Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

A elaborada operação anti-Trump durante a inauguração de que não é suposto sabermos

A elaborada operação anti-Trump durante inaugura

 

A comunicação social já criou a percepção de que Donald Trump é racista, xenófobo, anti-gay, anti-mulher, violador, descontrolado, ignorante e um agente russo. Durante a inauguração a intenção era criar a percepção de que não tem apoio popular, apesar de ter sido eleito presidente dos EUA há 3 meses, apesar de ter recebido o maior número de votos da história das primárias do Partido Republicano, e apesar de a votação popular ter sido cancelada durante as primárias em alguns estados como o do Colorado.


Para criar a percepção de falta de apoio popular era preciso que a área entre o Capitólio e o Monumento de Washington não enchesse, para que depois a fotografia da inauguração de Trump pudesse ser comparada com a de Obama, que teve uma plateia recorde de cerca de 1,8 milhões em 2009.


Esperar que os apoiantes de Trump não aparecessem em peso não era uma opção, por isso pela primeira vez foram erguidas vedações à volta do recinto e criados pontos de segurança que serviram como os únicos acessos ao recinto da inauguração. Estas infra-estruturas foram criadas sob o pretexto de impedir que grupos anti-Trump pudessem criar distúrbios no meio da multidão de apoiantes de Trump no recinto da inauguração. Mas o verdadeiro motivo acabou por se revelar outro no dia da inauguração.


Milhares de protestantes, pagos e não pagos, juntaram-se a grupos anti-Trump financiados pelo bilionário e admitido colaborador Nazi George Soros (entrevista ao 60 Minutos) para bloquear o acesso aos pontos de segurança. Estes actos foram apenas filmados por jornalistas independentes no local, já que a comunicação social corporativa se recusou a documentar tanto os bloqueios como as agressões cometidas por estes grupos anti-Trump.

 

 


Os planos para bloquear os acessos e agredir apoiantes de Trump já tinham sido expostos dias antes da inauguração por jornalistas independentes, como os jornalistas do Project Veritas Action, que infiltraram os grupos anti-Trump e filmaram com câmaras ocultas os seus planos e as suas ordens.

 

 


Mesmo tendo acesso a esta informação, a polícia foi incapaz de impedir que os grupos anti-Trump levassem a cabo os seus planos. A razão dessa incapacidade tornou-se evidente no dia da inauguração, quando os grupos anti-Trump foram permitidos pelas forças policiais presentes bloquear os acessos aos pontos de segurança e até agredir mulheres, como contou uma das vítimas, Melinda Price, à agência de notícias no local Infowars.

 

 


Segundo Melinda Price, ao reclamar com um polícia por não ter sido protegida quando estava a ser agredida e impedida de passar o ponto de segurança pelo grupo anti-Trump Vidas Pretas Importam (Black Lives Matter), o polícia disse-lhe que as forças policiais tinham recebido ordens para não interferir com os grupos anti-Trump.


O resultado foi que muitos milhares de pessoas não conseguiram entrar no recinto a tempo de assistir à inauguração e parte do recinto, a área mais próxima do Monumento de Washington, simplesmente não foi preenchida. Mesmo com todos os obstáculos criados aos apoiantes de Donald Trump, a comunicação social escolheu utilizar uma fotografia tirada ás 11:15, uma hora antes do discurso de Donald Trump, tentando apanhar o recinto o menos composto possível, sabendo que milhares de pessoas esperavam para entrar, e continuaram a entrar, até bem para lá das 12:30, altura em que Trump terminou o seu discurso.

 

 


Apesar de muitos milhares terem desistido de esperar nas longas filas estagnadas e terem-se dirigido para a área por trás do Monumento de Washington, e até para a ponta oposta ao Capitólio, para assistirem à inauguração pelos monitores gigantes, a comunicação social nunca mostrou imagens dessas áreas e comparou a multidão de Obama com a de Trump mostrando apenas o recinto entre o Capitólio e o Monumento de Washington. Essa comparação de fotografias foi depois utilizada pela comunicação social para criar a percepção de que Donald Trump não tem o apoio popular.

 

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