título, algo que tem acontecido com regularidade como este blog tem documentado.

 

Isto porque a citação que a própria Lusa atribui a Bannon não é sinónima daquilo que está no título da notícia, como a própria Lusa escreve no seu próprio artigo mas não no respectivo título de notícia, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê o título:

 

Questionado se confirma que descreve a demissão do comei (Comey) como o maior erro da história política, Bannon relativizou a afirmação.

"Isso provavelmente seria demasiado grandiloquente, inclusive para mim, mas talvez (da) história política moderna."

 

Steve Bannon disse que talvez tenha sido o maior erro da história política moderna, mas a Lusa, e a comunicação social, não têm problemas em alterar a citação de Bannon para noticiar que disse que foi o maior erro da história política moderna. Não talvez, mas efectivamente. Porque isso cria uma imagem muito pior de Donald Trump.

 

Talvez, se Donald Trump realmente fosse tão mau como a comunicação social tenta fazer parecer, não seria necessário mentirem constantemente sobre ele como este blog tem documentado.

 

E se a comunicação social tivesse o mínimo respeito pelos portugueses, também nunca nos iria mentir, mentir propositadamente assumindo isso mesmo no seu próprio artigo, e mentir com a clara intenção de manipular a nossa percepção de acontecimentos importantes no mundo para nos deixar impotentes para corrigir o que está errado.

Comunicação social e governos protegem bancos centrais privados responsáveis pela dívida de países e que criam dinheiro a partir do nada para emprestar a países e metê-lo no bolso quando o recebem de volta

Bancos privados responsáveis pela dívida de paí

 

O Banco de Portugal, banco central que lucra com a dívida de países e que, juntamente com o Banco Central Europeu, controla a sua política monetária que tem um impacto directo e crítico em todos os aspectos da vida dos portugueses e europeus, constantemente fazem um péssimo trabalho a regular os bancos financeiros e comerciais, e não revela quem são os seus accionistas apesar de se saber historicamente que são privados quase na sua totalidade.

 

O Banco de Portugal é um de muitos bancos centrais europeus privados que compõem o Banco Central Europeu.

 

O presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, disse no dia 22 de Agosto em Lindau na Alemanha que a independência dos bancos centrais privados tornou a política monetária mais transparente (apesar de não podermos saber quem são os seus donos que estão a criar milhares de milhões de euros a partir do nada, a meter esse dinheiro no bolso quando o recebem de volta, lucrando através de vigarice com as dívidas dos países que os próprios bancos centrais ajudam a criar), e apesar de não podermos fazer uma auditoria ás contas destes bancos centrais.

 

O Banco Central Europeu lucra com a dívida de países e controla a política monetária dos países que aderiram ao euro, constantemente faz um péssimo trabalho a regular os bancos financeiros e comerciais, e não revela quem são os seus accionistas apesar de se saber historicamente que são privados quase na sua totalidade.

 

Este banco pode também, e encontra-se neste momento, a criar dinheiro a partir do nada para comprar a dívida de países que ninguém quer comprar, dívida que devia estar a ser cobrada pelo próprio BCE, já que foi este o banco central que deu crédito aos países na primeira instância, mas que em vez disso está a comprar a própria dívida que emitiu, e onde criou dinheiro partir do nada para a emitir também nessa primeira instância.

 

O Banco Central Europeu começou em 2015 a cometer esta vigarice sobre vigarice, criando 60 mil milhões de euros todos os meses a partir do nada para comprar dívidas de instituições privadas. Em 2016 elevou a fasquia para 80 mil milhões por mês e começou a comprar também a dívida de países. No entanto, o Banco Central Europeu apenas conta com 9 mil milhões de euros de dinheiro real nos seus cofres.

 

Os entendidos chamam a esta vigarice sobre vigarice Quatitative Easing (QE) ou Flexibilização Quantitativa em português. Nem a comunicação social nem o governo português alguma vez explicou isto aos portugueses.

 

À excepção do Banco de Itália, estes bancos centrais não são obrigados a divulgar os seus donos e por isso não o fazem.

