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Chave Mestra

Chave Mestra

Marcelo, Governo, Universidade de Coimbra e comunicação social celebram Ditador da Europa e herdeiro de uma das maiores fortunas Nazi

Marcelo, Universidade de Coimbra e comunicação s

 

O presidente não-eleito da Comissão Europeia e ditador da União Europeia Jean-Claude Juncker é o herdeiro da família Juncker, que detinha a empresa de armamento militar Junckers que fornecia o regime Nazi de Adolf Hitler, um dos maiores genocidas da história moderna.

 

Os pais de Juncker não só fizeram uma fortuna a colaborar com Hitler para matar milhões como invadiram e tomaram posse da região que agora conhecemos como Luxemburgo, onde até hoje reinam sem oposição ou criticismo por parte de qualquer instituição com uma voz suficientemente grande para o fazer.

 

O presidente Marcelo Rebelo de Sousa e a Universidade de Coimbra decidiram condecorar ontem esta pessoa com o título de doutor honoris da Universidade de Coimbra, algo que também foi celebrado pelo artigo de hoje do Diário de Notícias "Junker, o doutor acompanhado do padrinho Marcelo".

Evan Rachel Wood diz que pedofilia em Hollywood vai ser a próxima grande notícia - comunicação social ignora

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A actriz e antiga jovem estrela de Hollywood, Evan Rachel Wood, publicou há dias na sua página no Twitter que a pedofilia em Hollywood vai ser a próxima grande notícia agora que várias actrizes estão dispostas a falar dos abusos sexuais dos quais foram vítimas.

 

Esta nova disposição para falar publicamente sobre abusos sexuais em Hollywood vem na sequência das revelações de que um dos mais poderosos produtores, Harvey Weinstein, tem durante décadas abusado sexualmente de mulheres e menores.

 

Corey Feldman, uma antiga jovem estrela de Hollywood, tem há anos tentado alertar as pessoas sobre o abuso sexual de menores em Hollywood que tem vindo a ser praticado pelas pessoas mais poderosas da indústria que têm sido protegidas não só pela indústria do entretenimento de Hollywood mas também pela comunicação social americana, que é detida pelas mesmas grandes corporações de multimédia e entretenimento que detêm a indústria de Hollywood.

 

Nas últimas semanas também antigas jovens estrelas masculinas como James Van Der Beek e Terry Crews têm admitido ter sido abusados sexualmente pelas pessoas mais poderosas de Hollywoood quando eram novos.

 

A comunicação social portuguesa tem ignorado completamente esta notícia.

Hillary Clinton financiou dossier de escândalos inventados sobre Donald Trump com intenção de denegrir a sua imagem e acusá-lo de ser um agente russo - comunicação social ignora e tenta pintar Trump como agente russo

Hillary Clinton financiou dossier de escândalos i

 

A comunicação social portuguesa tem há mais de um ano noticiado incansavelmente sobre um dossier que diz que o governo russo poderá estar a chantagear Donald Trump por ter na sua posse provas de escândalos envolvendo prostitutas, entre outros. Mas agora que é público, e admitido por quem escreveu esse dossier, que a informação contida nele é falsa e o dossier foi financiado pela campanha presidencial de Hillary Clinton e pelo Partido Democrata, a comunicação social portuguesa está em completo silêncio, ao mesmo tempo que dá destaque a notícias de acusações sem provas que o antigo director de campanha de Donald Trump, Paul Manafort, é um agente russo, insinuando assim que Trump também é um agente russo.

 

Deste modo o público português apenas tem acesso a informação que pinta uma má imagem de Donald Trump recorrendo a alegações que agora se sabem ser falsas e financiadas por Hillary Clinton e o Partido Democrata.

 

Ao mesmo tempo a comunicação social portuguesa volta deste modo a encobrir mais crimes de Hillary Clinton e do Partido Democrata ao não noticiar que estes financiaram uma empresa de ex-espiões britânicos para criar um dossier, em colaboração com elementos russos, com informação negativa e inventada sobre Donald Trump.

 

O Comité de Serviços de Informação da Câmara de Representantes dos EUA tinha exigido à empresa que escreveu o dossier falso, Fusion GPS, para entregar todos os seus registos bancários. Sabendo então que essa informação teria que eventualmente ser divulgada, a Fusion GPS contactou o Washington Post para revelar que a campanha presidencial de Hillary Clinton e o Partido Democrata tinham pago pelos seus serviços para inventar informação falsa sobre escândalos em que Trump estava envolvido, da qual apenas o governo russo sabia, e por isso Trump estava a ser chantageado e comandado pelo governo russo.

