Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

ALERTA! Comissão Europeia pede censura de notícias anti-sistema

comissão europeia pede censura de notícias anti-

 

A Comissão Europeia é composta por 28 comissários não eleitos pelo povo e é responsável por escrever e aprovar todas as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

O membro da Comissão Europeia responsável pela pasta da Justiça disse no dia 4 deste mês em entrevista ao Finacial Times:

 

"As últimas semanas e meses mostraram que as empresas das redes sociais têm que estar à altura do seu importante papel e acatar a sua parte de responsabilidade no que diz respeito a fenómenos como a radicalização na internet, discurso ilegal de ódio ou notícias falsas,"

 

A Comissão Europeia não só está a decidir por nós aquilo que é uma notícia falsa, e assim a tentar controlar a nossa realidade, está também a classificar como páginas de notícias falsas algumas páginas que expõem o sistema como não estando a tomar decisões para o benefício do povo e até como sendo criminoso e desumano.

 

" Se o Facebook, o YouTube, o Twitter e a Microsoft quiserem convencer-me a mim e aos ministros (dos países da União Europeia) que o método não-legislativo pode funcionar, vão ter que agir rapidamente e fazer um esforço durante os próximos meses,"

 

A Comissão Europeia está a ameaçar criar leis para censurar a internet, e assim controlar a nossa realidade e manter-nos ignorantes, através da censura de notícias anti-sistema na internet caso as empresas das redes sociais (Facebook, Twitter, Youtube e Microsoft) não o comecem a fazer de forma rápida e eficaz.

 

No entanto, as grandes agências de notícias da comunicação social que regularmente são apanhadas a mentir, e até com mentiras que enganam o público a apoiar guerras como foi o caso das notícias que davam como certo que o Iraque tinha na sua posse armas de destruição massiva, não recebem nenhuma atenção negativa por parte dos governos. As mentiras noticiadas pela comunicação social estão continuamente a ser expostas pelas mesmas páginas de internet que a Comissão Europeia agora acusa de serem páginas de notícias falsas.

 

O governo dos Estados Unidos está a proceder da mesma maneira e já se encontra no processo de criar uma divisão no Departamento de Estado com o propósito de censurar aquilo que diz serem notícias falsas, que em alguns casos são notícias que expõem o sistema e as mentiras da comunicação social através de provas documentadas.

 

A Câmara de Representantes do Congresso dos Estados Unidos já passou legislação para censurar páginas de internet que considera serem "propaganda russa". Essas páginas incluem páginas de notícias que expõem o sistema e as mentiras emitidas pela comunicação social.

 

Se ainda existiam dúvidas de que certas elites políticas estavam intencionalmente a tentar manter-nos ignorantes, as declarações da comissária da Justiça só vêm reforçar aquilo que já tinha sido exposto pela Wikileaks quando publicou este ano um email de Bill Ivey, um operativo político do Partido Democrata que fez parte do gabinete do presidente Bill Cinton:

 

"A George (revista), claro, lidou com o desenrolar dos acontecimentos de maneira leve, basicamente virada para o charme e mexericos, como a People (revista), mas aquilo com o qual estamos a lidar agora é bastante sério. Como será isto gerido no geral? A Secretária de Estado Clinton não é uma entretem, e não é uma celebridade nos moldes de Trump ou Kardashian; o que poderá ela fazer para contrariar isto? Estou certo de que os peritos baseados em sondagens têm a certeza que as coisas vão mudar para o assunto das políticas assim que as convenções terminarem, mas eu acho que não. E como mencionei, tê-mo-nos sentido satisfeitos em não dar importância ao governo, ignorar assuntos cívicos e em geral conspirar para criar uma cidadania desinformada e obediente. A desinformação (do público) mantém-se forte mas a obediência está obviamente a desaparecer rapidamente. Este problema requer séria deliberação e não apenas mensagens com alvos demográficos baseados em sondagens."