Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Diário de Notícias continua a chamar "protestantes anti-fascistas" a grupos terroristas e racistas numa tentativa de pintar Trump como racista e supremacista branco

Diário de Notícias continua a chamar protestante

 

ANTIFA e Black Lives Matter são dois grupos terroristas que cometem e incentivam agressões contra qualquer apoiante de Trump e consideram o "homem branco" responsável por todos os males no mundo.

 

Black Lives Matter também incentiva e comete o homicídio indiscriminado de polícias e ANTIFA incentiva e comete destruição de propriedade alheia.

 

O Diário de Notícias, juntamente com a restante comunicação social portuguesa, recusa-se a expor os crimes e actos terroristas cometidos por estes dois grupos ou sequer a mencionar os seus nomes. Em vez disso tem-se referido aos mesmos como "manifestantes anti-racismo", "contra-manifestantes" e "manifestantes anti-fascistas".

 

No seu artigo de dia 20 de Agosto "Nove instituições de solidariedade cancelam eventos em clube de Trump", o Diário de Notícias voltou a mentir aos portuguesas sobre esta realidade, apoiando-se covardemente e de novo na opinião de terceiros para o fazer, e voltou também a proteger estes grupos ao classificá-los de "manifestantes anti-fascistas", recusando-se a mencionar os seus nomes:

 

"O desejo de evitar Mar-a-Lago surge na sequências das polémicas declarações do presidente norte-americano, proferidas depois dos protestos e confrontos de Charlottesville, a 12 de agosto, que resultaram na morte de uma pessoa. Donald Trump, apesar de ter condenado a violência, num primeiro momento disse que havia culpa de ambos os lados, algo que, para muitos, significou não fazer uma distinção moral entre neo-nazis e supremacistas brancos e manifestantes anti-fascistas."

 

Neste excerto o Diário de Notícias acusa claramente Trump de apoiar grupos racistas neo-nazis e supremacistas brancos por não se ter referido a eles especificamente quando falou publicamente imediatamente a seguir aos confrontos em Charlottesville. Isto apesar de Trump ter nessa ocasião condenado qualquer acto de racismo ou de violência e de ter dito que nos devemos amar a todos.

 

Ao mesmo tempo, o Diário de Notícias apoia deste modo os actos de violência contra neo-nazis, supremacistas brancos, pessoas não-racistas que apenas se demonstraram em Charlottesville contra o derrube da estátua do General Robert E. Lee, e de repórteres e jornalistas independentes e corporativos, classificando-os todos de fascistas.

Diário de Notícias continua a chamar protestante

 

João Ruela Ribeiro e Público chamam "contra-manifestantes" a grupos terroristas que incentivam e cometem homicídio indiscriminado de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald trump, e que culpam o "homem branco" por todos os males no mun

João Ruela Ribeiro e Público chamam contra-manif

 

Num artigo em que acusa Donald Trump de ter incentivado racismo nos EUA sem se basear em qualquer prova concreta, o "jornalista" João Ruela Ribeiro junta-se ao resto da comunicação social portuguesa e corporativa para tentar pintar Donald Trump de racista recorrendo a informação selectiva, e até tenta justificar actos violentos racistas cometidos por grupos terroristas.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro tenta também proteger esses mesmos grupos terroristas racistas, ANTIFA e Black Lives Matter, ao nem sequer referi-los durante todo o artigo. Tal como a restante comunicação social portuguesa tem feito.

 

No seu artigo de dia 16 de Agosto para o Público com o título "Washington tenta fechar a caixa de Pandora do racismo que Trump abriu", o "jornalista" João Ruela Ribeiro tenta justificar a violência cometida por estes grupos terroristas recorrendo a declarações de terceiros que dizem que essa violência é justificada por ser contra neo-nazis. Mas não refere que essa violência tem sido cometida contra apoiantes de Trump que não são racistas, neo-nazis ou supremacistas brancos como a comunicação social tem tentado fazer-nos acreditar.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro não diz que o responsável pelas declarações a que recorre, Senador John McCain, apoiou um grupo neo-nazi na Ucrânia que está agora no governo.

 

O "jornalista" João Ruela Ribeiro acusa Trump de ser próximo e de assumir ser próximo de supremacistas brancos sem mostrar quaisquer provas. No entanto, Hillary Clinton que disse publicamente que um antigo líder do Ku Klux Klan (Robert Byrd) era um dos seus mentores, nunca recebeu qualquer criticismo por parte da comunicação social corporativa, incluindo do "jornalista" João Ruela Ribeiro.

João Ruela Ribeiro e Público chamam contra-.png

João Ruela Ribeiro e Público chamam contra-manif

 

José Fialho Gouveia e Diário de Notícias mentem-nos e escondem-nos informação para nos fazer acreditar que Obama não está a interferir com o governo de Trump

José Fialho Gouveia e Diário de Notícias mentem

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia, no seu artigo de manipulação da percepção dos portugueses sobre os acontecimentos no mundo de dia 18 de Agosto "À distância, Obama morde os calcanhares de Trump", tenta de novo elevar o ex-presidente americano Barack Obama e denegrir a imagem do presidente Donald Trump recorrendo a informação selectiva, manipulada, e até a mentiras.

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia não refere que documentos públicos do tribunal FISA provam que a administração de Obama fez escutas a Trump e a milhares de outros cidadãos americanos sem antes ter obtido um mandato.

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia não refere que Obama se encontra ainda em Washington D.C. (algo sem precedentes para um ex-presidente americano) num "quartel-general" a organizar oposição a Donald Trump através de grupos como Organizing For Action.