 

Tudo isto tem sido deliberadamente ignorado pela comunicação social portuguesa, que ao mesmo tempo faz questão de dar destaque a notícias como a de que alguém atirou bandeiras russas em direcção a Donald Trump e o chamou de traidor, deixando de fora que esta pessoa era um apoiante do Partido Democrata sem quaisquer provas ou argumentos que sustentem a acusação que fez. Uma clara e nojenta maneira de a comunicação social portuguesa manipular a percepção que os portugueses têm sobre os acontecimentos no mundo.

 

No seguimento destas revelações, o Comité Federal de Eleições dos EUA processou o Partido Democrata e a campanha presidencial de Hillary Clinton por não terem declarado o pagamento feito à empresa Fusion GPS pelo dossier com informação falsa sobre Donald Trump.

 

Outra vez tentando manipular os portugueses, a comunicação social portuguesa ignorou completamente esta notícia.

 

Apesar de até então ter negado qualquer ligação a este dossier, o Partido Democrata viu-se com estas revelações obrigado a admitir que mentiu e que esteve por detrás do financiamento deste dossier.

 

Também é público que o FBI pagou à Fusion GPS para fornecer informação falsa com uma quantia de 50 mil dólares.

Abel Coelho de Morais e Diário de Notícias voltam a encobrir crimes de Hillary Clinton e a acusar Trump de ser agente russo sem provas

Abel Coelho de Morais e Diário de Notícias volta

 

A comunicação social portuguesa tem há mais de um ano noticiado incansavelmente sobre um dossier que diz que o governo russo poderá estar a chantagear Donald Trump por ter na sua posse provas de escândalos envolvendo prostitutas, entre outros. Mas agora que é público, e admitido por quem escreveu esse dossier, que a informação contida nele é falsa e o dossier foi financiado pela campanha presidencial de Hillary Clinton e pelo Partido Democrata, a comunicação social portuguesa está em completo silêncio, ao mesmo tempo que dá destaque a notícias de acusações sem provas que o antigo director de campanha de Donald Trump, Paul Manafort, é um agente russo, insinuando assim que Trump também é um agente russo.

 

Deste modo o público português apenas tem acesso a informação que pinta uma má imagem de Donald Trump recorrendo a alegações que agora se sabem ser falsas e financiadas por Hillary Clinton e o Partido Democrata.

 

Ao mesmo tempo a comunicação social portuguesa volta deste modo a encobrir mais crimes de Hillary Clinton e do Partido Democrata ao não noticiar que estes financiaram uma empresa de ex-espiões britânicos para criar um dossier, em colaboração com elementos russos, com informação negativa e inventada sobre Donald Trump.

 

O Comité de Serviços de Informação da Câmara de Representantes dos EUA tinha exigido à empresa que escreveu o dossier falso, Fusion GPS, para entregar todos os seus registos bancários. Sabendo então que essa informação teria que eventualmente ser divulgada, a Fusion GPS contactou o Washington Post para revelar que a campanha presidencial de Hillary Clinton e o Partido Democrata tinham pago pelos seus serviços para inventar informação falsa sobre escândalos em que Trump estava envolvido, da qual apenas o governo russo sabia, e por isso Trump estava a ser chantageado e comandado pelo governo russo.

 

Tudo isto tem sido deliberadamente ignorado pela comunicação social portuguesa, que ao mesmo tempo faz questão de dar destaque a notícias como a de que alguém atirou bandeiras russas em direcção a Donald Trump e o chamou de traidor, deixando de fora que esta pessoa era um apoiante do Partido Democrata sem quaisquer provas ou argumentos que sustentem a acusação que fez. Uma clara e nojenta maneira de a comunicação social portuguesa manipular a percepção que os portugueses têm sobre os acontecimentos no mundo.

 

No seguimento destas revelações, o Comité Federal de Eleições dos EUA processou o Partido Democrata e a campanha presidencial de Hillary Clinton por não terem declarado o pagamento feito à empresa Fusion GPS pelo dossier com informação falsa sobre Donald Trump.

 

Outra vez tentando manipular os portugueses, a comunicação social portuguesa ignorou completamente esta notícia.

 

Apesar de até então ter negado qualquer ligação a este dossier, o Partido Democrata viu-se com estas revelações obrigado a admitir que mentiu e que esteve por detrás do financiamento deste dossier.

 

Também é público que o FBI pagou à Fusion GPS para fornecer informação falsa com uma quantia de 50 mil dólares.

 

No seu artigo de hoje para o Diário de Notícias "Trump enfraquecido por acusações cai ainda mais nas sondagens", o "jornalista" Abel Coelho de Morais volta a tentar enganar-nos e ignora toda esta informação ao mesmo tempo que continua a tentar convencer-nos que Trump não tem apoio popular, apoiando-se em sondagens feitas pelas mesmas entidades que disseram que Trump não tinha quaisquer hipóteses de ser presidente até ao dia de eleições, dia em que Trump venceu com larga margem.