Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

A nova grande mentira dos EUA: depois das armas de destruição massiva no Iraque, agora a interferência russa nas eleições americanas

A nova grande mentira dos EUA - depois das armas d

 

Obama prepara sanções contra Rússia por alegada interferência nas presidenciais. A administração de Barack Obama pretende também "blindar" as sanções económicas e diplomáticas para que Donald Trump não possa revertê-las facilmente.

 

As acusações contra a Rússia são baseadas num relatório secreto da CIA, escrito por agentes reformados e cujas provas nunca foram reveladas, que alega que a Rússia foi responsável por penetrar os emails do Partido Democrata, entregá-los à página de internet Wikileaks, e dessa maneira expôr os crimes cometidos por Hillary Clinton, membros da sua campanha e membros do Partido Democrata (incluindo o Presidente Barack Obama) para beneficio de Donald Trump nas eleições presidenciais.

 

A comunicação social tem referido que todas as agências norte-americanas de serviços de informação apoiam a conclusão do relatório da CIA, mas as únicas declarações oficiais, tanto do FBI como do Gabinete do Director dos Serviços de Informação Nacionais, sobre a conclusão do relatório secreto da CIA são declarações de discordância devido à falta de provas concretas.

 

Craig Murray, antigo Embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, disse ao jornal Guardian no dia 11 deste mês que se encontrou com a pessoa que obteve os emails do Partido Democrata, que não é russo, que tinha acesso legal a eles e por isso não teve que penetrar o sistema:

 

"Eu encontrei-me com a pessoa que os obteve, e eles certamente não são russos e ele é alguém de dentro (do Partido Democrata ou do Governo)"

 

No entanto a declaração deste antigo Embaixador não só tem sido ignorada pela comunicação social como pela CIA e pelo Presidente dos EUA Barack Obama, que continua a acusar a Rússia de ter interferido nas eleições sem apresentar provas, e até poderá ter dito numa conferência de imprensa no dia 16 deste mês que nunca irá mostrar as provas e assim provar que elas existem.

 

Estas foram as suas declarações relativamente ás provas em que o relatório secreto da CIA se baseia:

 

"Nós iremos revelar as provas que podermos revelar de maneira segura que não comprometa fontes e métodos,”

“mas vou ser honesto convosco, quando se fala em ciber-segurança, muita desta (informação) é confidencial.”

 

Os EUA já tinham imposto sanções económicas à Rússia em 2014 quando a Rússia tomou posse de parte da Ucrânia, a zona sul chamada Crimeia.

 

Entretanto já se tornou público através de Victoria Nuland (assistente do Secretário de Estado) que o Departamento de Estado dos EUA gastou 5 mil milhões de dólares para, juntamente com o admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e bilionário George Soros, criar movimentos de divisão social que foram em grande parte responsáveis pelo derrube do governo ucraniano, facto que George Soros admitiu à CNN.

 

O Departamento de Estado dos EUA depois escolheu membros do novo governo ucraniano. O povo da Crimeia votou quase na sua totalidade favoravelmente à tomada de posse do seu território por parte da Rússia.

 

A Rússia tem uma das suas apenas 3 bases estrangeiras na Crimeia e é por isso de extrema importância. Os EUA têm mais de 800 bases activas em países estrangeiros e através da NATO (aliança militar) já instalaram um sistema de mísseis em países europeus perto da fronteira russa, algo que viola um acordo assinado por ambos depois da Guerra Fria.