 

O Banco de Itália, banco central de Itália, é detido em 10% pelo Estado italiano, em 42% por Intesa Sanpaolo, e em 22% por UniCredit, tendo os restantes accionistas do banco fatias de 1%.

 

Sabe-se historicamente que os outros bancos centrais, incluindo o Banco de Portugal, são também detidos maioritariamente por instituições privadas.

 

O Governador do Banco de Portugal disse no dia 25 de Setembro que está preocupado com a falta de independência do Banco de Portugal. Ou seja, quer que o governo português tenha ainda menos controlo sobre o banco privado que faz dinheiro com a dívida do país e que tem sido em grande parte responsável por essa dívida com os grotescos erros de supervisão. Acrescentando a tudo isto, o Banco de Portugal não presta contas ao governo português mas sim ao Banco Central Europeu, que não é eleito por povo nenhum.

 

Neste momento o único poder que o governo português tem sobre o Banco de Portugal é o de nomear e despedir o seu Governador.

 

O executivo que lidera o Banco Central Europeu é nomeado pelos governadores dos vários bancos centrais que compõem o Banco Central Europeu.

 

A única instituição que tem algum poder sobre o Banco Central Europeu é a Comissão Europeia, que tal como o executivo do Banco Central Europeu, não é eleita por povo nenhum mas sim nomeada pelos chefes-de-Estado dos países-membros da União Europeia que aderiram ao euro, a partir de uma lista que não se sabe exactamente como é criada.

 

Historicamente, e como se regista presentemente, sempre que bancos centrais privados tomam controlo da politica monetária de um país, a divida desse país não para de aumentar ao mesmo tempo que as fortunas oficialmente desconhecidas dos seus donos anónimos também não pára de aumentar.

FBI recusa-se a entregar documentos relacionados com investigação sobre Hillary Clinton por considerar não existir interesse público suficiente - comunicação social ignora

FBI recusa-se a entregar documentos relacionados c

 

Em Agosto o FBI escreveu ao advogado Ty Clevenger, que tinha recorrido à Lei de Liberdade de Informação para obter os documentos, dizendo que este não tinha demonstrado "que o interesse do público na libertação dos documentos tem mais peso que os interesses de privacidade pessoal do sujeito (Hillary Clinton)", por isso não iria libertar os documentos.

 

No ano passado o então director do FBI James Comey disse que o FBI tinha concluído que Hillary Clinton tinha cometido crimes ao utilizar um servidor privado para tratar de assuntos governamentais e confidenciais, mas como não o tinha feito intencionalmente não recomendou que fosse processada.

 

Isto apesar de Hillay Clinton ter mentido sob juramento ao Congresso americano que tinha entregue todos os emails do Estado quando se sabe agora que contratou a empresa BleachBit para os apagar, e que mentiu quando disse que apenas utilizou um servidor privado quando utilizou mais que um.

 

Sabe-se agora também que o então director do FBI James Comey considerou Hillary Clinton inocente muito antes de ter concluído a investigação ou sequer entrevistado Hillary Clinton ou outras testemunhas-chave (ás quais deu imunidade antes de as entrevistar e por isso recusaram-se a ser entrevistadas), segundo testemunharam ao Congresso americano o ex-Chefe de Gabinete de James Comey e a agente do FBI Trisha Anderson.

 

O advogado Ty Clevenger disse o seguinte ao Washington Times sobre a recusa do FBI:

 

"Estou estupefacto. Isto é exactamente aquilo que eu esperaria caso a Senhora Clinton tivesse ganho as eleições, mas não ganhou. Parece que a administração de Obama continua a gerir o FBI."

 

"Como pode uma notícia receber cobertura nacional e não ser um assunto de interesse público?"

 

Esta notícia, tal como qualquer outra notícia que pinte uma má imagem de Hillary Clinton ou Barack Obama, está a ser ignorada pela comunicação social portuguesa.

