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Chave Mestra

Chave Mestra

Chefia do FBI e Departamento de Justiça colaborou com Hillary Clinton e recorreu a provas inventadas de que Trump era uma gente russo para que Trump não fosse presidente - comunicação social ignora

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O memorando do Tribunal de Espionagem que prova isto já tinha sido publicado há uma semana e a comunicação social portuguesa tinha ignorado. No dia 2 de Fevereiro foi publicado o memorando do Comité de Serviços de Informação do Congresso americano sobre o memorando do Tribunal de Espionagem que inclui informação específica (nomes) até então confidencial. A comunicação social portuguesa voltou a ignorar, mostrando que não nos quer informar sobre certos acontecimentos importantes para a história da humanidade com a intenção de manipular a nossa percepção.

 

Os memorandos referem-se a aos pedidos de vigilância sobre Trump, a sua campanha presidencial e outros americanos. Para fazer esses pedidos de vigilância, o FBI e Departamento de Justiça tinham recorrido principalmente a um dossiê que sabiam ter sido financiado por Hillary Clinton e que continha informação falsa sobre Donald Trump, incluindo que estava a ser chantageado pelo governo russo. No entanto deixaram esta informação propositadamente de fora ao abordarem o Tribunal de Espionagem, um tribunal secreto americano que lida com o terrorismo e espionagem de cidadãos americanos e não-americanos.

 

O memorando do Comité de Serviços de Informação do Congresso mostra que:

 

  • O vice-Director do FBI, Andrew McCabe, admitiu que sem esse dossiê o FBI nunca teria procurado autorização do Tribunal para espiar a campanha presidencial de Trump.
  • O Departamento de Justiça sabia que Hillary tinha financiado o dossiê mas escondeu essa informação do Tribunal de Espionagem para obter o mandato de espionagem a Trump e sua campanha presidencial e outros apoiantes de Trump.
  • O dossiê foi criado pelo ex-espião britânico Christopher Steele em nome da Fusion GPS sob o financiamento de Hillary Clinton. O Departamento de Justiça sabia desde o Verão de 2016 que Christopher Steele não gostava de Trump e não queria que Trump fosse presidente.
  • O FBI também financiou o dossiê apesar de saber tudo isto.

 

Recentemente o Director do FBI Christopher Wray ameaçou demitir-se caso esta informação passasse para o público. O FBI tentou de tudo para que esta informação não passasse para o público. A comunicação social portuguesa está a tentar de tudo para que esta informação não chegue ao público depois de constantemente ter noticiado qualquer notícia sobre alegadas ligações entre o governo russo e Donald Trump.

Lusa e Expresso não querem que saibamos que Vice-Director do FBI conspirou contra Donald Trump e tentam virar-nos contra Trump

Lusa e Expresso não querem que saibamos que Vice-

 

Há 3 dias o Expresso publicou um artigo da Lusa "Número dois do FBI abandona cargo após ser criticado por Trump" onde tenta criar a percepção que Trump pressionou o Vice-Director do FBI Andrew McCabe a demitir-se por ter "azedume" de estar a ser investigado sobre possíveis ligações ao governo russo.

 

De fora deixou propositadamente que a esposa do Vice-Director recebeu cerca de 700 mil dólares de Hillary Clinton enquanto Andrew McCabe se encontrava a investigar Hillary Clinton.

 

Deixou de fora também que foi escoltado por agentes para fora da sede do FBI para não apagar ficheiros do seu computador.

 

E também deixou de fora que Andrew McCabe demitiu-se logo após ter sido publicado pelo Director de Serviços de Informação Nacionais americano o memorando oficial do Tribunal Americano de Espionagem que mostra como o FBI e o Departamento de Justiça abusaram do poder para espiar Trump e outros americanos, e utilizaram provas que sabiam ser falsas (dossiê da Fusion GPS pago por Hillary Clinton e outros inimigos de Trump) para tentar justificar ao Tribunal de Espionagem a vigilância a Donald Trump.

 

A investigação sobre a influência do governo russo sobre Donald Trump já tem quase 2 anos e nenhuma prova foi ainda obtida apesar de já terem sido gasto muitos milhões de dólares (não se sabe a quantia exacta já que o Departamento de Justiça se recusa a revelar) e apesar de a equipa de investigação do procurador especial Robert Mueller ser composta quase exclusivamente de apoiantes de Hillary Clinton que até financiaram a sua campanha presidencial, algo que a comunicação social portuguesa também se recusa a noticiar.

 

No entanto, já foram descortinadas várias ligações entre o governo russo e Hillary e Bill Clinton, Robert Mueller, e pessoas dentro do Departamento de Justiça. A ligação envolve a venda de 20% do urânio americano a uma empresa do governo russo (Rosatom/Uranium One), mas a comunicação social portuguesa recusa-se a noticiar isto e o Departamento de Justiça americano continua a arrastar essas investigações e em alguns casos, como o de Robert Mueller, ainda nem começou a investigação.

