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Chave Mestra

Chave Mestra

Elementos do FBI e Departamento de Justiça envolvidos em negócio de venda de urânio americano ao governo russo tentaram incriminar Trump para se protegerem - comunicação social ignora

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E-mails e mensagens de telemóvel recentemente obtidas pelo Congresso dos EUA mostram que o chefe de Contra-Informação do FBI, Peter Strzok, a 15 de Agosto de 2016 (a meio da corrida eleitoral americana entre Trump e Hillary) enviou uma mensagem à sua amante e e também agente do FBI, Lisa Page, a dizer o seguinte:

 

"Eu quero acreditar no caminho que sugeriste que considerássemos no gabinete do Andy (actual vice-director do FBI Andrew McCabe) - de que não há maneira nenhuma de ele (Trump) ser eleito (presidente) - mas receio que não podemos tomar esse risco."

 

No momento em que enviou esta mensagem, Peter Strozk encontrava-se a investigar Hillary Clinton e o seu uso indevido de servidores privados para tratar de assuntos do Estado e receber e enviar informação confidencial (o que é ilegal), algo que disse ao Congresso não ter feito. Sabe-se hoje que também mentiu ao Congresso acerca de ter entregue todos os e-mails relacionados com assuntos do Estado e apagou-os permanentemente recorrendo à empresa especializada BlechBit.

 

O Congresso também descobriu recentemente que o agente do FBI Peter Strozk foi o mesmo agente responsável por alterar as declarações do Director do FBI James Comey sobre a investigação a Hillary Clinton, trocando a palavra negligência (crime) por desleixe (não crime), que resultou na recomendação de James Comey de não iniciar um processo contra Hillary Clinton por parte do Departamento de Justiça.

 

O Congresso descobriu também que Peter Strozk esteve directamente envolvido na investigação e na entrevista ao ex-Conselheiro de Segurança Nacional de Trump, General Michael Flynn, sobre ligações à Rússia. A entrevista que Peter Strozk levou a cabo está agora a ser utilizada pelo Departamento de Justiça para tentar prender Michael Flynn por alegadamente ter respondido falsamente a uma das perguntas.

 

O General Michael Flynn foi director dos Serviços de Informação Militares sob Barack Obama e foi ele um dos primeiros a avisar o público que o governo de Obama estava a apoiar o Estado Islâmico.

 

O agente do FBI Peter Strozk também enviou e-mails à sua amante mostrando ser contra Trump e a favor de Hillary, dizendo o seguinte:

 

"Eu posso proteger o nosso país a muitos níveis."

 

"Hillary Clinton devia ganhar 1.000.000 a 0."

 

No Departamento de Justiça, Bruce Ohr utilizou milhões de dólares do Estado para contratar a sua esposa, Nellie Ohr, que trabalhava então para a Fusion GPS, no intuito da investigação à ligação de Trump ao governo russo ainda durante a campanha presidencial. A Fusion GPS, liderada por um ex-espião britânico com ligações russas, criou o relatório falso/inventado que serviu como base para justificar a vigilância por parte do governo de Obama ás comunicações da campanha eleitoral de Donald Trump, e também para iniciar todas as acusações de que Trump é um agente russo. Este relatório falso/inventado foi também financiado por Hillary Clinton, através do seu advogado, e por outros opositores de Trump durante as eleições presidenciais.

 

Segundo documentos oficiais publicados pela Wikileaks, Robert Mueller, ex-director do FBI e actual procurador especial para investigar ligações entre Trump e o governo russo, em 2009 entregou secretamente, sob ordens da então Secretária de Estado Hillary Clinton, uma amostra de urânio americano a uma empresa pertencente ao governo russo que viria na sequência a comprar 20% do urânio americano.

 

Em troca, Robert Mueller recebeu acções de um fundo de investimento com ligações ao governo russo (Mellon Optima L/S Strategy Fund, LLC), e onde o investimento mínimo é 10 milhões de dólares, sem ter que investir qualquer dinheiro nessas acções. Hillary Clinton por sua vez recebeu cerca de 140 milhões de dólares que foram pagos à Fundação Clinton por outra empresa russa. Robert Mueller, então director do FBI, impediu qualquer investigação a estas transacções.

 

Rod Rosenstein, actual Vice-Procurador Geral, também esteve envolvido na venda do urânio. Na altura era procurador federal do estado de Maryland e ignorou testemunhos de informadores do FBI sobre a venda do urânio americano à Rússia, o que tornou mais difícil uma investigação a esse caso. Rosenstein foi também quem nomeou Robert Mueller para procurador especial para investigar ligações entre Trump e o governo russo.

 

A esposa do actual vice-director do FBI Andrew McCabe recebeu 700 mil dólares do Partido Democrata para concorrer ao cargo de Senadora no estado de Virginia. Apesar de ter contado com o apoio do seu marido, que utilizou ilegalmente a sua posição dentro do FBI para promover a sua campanha, a senhora McCabe acabou por ser derrotada. O que não a impediu de ficar com as centenas de milhares de dólares que não gastou na sua campanha.

 

Isto tudo aconteceu enquanto Andrew McCabe estava a investigar Hillary Clinton pelo seu uso ilegal de servidores privados enquanto Secretária de Estado, e enquanto Hillary Clinton concorria à presidência dos EUA pelo Partido Democrata contra Donald Trump.

 

Bruce Ohr e Andrew McCabe recusaram-se recentemente a comparecer perante o Congresso para responder a perguntas.

 

Andrew McCabe já anunciou que se vai reformar, mas apenas depois de atingir o prazo a partir do qual terá direito a uma robusta pensão vitalícia do Estado.

 

Toda esta informação tem sido completamente ignorada pela comunicação social.