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Chave Mestra

Chave Mestra

O Sapo está a censurar o meu blog

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Vídeo prova que tiroteio que alvejou multidão do festival de música country em Las Vegas envolveu múltiplos atiradores - comunicação social ignora

 

A taxista Cori Langdon filmou o vídeo precisamente a partir do Mandalay Bay Hotel e Casino, de onde o atirador Stephen Paddock disparou contra a multidão que assistia ao concerto. No início do vídeo são claramente audíveis disparos vindos de duas distâncias diferentes. A comunicação social está a ignorar completamente este vídeo tal como outra informação importante que nos permite compreender melhor o que aconteceu durante o atentado terrorista de Las Vegas no dia 2 deste mês.

Ana S. Ferreira e Jornal de Notícias mentem que Trump desvalorizou o número de mortos em Porto Rico e não querem que saibamos que sindicato de camionistas se recusa a distribuir ajuda humanitária

Ana S. Ferreira e Jornal de Notícias mentem que T

 

A "jornalista" Ana S. Ferreira diz no título do seu artigo de ontem para o Jornal de Notícias que "Trump brinca com devastação de Porto Rico após furacão". Mas no seu artigo não é capaz de provar tal acusação, o que faz dela uma mentirosa que tenta virar-nos contra Donald Trump recorrendo a mentiras e informação selectiva, tal como a restante comunicação social portuguesa, sabendo que a maioria das pessoas apenas lê os títulos das notícias.

 

A "jornalista" Ana S. Ferreira diz no início seu artigo que Trump "Desvalorizou o número de mortos e ainda brincou com o custo da tragédia no orçamento federal.". Mas logo a seguir não consegue ir mais longe para defender as suas acusações do que dizer que Trump comparou o número de mortos causados pelo furacão Maria em Porto Rico com o número de mortos causados há uns anos atrás pelo furacão Katrina que matou milhares no Luisiana, apesar de ser um furacão de menor intensidade, e elogiou os responsáveis em Porto Rico por terem agido com competência evitando centenas ou milhares de mortes.

 

A "jornalista" Ana S. Ferreira refere-se a este elogio como um "elogio", considerando que tal elogio aos responsáveis que souberam proteger os habitantes de Porto Rico é descabido, e que desvalorizou o número de mortes em Porto Rico.

 

Depois tenta justificar a sua acusação de que Trump "brincou com o custo da tragédia no orçamento federal" ao escrever o seguinte:

 

"Trump tentou fazer humor para mostrar simpatia com aqueles que foram vitimados pela passagem do furacão na Ilha. Dirigindo-se a Porto Rico em geral, Trump lamentou e disse: "Vocês fizeram-nos rebentar com o nosso orçamento porque nós gastamos uma grande quantidade de dinheiro em Porto Rico". "Mas está tudo bem.""

 

A "jornalista" Ana S. Ferreira no início do artigo reprova a tentativa do presidente de atenuar a tensão com humor e depois diz que apenas tentou fazer humor para mostrar simpatia com aqueles que foram vitimados, sabendo que se a maioria das pessoas só lê o título das notícias, algumas lêem o primeiro parágrafo, e quase ninguém lê o resto do artigo. A "jornalista" mente logo no início e depois não consegue sustentar as suas acusações falsas com factos e acaba até por se contradizer neste último exemplo. Deixa também de fora que o presidente disse que o importante não é o dinheiro que vai gastar mas sim salvar vidas e fazer Porto Rico erguer-se mais forte que antes.

 

A "jornalista" Ana S. Ferreira tenta também no seu artigo manter-nos ignorantes sobre o que se tem passado em Porto Rico relativamente à ajuda humanitária que não está a chegar ás pessoas, propositadamente deixando de fora do artigo que o sindicato de camionistas "Frente Amplio" se tem recusado há duas semanas a distribuir os mais de 10 mil contentores que chegaram de navio e estão a sobrelotar os portos. Isto porque querem receber 50 dólares à hora e enquanto o governador de Porto Rico não assinar esse acordo não vão distribuir a ajuda.

 

Esta situação está também propositadamente a ser encoberta pela Presidente da Câmara da capital de Porto Rico, San Juan, com a clara intenção de culpar Trump pela falta de ajuda. Mas a "jornalista" Ana S. Ferreira deixa propositadamente toda esta informação de fora do seu artigo e escreve apenas o seguinte em relação a este caso:

 

"A visita sucedeu-se a uma troca de acusações acesa entre o presidente dos EUA e a presidente da capital de Porto Rico, San Juan, Carmen Yulín Cruz. A autarca acusou a administração federal de estar a matar a população porto-riquenha com "ineficiência e burocracia".

