Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Ditador da Europa volta pressionar instituições privadas a decidir por nós o que é notícias falsas

Ditador da Europa volta pressionar instituições

 

"Empresas como o Facebook e a Google têm de combater a informação falsa na internet de forma vigorosa", disse à Funke Mediengruppe Jean-Claude Juncker, o presidente da Comissão Europeia não eleito pelo povo e responsável por criar e aprovar todas as leis a nível da União Europeia que compõem a maioria das leis dos países da União Europeia.

 

No dia 18 de Novembro o presidente do Facebook Mark Zuckerberg escreveu numa mensagem do Facebook que "Nós não queremos ser árbitros da verdade, mas em vez disso depender da nossa comunidade e de terceiros de confiança." e que quer "melhores sistemas técnicos para detectar aquilo que as pessoas irão classificar como falso antes de elas mesmas o fazerem."

 

Um desses terceiros de confiança que irão decidir por nós aquilo que é falso é Snopes.com, uma página de internet que consiste num casal que apoia o Partido Democrata. Todos os terceiros vão ter que seguir os parâmetros de procedimento definidos pelo Instituto Poynter, uma universidade online que consiste em 6 pessoas.

 

Tanto Snopes.com como o Instituto Poynter são financiados, entre outros financiadores da agenda do Partido Democrata como Bill Gates e Google, pelo admitido colaborador Nazi (60 Minutos) e bilionário George Soros, que através dos grupos da sua Fundação Open Society tem criado movimentos sociais que culminaram no derrube de governos como no caso recente da Ucrânia, onde segundo George Soros disse à CNN os seus grupos tiveram um papel importante nos acontecimentos.

 

A DC Leaks já tinha publicado documentos onde George Soros mostra claramente a sua intenção em entregar o controlo da internet ás Nações Unidas para que essa instituição possa banir notícias com ponto de vista conservador e para que promova notícias patrocinadas por Soros.

 

Isso pode ser verificado no documento da Fundação Open Society publicado pela DC Leaks com o título "Estratégia Proposta para 2014"que descreve certos objectivos de 2014 a 2017 e onde se pode lêr também como ter mão no controlo/censurada da internet para seu próprio beneficio é outro dos objectivos da Open Society:

 

"Uma razão para esta falha pode ser que os principais grupos/movimentos de direitos digitais têm-se desenvolvido separadamente e a uma certa distancia dos grupos tradicionais de liberdade de expressão (embora isto esteja a começar a mudar). A Iniciativa de Justiça, trabalhando com outros programas da Fundação Open Society que financiam algumas das principais entidades em ambos os sub-grupos, está bem posicionada para ajudar a colmatar a falha e promover o uso e desenvolvimento de lei internacional da liberdade de expressão no ambiente da internet."

 

"Mas também está a revelar desafios não referenciados, incluindo falta de regulação de operadores privados capazes de decidir, sem os devidos processos de diligência, que informação é retirada da Internet e que informação permanece. Uma 'corrida ao fundo' resulta das agendas de governos não-democráticos que procuram impor a sua hostilidade sobre discurso livre no ambiente geral da internet. Procuramos assegurar que, de entre as normas emergentes em diferentes partes do mundo, aqueles que mais apoiam a Open Society ganhem influência."

 

A controvérsia das noticias falsas foi criada por Hilary Clinton (cuja campanha presidencial foi fortemente financiada por Soros) e pelo Partido Democrata durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos quando inúmeras notícias revelaram emails do Partido Democrata e de alguns dos seus membros. Esses emails tinham sido publicados em primeira mão pela Wikileaks e provam vários crimes graves e expõem mentiras por parte de Hillary Clinton e membros do partido, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

 

Subsequentemente Hillary Clinton, Barack Obama e o Partido Democrata acusaram a Rússia de estar por detrás do suposto roubo dos emails e basearam toda a sua acusação num relatório secreto escrito por agentes reformados da CIA cujas supostas provas nunca foram reveladas.

 

O antigo embaixador do Reino Unido para o Uzbequistão, Craig Murray, já veio a publico dizer que foi ele que em nome da Wikileaks obteve os emails do Partido Democrata num encontro cara-a-cara numa mata de Washington D.C.. Disse que quem lhe entregou os emails era um intermediário e que as pessoas que conseguiram os emails não são russas e tinham acesso legal aos emails.

 

Das supostas fontes de notícias falsas sob fogo dos governos norte-americano e europeu não consta nenhuma das muitas agências de notícias que durante meses, e até ao último dia, noticiaram que Hillary Clinton ia vencer as presidenciais, baseando-se em sondagens manipuladas em que o número de inquiridos apoiantes do partido de Hillary era superior ao número de apoiantes do partido de Trump.

 

Depois da invasão do Iraque por parte dos Estados Unidos ficámos a saber que o pretexto que lançou a invasão (que o Iraque possuía armas de destruição massiva e que estava a albergar a Al-Qaeda) era falso. Quase toda a comunicação social noticiou o pretexto como facto, mas quando esse facto foi provado ser mentira nenhuma entidade governamental tentou censurar ou classificar a maioria da comunicação social como fontes de notícias falsas.

 

Organizações independentes de notícias tentaram na altura alertar as populações sobre as mentiras dos governos e da comunicação social que permitiram a invasão do Iraque. Hoje muitas dessas organizações estão a ser classificadas como fontes de notícias falsas ou de teorias da conspiração.

 

Elas são também as organizações independentes de notícias que nos anos 90 nos alertavam, com base em provas concretas e testemunhas, que a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) andava a espiar a população mundial e que o grupo Bilderberg existia enquanto a comunicação os classificava de malucos das teorias da conspiração.

 

O que mudou de lá para cá nessas organizações independentes não foi a precisão das suas notícias mas sim a sua popularidade. E com essa popularidade aumentou também a sua eficácia na guerra de informação contra a comunicação social corporativa, os governos e instituições corruptas e os poderes por trás delas.