Ex-director do FBI considerou Hillary Clinton inocente muito antes de terminar a investigação - comunicação social ignora

Ex-director do FBI considerou Hillary Clinton inoc

 

Segundo informação a que os Senadores Chuck Grassley e Lindsey Graham do Partido Republicano tiveram acesso, o ex-director do FBI James Comey considerou Hillary Clinton inocente antes de ter sido entrevistada pelo FBI, ao contrário daquilo que James Comey testemunhou perante o Senado.

 

A informação originou da entrevista a dois agentes do FBI - Chefe de Gabinete do director James Rybicki e Trisha Anderson do departamento de Segurança Nacional e Lei Cibernética.

 

A comunicação social portuguesa está a ignorar esta notícia ao mesmo tempo que continua a tentar encobrir os crimes que o FBI concluiu que Hillary Clinton cometeu, como é prova o recente artigo da "jornalista" Joana Azevedo Viana para o Expresso "Genro de Trump criou e usou email privado para discutir questões governamentais".

 

A comunicação social portuguesa também se tem recusado a noticiar que o ex-director do FBI, James Comey, mentiu repetidamente e sob juramento perante o Congresso dos EUA, e ilegalmente e assumidamente libertou informação confidencial para a comunicação social com a intenção de iniciar uma investigação especial a Donald Trump, sem a supervisão do Congresso americano, a alegadas ligações de Trump ao governo russo.

 

Essa investigação especial está agora a ser liderada pelo amigo pessoal de James Comey e também ex-director do FBI Robert Mueller.

Sueco condenado a pagar coima por comer carne de porco na presença de muçulmanos - comunicação social ignora

Sueco condenado a pagar coima por comer carne de p

 Segundo noticiou a marsta.nu, um sueco de 53 anos em Estocolmo comeu carne de porco na presença de 3 mulheres muçulmanas num comboio e por esse acto foi condenado pelo tribunal sueco a pagar coimas ás 3 mulheres e ao Estado sueco porque os seus actos foram considerados "comportamento ofensivo".

Terroristas islâmicos ensinam crianças sírias a encenar ataques químicos - comunicação social ignora

 

O vídeo foi originalmente publicado no Youtube em 2013 . As bandeiras nele visíveis representam grupos terroristas na Síria e as crianças são levadas a acreditar que o que estão a fazer é apenas algo divertido e inofensivo.

 

Inúmeros ataques químicos e bombardeamentos contra a população síria têm sido culpados no governo sírio. Mas em várias ocasiões provas mostraram que o culpado não era o governo sírio mas sim grupos terroristas. Em alguns casos foi provado que os ataques não tinham sequer existido, tinham sim sido encenados. Mas isso não impediu que canais internacionais como a BBC, CNN e outros tivessem atribuído credibilidade a vídeos claramente encenados.

Jornalista alemão cumprirá 6 meses de pena suspensa por dizer no Facebook que os Nazis eram aliados do islão e que há quem acredite que o islão é uma ideologia fascista

sturzenbergerfb.jpg

 

No Facebook alemão é uma antiga agente da Polícia do Estado fascista e autoritário Nazi quem lidera a equipa de censura. A empresa contratada pelo Facebook para levar a cabo a censura, Network Against Nazis, foi fundada e colabora com a Fundação Amaedu Antonio, liderada por Anetta Kahane que entre 1974 e 1982 trabalhou para a Polícia de Estado Nazi sob o nome ‘Victoria’.

 

O jornalista Michael Stürzenberger mostrou na sua página do Facebook o facto histórico que os Nazis eram aliados do islão, e que há quem considere o islão uma ideologia fascista. No dia 18 de Agosto foi sentenciado a 6 meses de prisão por ter publicado isso no Facebook.