Em resposta, Trump criticou Carmen Cruz e outros responsáveis de Porto Rico de "fraca liderança" e de não terem capacidade para conseguir que os "seus trabalhadores ajudem"."

Ana S. Ferreira e Jornal de Notícias mentem que T

 

Hotel utilizado pelo atirador de Las Vegas financia grupos terroristas anti-Trump/anti-América como ANTIFA e CAIR, provas indicam que Hotel permitiu o atentado terrorista - comunicação social ignora

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O atirador era também um apoiante do grupo terrorista ANTIFA, como fontes dentro da equipa que revistou a sua casa contaram ao jornalista Alex Jones da Infowars.

 

O sindicato dos trabalhadores do Hotel e Casino utilizado pelo atirador, Mandalay Bay, também apoia grupos terroristas anti-Trump/anti-América como a CAIR (Conselho para Relações Islamico-Americanas) e grupos que financiam os terroristas comunistas ANTIFA, segundo fontes da jornalista Laura Loomer dentro do Mandalay Bay lhe contaram e como o memorando que obteve comprova.

 

Poucos minutos antes de o atirador começar a disparar sobre os milhares de pessoas a assistir ao concerto junto ao Mandalay Bay, segundo várias testemunhas na multidão contaram à comunicação social, uma mulher chegou-se à fila da frente dizendo que iriam todos morrer. Esta mulher acabou por ser removida do recinto e poucos minutos depois o atirador começou a disparar.

 

Segundo as normas de funcionamentos dos grandes hotéis de Las Vegas, não é possível que o atirador tivesse mais de uma dezena de armas automáticas no seu quarto durante um dia inteiro sem conhecimento dos serviços camarários do Hotel, a não ser que esses serviços tivessem aberto uma excepção para o quarto do atirador. O atirador esteve hospedado no Mandalay Bay durante 5 dias seguidos, segundo a polícia, até cometer o atentado terrorista.

 

Trabalhadores dentro do Mandalay Bay contaram à jornalista Laura Loomer que o atirador era cliente platina do Mandalay Bay, ou seja, tinha privilégios, e é possível que conhecesse pessoalmente o director do Mandalay Bay.

 

Segundo fontes dentro do Mandalay Bay contaram à jornalista Laura Loomer, o atirador tinha uma suite reservada em seu nome, e o quarto ao lado estava reservado em nome da sua namorada. Mas a polícia diz que esta se encontra nas Filipinas. As Filipinas encontram-se há meses a ser invadidas pelo Estado Islâmico.

 

Laura Loomer fez estas revelações ontem à Infowars.

 

Na sua conta do Twitter, a jornalista Laura Loomer diz ainda que as suas fontes dentro do Mandalay Bay contaram-lhe que todos os registos da estadia do atirador estão a ser eliminados e que o atirador deu entrada no hotel no dia 25 de Setembro, enquanto a polícia diz que o atirador deu entrada no dia 28.

 

A comunicação social está a ignorar toda esta informação.

 

A comunicação social portuguesa até hoje tem-se recusado sequer a referir o nome do grupo terrorista comunista ANTIFA, referindo-se sempre a este grupo como protestantes ou manifestantes. Este grupo comete e incentiva a morte e agressões contra qualquer apoiante de Donald Trump e qualquer polícia. Considera também o "homem branco" responsável por todos os males no mundo.

Atirador de Las Vegas tinha material do Estado Islâmico e ANTIFA na sua casa, segundo agentes policiais anónimos - comunicação social ignora

Atirador de Las Vegas tinha material do Estado Isl

 

Fontes do jornalista Alex Jones dentro da equipa policial que revistou a casa do atirador de Las Vegas dizem que encontraram material do Estado Islâmico, ANTIFA (grupo terrorista comunista) e fotos da esposa do atirador no médio-oriente.

 

Alex Jones anunciou esta informação ontem durante o seu programa de rádio/internet/televisão. A comunicação social tem ignorado esta notícia.

 

A comunicação social tem também protegido o grupo terrorista comunista ANTIFA ao não denunciar os seus constantes crimes violentos e incentivo à morte de polícias e apoiantes de Donald Trump. A comunicação social portuguesa nem sequer mencionou até hoje o nome ANTIFA, preferindo sempre referir-se a este grupo como protestantes ou manifestantes.

