Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Dinheiro Vivo pede censura de agências de notícias com as quais não concorda

dinheiro vivo pede censura de agências de notíci

 

A "jornalista" Ana Rita Guerra do Dinheiro Vivo escreveu no dia 16 um artigo com o título "A trampa no Facebook que elegeu Donald Trump" onde diz que os utilizadores do Facebook que votaram em Donald Trump são o equivalente a merda e que o Facebook devia censurar agências de notícias como Breitbart ou National Enquirer porque ela acha que são mentirosos, extremistas e alimentam o ódio. Não leiam as notícias destes dois jornais e apoiem a censura de certas agências de notícias como pede a "jornalista" Ana Rita Guerra para não termos mais líderes noutros países que ela não apoia e acusa de serem mentirosos sem apresentar provas.

 

Se a  "jornalista" Ana Rita Guerra disser que este artigo é falso, então ignorem tudo o que estão a lêr.

 

O Dinheiro Vivo e a "jornalista" Ana Rita Guerra não são as únicas entidades a pedir a censura de agências de notícias com as quais não concorda. A vice-diretora de comunicações da campanha de Hillary Cinton, Christina Reynolds, já tinha expressado a sua opinião através de um email de que páginas de notícias na internet como a Breitbart:

"nem sempre gosto do que têm para dizer (comunicação social conservadora/anti-sistema), mas respeito o seu papel e o seu direito de existirem.”

"Breitbart é algo diferente,”

"Escusado será dizer que temos que derrotar estas pessoas. Mas quero derrotá-los tão decisivamente que a sua laia nunca mais se irá erguer.”

Um email publicado pela Wikileaks enviado ao chefe de campanha de Hillary Clinton também tinha mostrado a intenção de controlar a comunicação social para manter as pessoas ignorantes. Este email foi escrito por um membro do partido de Clinton, Bill Ivey, e nê-le lê-se:

"A George (revista), claro, lidou com o desenrolar dos acontecimentos de maneira leve, basicamente virada para o charme e mexericos, como a People (revista), mas aquilo com o qual estamos a lidar agora é bastante sério. Como será isto gerido no geral? A Secretária de Estado Clinton não é uma entretem, e não é uma celebridade nos moldes de Trump ou Kardashian; o que poderá ela fazer para contrariar isto? Estou certo de que os peritos baseados em sondagens têm a certeza que as coisas vão mudar para o assunto das políticas assim que as convenções terminarem, mas eu acho que não. E como mencionei, tê-mo-nos sentido satisfeitos em não dar importância ao governo, ignorar assuntos cívicos e em geral conspirar para criar uma cidadania desinformada e obediente. A desinformação (do público) mantém-se forte mas a obediência está obviamente a desaparecer rapidamente. Este problema requer séria deliberação e não apenas mensagens com alvos demográficos baseados em sondagens."