Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Colaborador Nazi financia manifestações/motins anti-Trump

Suspeito do costume e colaborador Nazi financia mo

George Soros é um multi-milionário e admitido colaborador Nazi (60 Minutos) cujos grupos que financia criam divisão social um pouco por todo o mundo e já foram responsáveis pelo derrube de governos, como recentemente na Ucrânia, onde tal como Soros disse à CNN, os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

A lista de grupos que financia é longa, mas a finalidade é sempre a mesma - influenciar ou derrubar e seleccionar governos - mesmo que ao custo de vidas humanas.

 

O seu maior alvo neste momento é o presidente Donald Trump, tal como tinha sido durante toda a campanha presidencial. Quase todos os grupos anti-Trump, do Vidas Preta Importam (Black Lives Matter) que apela com sucesso à morte indiscriminada de polícias, ao ANTIFA que agride mulheres e destrói negócios pequenos com as caras tapadas e sob o disfarce de estar a lutar contra o fascismo, são financiados directamente ou indirectamente pela sua fundação Open Society.

 

Recentemente Soros financiou a manifestação anti-Trump/anti-Milo e o grupo terrorista ANTIFA que tinham como objectivo impedir que a palestra do jornalista Milo Yiannopoulos tivesse lugar na Universidade da Califórnia em Berkeley. O seu objectivo foi alcançado com a ajuda das forças policiais de Berkeley que permitiram que o grupo ANTIFA agredisse jovens, destruísse propriedade alheia, e disparasse foguetes contra a polícia como pretexto para cancelar a palestra evocando razões de segurança. A comunicação social portuguesa branqueou completamente estes actos de violência e ódio contra apoiantes de Donald Trump e Milo Yiannopoulos.

 

Soros também tem financiado os polémicos protestos contra a ordem executiva do presidente Trump de suspender a entrada nos EUA a imigrantes de 7 países considerados de risco em termos de terrorismo islâmico durante 90, e a refugiados de todo o mundo durante 120 até que esteja pronto um sistema de verificação eficaz.

 

A Marcha das Mulheres, que atraiu cerca de 1 milhão de mulheres anti-Trump a Washington D.C. no dia depois da inauguração de Donald Trump, também foi em grande parte financiada por Soros, e até por um grupo com ligações ao grupo terrorista islâmico Hamas, chamado Associação Árabe Americana de Nova Iorque.

 

Soros e os seus grupos já foram banidos, e estão em vias de serem banidos, em vários países europeus, incluindo o seu país de origem, Hungria.

 

Soros financiou tanto a campanha de Hillary Clinton como a de Barack Obama.

 

A comunicação social portuguesa evita ao máximo falar sobre George Soros e nunca toca no seu envolvimento em movimentos sociais ou em qualquer aspecto negativo sobre Soros, como a sua condenação em 2002 e 2005 por "negociar com informações privilegiadas" (negociação de valores mobiliários baseada no conhecimento de informações relevantes que ainda não são de conhecimento público, com o objectivo de auferir lucro ou vantagem no mercado).