Publicadas mais mensagens de agentes do FBI que admitem estar a tentar incriminar Trump com falsas ligações ao governo russo - comunicação social ignora

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Já tinham sido publicadas mensagens de um dos chefes do FBI, Peter Strzok, dizendo que não podia arriscar que Trump se tornasse presidente e necessitava de criar uma espécie de "apólice de seguro" contra Trump na eventualidade de vir a ser eleito presidente, e que tinha discutido isto no gabinete do "Andy", que muito provavelmente se refere ao Vice-Director do FBI Andrew McCabe. Na altura a comunicação social portuguesa ignorou a notícia, tal como ignorou desta vez.

 

Nos últimos dias mais mensagens de texto entre este agente do FBI e a sua amante e também agente do FBI Lisa Page foram publicadas mostrando que Strzok admite que a ligação entre Trump e o governo russo não existe.

 

Inicialmente o Departamento de Justiça e o FBI tinham dito que as mensagens de texto tinham sido perdidas como resultado de uma falha técnica, mas no dia seguinte essas mensagens de texto apareceram.

 

"Ambos sabemos que as probabilidades são zero (de uma ligação entre Trump e o governo russo). Se achasse que fosse provável, estaria lá (na equipa do procurador especial Robert Mueller) sem dúvida. Eu hesito em parte porque a sensação que tenho é de que não há nada em concreto.' disse Strzok numa mensagem de texto enviada no dia 19 de Maio de 2017 à sua amante Lisa Page. Uma de cerca de 50 mil mensagens de texto que o FBI entregou ao Congresso americano.

 

O Congressista Trey Gowdy, que teve acesso a todas as mensagens de texto, contou à Fox News que logo após a eleição de Trump, Peter Strzok escreveu a Lisa Page sobre formar uma sociedade secreta.

 

Peter Strzok é também o agente que ajudou a ilibar Hillary Clinton de vários crimes relacionados com os emails do Estado enquanto Secretária de Estado. Strzok escreveu as declaração lidas pelo Director do FBI na altura, James Comey, que disse que Hillary agiu com "desleixe" em vez de "negligência", e que não o fez intencionalmente. Isto apesar de Hillary ter dito ao Congresso que entregou todos os emails do Estado na sua posse quando se sabe agora que contratou uma empresa especializada para apagar milhares de emails permanentemente, incluindo emails com informação confidencial.

 

Strzok foi também o agente que entrevistou Hillary Clinton sem lhe exigir que respondesse sob juramento como é norma nas investigações do FBI. O procurador especial Robert Mueller tinha escolhido este agente para integrar a equipa que está há quase 2 anos a investigar eventuais ligações entre Donald Trump e o governo russo (muito mais tempo do que o governo levou a investigar os atentados do 11 de Setembro) sem que qualquer prova concreta tivesse sido encontrada até hoje.

 

Tornou-se publico também recentemente um memorando do Tribunal de Espionagem americano que mostra como o FBI e o Departamento de Justiça abusaram do poder para vigiar Trump e outros americanos e com base num dossiê financiado por Hillary Clinton e outros inimigos de Trump que apenas contém informação falsa sobre o presidente americano.

 

Toda esta informação continua a ser escondida de nós pela comunicação social portuguesa.

Número dois do FBI demite-se após publicação de documento que prova que FBI abusou do poder para espiar Trump e outros americanos - comunicação social ignora

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O Vice-Director do FBI Andrew McCabe tem vindo a ser protegido pela comunicação social portuguesa que se recusa a noticiar que a sua esposa recebeu cerca de 700 mil dólares de Hillary Clinton enquanto Andrew McCabe se encontrava a investigar Hillary Clinton.

 

Agora que Andrew McCabe foi forçado a demitir-se, e foi escoltado por agentes para fora da sede do FBI para não apagar ficheiros do seu computador, a comunicação social portuguesa continua a não noticiar o conflito de interesses como se recusa também a noticiar a razão que levou McCabe a ser forçado a demitir-se.

 

Andrew McCabe demitiu-se logo após ter sido publicado pelo Director de Serviços de Informação Nacionais americano o memorando oficial do  Tribunal Americano de Espionagem que mostra como o FBI e o Departamento de Justiça abusaram do poder para espiar Trump e outros americanos, e utilizaram provas que sabiam ser falsas (dossiê da Fusion GPS pago por Hillary Clinton e outros inimigos de Trump) para tentar justificar ao Tribunal de Espionagem a vigilância a Donald Trump.