 

A seguinte é uma tradução da publicação em questão do jornalista no Facebook:

 

"A ideia de que o islão é uma ideologia fascista foi apresentada há dois anos pelo cientista político egípcio Hamed Abdel-Sama no seu Livro "Fascismo Islâmico". Embora isto já fosse claro para o antigo primeiro-ministro britânico Winston Churchill ("O Corão é o Mein Kampf (livro escrito por Hitler) do Profeta Maomé"), mas o politicamente correcto tem impedido há muito que este facto seja mencionado. O ministro do interior da Baviera (região alemã) Joachim Herrmann agora também se juntou à onda e compara o Mein Kampf com os incentivos de guerra do Estado Islâmico que podem ser lidos na internet. Dai até ao Corão é apenas um pequeno passo, que ele não se atreve a dar. O Süddeutsche Zeitung (jornal alemão), num artigo na sexta-feira, descreve o pacto Nazi com o islão e também cita importantes declarações feitas por Himmler e Hitler. Mais informação no Politically Incorrect."

Ex-director técnico da Agência de Segurança Nacional dos EUA conta como elementos corruptos do governo americano permitiram os atentados do 11 de Setembro como pretexto para espiar o mundo e fazer dinheiro

 

Programa de vigilância eficaz e legal de 200 milhões de dólares que poderia ter identificado os terroristas e previsto os atentados foi deliberadamente substituído por programa completamente ineficaz e criminoso de mais de mil milhões de dólares.

 

O principal responsável pela decisão criminosa, e por isso um dos principais culpados pelos atentados do 11 de Setembro, o então director da Agência de Segurança Nacional Michael Hayden, foi depois promovido a vice-director dos Serviços de Informação Nacionais e mais tarde a director da CIA.

Estados Unidos e Europa apanhados a vender armas a terroristas através de companhia aérea do Azerbeijão e sob a protecção de imunidade diplomática - jornalista que descobriu foi despedida, comunicação social ignora

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva encontrou armas da Bulgária nos armazéns subterrâneos dos terroristas islâmicos da Al-Nusra (Al-Qaeda) em Alepo na Síria. Seguiu o seu rasto e descobriu que a companhia aérea do Azerbeijão pertencente ao Estado, Silk Way Airlines, em pelo menos 350 ocasiões nos últimos 3 anos transportou armas europeias e americanas, sob imunidade diplomática, para países infestados de terroristas islâmicos como a Síria, Iraque, Afeganistão, Paquistão e Congo.

 

A jornalista encontrou armas fabricadas na Bulgária em 9 armazéns subterrâneos em Alepo utilizados pelo grupo terrorista islâmico Al-Nusra (Al-Qaeda) que invadiu a Síria há cerca de 4 anos e que se encontra neste momento quase completamente derrotado. Isto depois das recentes intervenções das forças militares russas sob o comando de Vladimir Putin e das forças militares americanas sob o comando de Donald Trump.

 

O governo americano sob o comando de Barack Obama estava, através da CIA, a ajudar grupos de "rebeldes moderados" a combater o governo sírio com financiamento, armamento e treino, ao mesmo tempo que estava a permitir a ascenção do Estado Islâmico desde o início - apesar de ter dito que estava a combatê-los com "rebeldes moderados" que a população síria diz serem na verdade aliados da Al-Qaeda e Estado Islâmico - com o objectivo de derrubar o governo sírio, tal como documentos do Departamento de Estado e de Defesa americanos mostram, e tal como as declarações do ex-Secretário de Estado americano John Kerry mostram.

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva foi despedida por ter feito a descoberta deste transporte de armas para os grupos terroristas islâmicos e tê-la noticiado. Foi também interrogada por agentes do Estado da Bulgária sobre como obteve os documentos que a levaram à descoberta.

 

A jornalista Dilyana Gaytandzhieva diz no seu artigo de dia 2 de Julho que contou com a ajuda anónima de alguém que através do Twitter lhe enviou os documentos. Esses documentos incluem correspondência entre o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Bulgária e a Embaixada do Azerbeijão na Bulgária, juntamente com documentos relativos a vendas de armas e imunidade diplomática para vôos de/para e sobrevoando vários países europeus, Estados Unidos, Arábia saudita, Emirados Árabes Unidos, e Turquia entre outros.

 

Entre os vendedores de armas identificados nos documentos incluem-se várias empresas nos Estados Unidos, nas Balcãs e em Israel, tal como as Forças Armadas da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, o Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos (USSOCOM), as Forças Militares da Alemanha e da Dinamarca no Afeganistão, e as Forças Militares da Suécia no Iraque.