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia não refere que dentro da Casa Branca ainda se encontram inúmeras pessoas nomeadas por e leais a Obama, que continuamente se envolvem em sabotagem da presidência de Donald Trump, seja encobrindo crimes do círculo de Obama e dos Clinton, seja libertando informação falsa para denegrir a imagem do presidente Donald Trump.

 

O "jornalista" José Fialho Gouveia recorre a declarações de terceiros para dizer que em Charlottesville os supremacistas brancos e neo-nazis foram confrontados por grupos que se opõem ao racismo e fanatismo:

 

"Um lado é racista e nazi. O outro opõe-se ao racismo e ao fanatismo."

 

Isto é uma clara mentira por parte do "jornalista" José Fialho Gouveia. Os grupos que se opuseram aos supremacistas brancos e neo-nazis, e que em grande parte iniciaram a violência, foram os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter.

 

ANTIFA é um grupo terrorista comunista que comete e incentiva violência contra qualquer apoiante de Trump, promove e comete destruição de propriedade alheia, e considera o "homem branco" e o capitalismo responsáveis por todos os males no mundo.

 

Black Lives Matter é um grupo terrorista racista que comete e incentiva o homicídio indiscriminado de polícias, comete e incentiva violência contra qualquer apoiante de Trump, e considera o "homem branco" responsável por todos os males no mundo.

Lusa e RTP chamam "manifestantes" a grupos terroristas que incentivam e cometem assassinato indiscriminado de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald trump, e que culpam o "homem branco" por todos os males no mundo

Lusa chama manifestantes a grupos terroristas que

 

Os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter há meses que têm cometido actos de violência nos EUA sem que a comunicação social portuguesa tenha a decência de sequer referir os seus nomes quando noticia os acontecimentos em que estão envolvidos.

 

Dos protestos e motins nos EUA aos protestos e motins na Alemanha durante a cimeira do G20. Os terroristas comunistas de cara tapada e vestidos de preto, ANTIFA, agridem indiscriminadamente qualquer apoiante de Donald Trump, destroem propriedade privada, atacam a polícia e consideram o "homem branco" responsável por todos os males no mundo.

 

Os terroristas Black Lives Matter incentivam e cometem o assassínio indiscriminado de polícias nos EUA, consideram o "homem branco" responsável por todos os males no mundo e atacam indiscriminadamente qualquer apoiante de Donald Trump.

 

Ambos os grupos são financiados por George Soros, um multimilionário e admitido colaborador nazi (60 Minutos). George Soros, através dos grupos financiados pela sua Fndação Open Society, tem fomentado divisão social em varios países que em alguns casos resultou no derrube de governos como foi o caso recente na Ucrânia em que George Soros admitiu à CNN que os seus grupos tiveram um papel importante.

 

A Lusa, no seu artigo de dia 14 de Agosto publicado pela RTP, acusa Trump de não se referir especificamente aos grupos de supremacia branca e aos neo-nazis nas suas declarações relativamente aos incidentes violentos em Charlottesville, apesar de ter dito que "nos devemos respeitar a todos. Idealmente devemo-nos amar a todos.".

 

Ao mesmo tempo a Lusa mostra a sua hipocrisia ao não referir especificamente os grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter que originaram a violência contra os grupos neo-nazis, de supremacia branca, outras pessoas que se manifestavam contra a remoção da estátua do General Robert E. Lee mas que não faziam parte de nenhum grupo, e até jornalistas e repórteres independentes e corporativos.

 

A Lusa diz ainda que "As autoridades locais consideraram o protesto ilegal e o governador da Virginia decidiu declarar o estado de emergência".

 

Mas deixa de fora que a cidade de Charlottesville já tinha anteriormente considerado o protesto ilegal mas um tribunal federal decidiu o contrário, e mesmo assim a cidade voltou a considerar o protesto ilegal antes deste ter sequer começado e premeditadamente forçou os protestantes a deslocarem-se para a área onde se encontravam os grupos terroristas que já tinham iniciado confrontos sem que a polícia tentasse intervir.

 

O Vice-Presidente da Câmara de Charlottesville, Wes Bellamy, é um apoiante de um destes grupos terroristas, Black Lives Matter.

 

Lusa chama manifestantes a grupos terroristas que

Lusa chama manifestantes a grupos terroristas que

 

RTP chama "grupos anti-racismo" a grupos terroristas que incentivam e cometem assassinato indiscriminado de polícias, agressões contra qualquer apoiante de Donald trump, e que culpam o "homem branco" por todos os males no mundo

RTP chama grupos anti-racismo a grupos terroristas

 

A mentira foi noticiada em rodapé pela RTP3 no dia 16 de Agosto, mas na página de internet da RTP3 o artigo correspondente à notícia não tem o mesmo título. Deste modo a RTP3 consegue criar a falsa percepção num grande número de portugueses, que apenas teve conhecimento da notícia pelo título no rodapé, que a violência em Charlottesville envolveu neo-nazis contra grupos anti-racismo, quando os neo-nazis, apesar de violentos, não iniciaram a violência e foram atacados por dois grupos terroristas (ANTIFA e Black Lives Matter) assim que chegaram ao local da manifestação.

 

Entre os neo-nazis e supremacistas brancos encontravam-se também pessoas que apenas se queriam manifestar contra a remoção da estátua do General Robert E. Lee e não apoiam os neo-nazis nem os supremacistas brancos, mas que acabaram por ser agredidas na mesma.

 

Repórteres e jornalistas independentes e corporativos foram também atacados pelos grupos terroristas ANTIFA e Black Lives Matter simplesmente por filmarem elementos destes grupos terroristas ou as agressões cometidas pelos mesmos. A comunicação social portuguesa recusou-se a noticiar isto.

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