 

A comunicação social portuguesa esconde-nos toda esta informação e tenta ligar a demissão de Andrew McCabe ao "azedume" que Donald Trump tem de estar a ser investigado sem apresentar quaisquer provas concretas que o presidente americano tivesse pressionado Andrew McCabe a demitir-se pelo facto de estar a ser investigado.

 

A investigação sobre a influência do governo russo sobre Donald Trump já tem quase 2 anos e nenhuma prova foi ainda obtida apesar de já terem sido gasto muitos milhões de dólares (não se sabe a quantia exacta já que o Departamento de Justiça se recusa a revelar) e apesar de a equipa de investigação do procurador especial Robert Mueller ser composta quase exclusivamente de apoiantes de Hillary Clinton que até financiaram a sua campanha presidencial, algo que a comunicação social portuguesa também se recusa a noticiar.

 

No entanto, já foram descortinadas várias ligações entre o governo russo e Hillary e Bill Clinton, Robert Mueller, e pessoas dentro do Departamento de Justiça. A ligação envolve a venda de 20% do urânio americano a uma empresa do governo russo (Rosatom/Uranium One), mas a comunicação social portuguesa recusa-se a noticiar isto e o Departamento de Justiça americano continua a arrastar essas investigações e em alguns casos, como o de Robert Mueller, ainda nem começou a investigação.

Departamento de Justiça abre 3 investigações a Hillary e Bill Clinton - comunicação social ignora

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O Departamento de Justiça está a investigar a Fundação Clinton e Hillary Clinton. Em causa está a venda de 20% do urânio americano a uma empresa pertencente ao governo russo (Rosatom/Uranium One), a utilização ilegal de um servidor privado para guardar emails do Estado e ter mentido sobre o sucedido, e o uso da Fundação Clinton como uma caixa de depósito para quem quisesse que os Clinton lhes fizessem favores especiais enquanto governantes americanos.

 

A comunicação social portuguesa está a ignorar completamente estas notícias.

Ex-líder dor Partido Democrata admite que o partido roubou a nomeação presidencial para Hillary Clinton - comunicação social ignora

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Depois de ter chamado "teorias da conspiração" a qualquer pessoa que dissesse que a nomeação tinha sido roubada a Bernie Sanders e entregue a Hillary Clinton, apesar de um estudo da Universidade de Stanford ter confirmado que esse foi o caso, a comunicação social portuguesa continua em silêncio depois de no dia 2 de Novembro de 2017 a ex-líder do partido, Donna Brazile, ter admitido que foi exactamente isso que aconteceu ao publicar um excerto do seu livro "Por Dentro do Sequestro do Partido Democrata dor Hillary Clinton" no site Politico.

 

A comunicação social portuguesa continua também a ignorar completamente, e deste modo a encobrir, todos as recentes revelações que comprovam que Hillary Clinton vendeu-se a ela e ao país que representou à Rússia, Paquistão, e muitos outros, e cometeu uma série de outros crimes.

Documentos mostram que Presidente John F. Kennedy Jr. foi alvejado de frente ao contrário da história oficial - comunicação social ignora

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Quando no final de Outubro de 2017 Donald Trump publicou a maioria dos documentos até então confidenciais sobre o assassinato de Kennedy, a comunicação social portuguesa deu destaque e noticiou que nada de novo se encontrava neles. Quando poucos dias depois o presidente Trump publicou os restantes documentos, depois de elementos da CIA e outros lhe terem dito que nunca poderiam ser publicados, a comunicação social portuguesa e internacional ignorou completamente a sua publicação, o seu conteúdo, e tem-no feito até hoje.

 

Um desses documentos contêm o testemunho do agente da CIA Potito que diz ter visto o relatório do médico legista e nele o médico conclui que Kennedy foi alvejado de frente na garganta e de lado/frente na cabeça, deixando até um buraco no para-brisas. A história oficial diz que Kennedy foi alvejado por trás. O que significa não só que não sabemos quem matou Kennedy, como existe mais que um atirador e que, mais uma vez, o governo americano e a comunicação social colaboraram para nos mentir sobre acontecimentos históricos de extrema importância.

 

Ao ignorar completamente este documento a comunicação social prova também que não nos quer informar sobre acontecimentos importantes e quer-nos ignorantes.

 

Nos documentos é possível verificar como a CIA tinha também planos para atacar os Estados Unidos com a intenção de culpar a Rússia e assim manipular o povo americano no intuito de apoiar um ataque militar contra a Rússia. Tinha ainda outro plano para atacar Miami e culpar Cuba.

 

Este ficheiro oficial Excel contém todas as ligações para os mais de 35 mil documentos publicados em formato pdf localizados no site de arquivos do governo americano.

 

A comunicação social portuguesa tem ignorou completamente esta notícia quando saiu e continua a ignorá-la até hoje.