 

Entre os países europeus que deram imunidade diplomática a este transporte de armas feito pela companhia de vôos comerciais do Azerbeijão incluem-se a Bulgária, Sérvia, Roménia, Republica Checa, Hungria, Eslováquia, Polónia, Turquia, Alemanha, Reino Unido, Grécia, entre outros.

 

A comunicação social portuguesa e internacional corporativa têm ignorado esta notícia.

Donald Trump está a ser isolado pelos Generais Kelly e McMaster e a ser drogado por alguém dentro da Casa Branca, segundo fontes próximas de Trump

Donald Trump está a ser isolado pelos Generais Ke

 

Segundo fontes anónimas próximas do presidente Trump, as pessoas mais chegadas ao presidente estão a ser forçadas a pedir permissão ao Chefe de Gabinete, General Kelly, para poderem falar com Donald Trump e a escrever um relatório sobre qualquer conversa com Donald Trump.

 

Essas pessoas próximas incluem a filha e genro de Donald Trump, que fazem parte da administração, e o guarda-costas pessoal de Trump há mais de 30 anos, Keith Schiller, que se demitiu recentemente da sua função na Casa Branca de Director de Operações por não aceitar as condições impostas pelo General Kelly, isto depois de o General Kelly ter dito ao presidente Trump que se iria demitir se Schiller continuasse a trabalhar dentro da Casa Branca.

 

O Conselheiro de Segurança Nacional, General H. R. McMaster, terá dito durante um jantar com a CEO/Presidente da Oracle, Safra Catz, que Donald Trump era um idiota, que só servia para escrever mensagens no Twitter, que não consegui entender assuntos complexos, que não confiava em Trump com o arsenal nuclear americano e que o seu trabalho era impedir o presidente Trump de rebentar o planeta.

 

A CEO/Presidente da Oracle Safra Catz não gostou das declarações do General H. R. McMaster e não só terá recusado o seu convite para ir trabalhar com ele para a Casa Branca, como relatou as declarações do General McMaster a um amigo, Sheldon Adelson, que por sua vez também não gostou da atitude do General McMaster e terá pedido a alguém para passar a informação ao jornal New York Post.

 

O New York Post terá sido depois impedido de publicar o artigo quando o genro de Donald Trump tomou conhecimento do mesmo e utilizou a sua influência dentro do jornal para bloquear a notícia.

 

Toda esta informação vem de fontes do amigo de longa data de Donald Trump, Roger Stone, e do jornalista Alex Jones, que utilizou o seu programa de rádio/internet/televisão para divulgar a informação no dia 11 de Setembro.

 

Segundo fontes de Roger Stone, uma agência de espiões israelita interceptou recentemente comunicações entre o General McMaster e um dos seus ex-patrões, George Soros, que é um dos maiores inimigos de Trump e tem financiado não só inúmeros opositores políticos de Trump como muitos dos grupos de protestantes anti-Trump.

 

George Soros é um multimilionário e admitido colaborador nazi (60 Minutos) que através dos grupos financiados pela sua Fundação Open Society tem criado divisão social um pouco por todo o mundo e que em alguns casos resultou no derrube de governos, como foi o caso recente na Ucrânia onde Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

Tanto Israel como a Hungria já classificaram George Soros como um inimigo da humanidade.

 

Fontes de Roger Stone e Alex Jones dentro da Casa Branca, que têm repetidamente fornecido informação que se vem a verificar ser verdadeira, acreditam que há cerca de dois meses que alguém está a drogar o presidente Trump através das suas bebidas.

 

Os Generais Kelly e McMaster estão então, segundo estas fontes anónimas próximas do presidente, não só a controlar toda a informação que chega ao presidente dos Estados Unidos, como estão a isolá-lo da sua própria família e amigos mais próximos, ao mesmo tempo que se encontram em comunicações com um dos maiores inimigos de Donald Trump, e ao mesmo tempo que Donald Trump começa a ser alvo de intoxicações através das suas bebidas.

Pág. 1/2