O governo sombra está a tentar matar o presidente Trump porque Trump está a tentar livrar-se do governo sombra - ex-agente da CIA Kevin Shipp - comunicação social ignora

 

KEVIN SHIPP: "Eu sei como o governo sombra funciona por dentro, como controla, como altera informação, como manipula o Congresso, por isso sei que existe um lado obscuro de toda essa coisa. Nos lugares cimeiros... muitas pessoas nos lugares mais abaixo são muito boas pessoas, mas isto acontece nos lugares cimeiros compartimentalizados..."

 

ALEX JONES: "Exactamente. Pelas minhas fontes, Kevin Shipp, (dizem) que isto é uma guerra civil no Estado ilegítimo (deep state) e que temos Trump como um "invasor", pelo menos parcialmente, a tentar tomar controlo do governo sombra para que possamos finalmente livrar-mo-nos do Estado ilegítimo (deep state), e então é basicamente assim que a guerra civil está a acontecer dentro do governo, e está agora a verter para a comunicação social, para a cultura em geral."

 

KEVIN SHIPP: "Alex, estás exactamente correcto. Isto é... até agora tem sido um assassínio de carácter de Donald Trump pelo Estado ilegítimo (deep state), e isto são operativos do Estado ilegítimo (deep state) que têm estado lá durante várias administrações. John Brennan, enquanto foi director da CIA, Mike (Michael) Morell (ex-director da CIA), James Clapper (ex-director dos serviços de informação nacionais), Robert Mueller (ex-director do FBI), que se te lembras esteve por detrás, depois do 11 de Setembro, das buscas do FBI sem mandato de um juiz, por isso ele faz parte do governo sombra..."

 

ALEX JONES: "É o pupilo dele, Mudd (Philip Mudd, ex-vice-director do FBI e ex-chefe de contra-terrorismo na CIA), a dizer que vão matar o presidente."

 

KEVIN SHIPP: "É verdade. E eu acho que não têm sido capazes de o "assassinar" em termos do seu carácter ainda. Estou absolutamente convencido que o governo sombra tem todas as intenções de eliminar Donald Trump porque ele está a começar a questionar as suas actividades. Esta é a primeira vez que um presidente diz que vai escrutinar especificamente as acções da CIA e da NSA (Agência de Segurança Nacional que espia todo o mundo através das telecomunicações)"

 

 

KEVIN SHIPP: "Ainda não vimos um ataque contra um presidente, especialmente por parte do governo sombra, desde JFK (presidente John F. Kennedy que foi assassinado em 1963). Isto é como uma tempestade em Washington, nunca vi nada assim."

 

 

ALEX JONES: "Porque é que estão a dizer que querem matar o presidente? Ou que vai ser removido sem impugnação de mandato (impeachment)? Será para fazer com que certos grupos no governo sombra e no Estado ilegítimo (deep state) parecerem mais poderosos em relação aos outros grupos do governo sombra, para que diferentes grupos do governo sombra sejam absorvidos através de intimidação? A razão porque eu digo isto... eu não faço parte de uma agência governamental, mas já fui ameaçado por pessoas por pessoas que fingem ser minhas amigas. "Sabes, acho que o Trump é capaz de ser removido. Talvez seja melhor para ti... fizeste coisas boas pelo país, mas talvez precises de não fazer barulho quando isto acontecer por ti e pela tua família, Alex.". Coisas deste tipo de pessoas muito sérias. Por isso, o que achas que está realmente a acontecer aqui com toda esta maneira de falar desbravada, traiçoeira, ao estilo do terceiro mundo, de uma republica das bananas que estamos a vêr na comunicação social?"

 

KEVIN SHIPP: "Bem, primeiro de tudo, quando alguém da comunidade dos serviços de informação (espiões), ou alguém numa posição de poder que anteriormente disse alguma coisa, precisamos de a levar a sério. Não dizem estas coisas a não ser que sejam bem pensadas e tenham apoio. Por isso quando fazem estas declarações bizarras é como mensagem codificadas, que se isto não muda ou vai na direcção que queremos é até este ponto que iremos se for necessário. E para eles dizerem isto publicamente é no mínimo arrepiante."

 

ALEX JONES: "Por isso estão a dizer "Trump, é melhor não fazeres nada ou és um homem morto.""

 

KEVIN SHIPP: "É basicamente isso que estão a dizer. Tu já falas-te nisto antes, o que Chuck Schumer (líder do Partido Democrata no Senado) disse, se fores contra a comunidade dos serviços de informação (espiões), a CIA, eles têm mil e uma maneiras de se virarem contra ti. Como em raios é que um membro do governo pode fazer tal declaração arrepiante? Por isso, têm todas as intenções, a meu vêr, tendo vindo de dentro, e eu estive no departamento de contra-informação, eles têm todas as intenções nos níveis mais cimeiros, nos níveis compartimentalizados, porque têm muita coisa a esconder, têm todas as intenções de remover Donald Trump por quais quer meios necessários."

 

ALEX JONES: "E eu concordo contigo. Não está a ser feito de uma posição de força, eles são ratos encurralados."

 

KEVIN SHIPP: ""É verdade."

 

 

Este é um transcrito traduzido da entrevista do ex-agente da CIA Kevin Shipp durante o programa The Alex Jones Show da Infowars do dia 2 de Outubro.

 

A comunicação social está a ignorar completamente esta informação.

Presidente da Câmara de San Juan, Porto Rico culpa Trump por falta de ajuda humanitária sabendo que sindicato de camionistas recusa-se a distribuir comida, combustível e medicamentos - comunicação social ignora

Sindicato de camionistas em Porto Rico resusa-se a

 

A ilha americana de Porto Rico ficou completamente devastada, incluindo a rede de electricidade, com a recente passagem de dois furacões. O sindicato de camionistas Frente Amplio, que controla 80% dos camionistas de Porto Rico, está há duas semanas a recusar-se a transportar os contentores que chegam de navio.

 

A Presidente da Câmara de San Juan, capital da ilha e que tem o maior porto, tem dito a várias organizações de notícias que a ajuda não está a chegar ás pessoas porque o presidente Trump não quer eliminar a burocracia que atrasa o processo de desembarque de contentores, apesar de saber que o porto de San Juan se encontra sobrelotado com 10 mil contentores de ajuda, que o sindicato de camionistas se recusa a distribuir, e que os restantes carregamentos que estão a caminho não vão ter local onde descarregar.

 

Um representante do sindicato de camionistas Frente Amplio disse ao programa de televisão de Porto Rico "Lo Sé Todo" que só vai levar a ajuda ás pessoas se o governador de Porto Rico passar uma lei que lhes permita ganhar 50 dólares à hora.

 

A agência federal que gere desastres naturais nos Estados Unidos (FEMA) diz que a Presidente da Câmara de San Juan recusa-se a ir ás reuniões conjuntas com eles, ao contrário do que fazem todos os presidentes dos outros municípios de Porto Rico.

 

O Governador de Porto Rico já disse ao programa de televisão The View que a ajuda não está a ser distribuída porque não há camionistas, mas recusa-se a dizer que a falta de camionistas é devido à recusa por parte do sindicato de camionistas Frente Amplio em distribuir a ajuda.

 

O Governador disse também que pediu à agência federal FEMA para enviar camiões e camionistas para a ilha de Porto Rico.

 

A comunicação social não está a noticiar nada disto.

Comunicação social e governos recusam-se a questionar qualidade da água em Portugal sabendo que presença do herbicida glifosato não é testada

Comunicação social e governos recusam-se a quest

 

A reguladora nacional ERSAR não testa os níveis do herbicida/pesticida glifosato presente na água. Os níveis mais altos de glifosato em todo o mundo foram registados em Portugal num grupo de residentes em Gaia numa reportagem de Marta Jorge para a RTP em 2016.

 

O glifosato é o herbicida/pesticida mais utilizado em todo o mundo e em Portugal. Quase todas as Câmaras Municipais e Freguesias do país aplicam este herbicida nos passeios várias vezes ao ano, recusando-se a usar precaução perante os muitos testes científicos que indicam que o glifosato provoca ou acelera o desenvolvimento de cancros nas pessoas e animais, entre outras doenças graves.

 

Apesar de existir uma directiva da União Europeia desde 2015 para que sejam testados os níveis de glifosato na água potável, a maioria dos governos tem-se recusado a fazê-lo sem que qualquer barulho seja feito por qualquer entidade com poder para o fazer.

 

O Partido PAN, o único partido com deputados eleitos na Assembleia da República publicamente a favor destes testes, não tem feito barulho nem tem tentado fazer barulho dentro da Assembleia da República ou fora dela para chamar atenção a este problema ou pressionar o governo.

 

A comunicação social portuguesa, normalmente através de artigos escritos pela agência Lusa, tem constantemente noticiado que a qualidade da água em Portugal é de excelente qualidade sem nunca questionar a presença deste herbicida/pesticida na água, ou o porquê de os governos locais e nacional não estarem a testar ou sequer a discutir testar a sua presença na água.

 

Por parte da Comissão Europeia, o grupo não eleito que escreve e aprova todas as leis a nível da União Europeia, também não existido vontade em pressionar os países-membros em falta para que implementem a sua própria directiva, ao contrário daquilo que normalmente fazem.

Portugueses podem beber água da torneira com conf

 

Portugueses podem beber água da torneira com conf