Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Estudo fraudulento utilizado para exagerar aquecimento global e influenciar Acordo de Paris, diz cientista da NOAA

Leituras de temperatura foram manipuladas para exa

 

O novo escândalo climático´é quase uma repetição do escândalo de 2009 em que foi exposto que cientistas que queriam desonestamente provar que existe aquecimento global causado pela actividade humana, foram apanhados a enviar emails para mais de mil universidades com ordens para manipular temperaturas e previsões de maneira a exagerar o aquecimento global e ligá-lo ás emissões de dióxido de carbono derivadas da actividade humana.

 

Desde então a manipulação só tem piorado, ao tornar-se evidente que entre 1998 e 2013 não se registou aquecimento global enquanto as emissões de dióxido de carbono aumentavam, contrariando a tese de que as emissões de dióxido de carbono derivadas da actividade humana estariam a causar aquecimento global.

 

A vaga de manipulação de estudos climáticos culminou em 2015, na véspera do Acordo de Paris, quando um estudo fraudulento da NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA) foi publicado à pressa com o claro intuito de convencer líderes mundiais de que o aquecimento global é real e está a ser causado pelas emissões de dióxido de carbono derivadas da actividade humana.

 

Informação privilegiada foi partilhada com o Daily Mail por John J. Bates, um cientista de destaque dentro da NOAA, instituição responsável também pela recolha de temperaturas por todo o mundo que serviram como base para o estudo fraudulento. John J. Bates foi até ao final de 2016 consultor da NOAA para a área de dados científicos, clima e satélites e foi condecorado em 2014 pelo presidente Barack Obama.

 

Segundo John J. Bates, o estudo da NOAA é impossível de ser verificado ou reproduzido por outros cientistas, as suas leituras de temperatura foram manipuladas e o seu modelo de previsão tinha graves falhas informáticas que nunca foram ultrapassadas, mas foi na mesma utilizado por governos, como o dos EUA e Reino Unido, como prova científica de que tinha sido de facto verificado aquecimento global entre 1998 e 2013, ao contrário do que outros estudos comprovavam.

 

Esta revelação está ser ignorada pela comunicação social, e os pedidos do Congresso dos EUA para esclarecimentos estão a ser ignorados pela NOAA. Em 2015 quando o estudo da NOAA foi anunciado, toda a comunicação social lhe deu destaque e falsamente noticiou que entre 1998 e 2013 tinha-se verificado aquecimento global.

 

Este estudo da NOAA foi utilizado para influenciar decisivamente o Acordo de Paris que impõe taxas e limites nas emissões de dióxido de carbono dos países que fazem parte do acordo, impedindo a economia de se desenvolver nos países do 1º mundo que têm que pagar mais por energia, já que as energias renováveis são 3 a 5 vezes mais caras, e são obrigados a pagar pelas energias renováveis dos países do 3º mundo, o que impede estes países de se industrializarem e saírem da pobreza já que serão obrigados a recorrer a energias renováveis, que são caras demais para competir com países como a China ou a Índia que não têm os mesmos limites e taxas sobre as suas emissões de dióxido de carbono.

 

Ao mesmo tempo, 10 biliões de dólares (pagos por todos nós e tal como já tinha sido proposto no fórum Davos) serão durante 10 anos afunilados para uma instituição privada quer irá gerir esse dinheiro independentemente e com o objectivo de salvar o mundo do aquecimento global. Milhares de milhões irão também acabar nas mãos de accionistas dos centros de câmbio de carbono por onde todo o dinheiro das taxas de carbono terá que passar.

 

Os accionistas desses centros de câmbio de carbono são as mesmas pessoas que têm impulsionado o movimento para taxar as emissões de dióxido de carbono durante décadas, como Al Gore, Barack Obama, Bill Gates, e muitos outros multi-milionários e membros das elites.

 

O banco de ideias Clube de Roma, do qual o dono da TVI, Nicolas Berggruen, faz parte, é uma instituição conhecida por criar ideias políticas sobre o ambiente que mais tarde são adoptadas pelos países membros da Organização das Nações Unidas, da qual Portugal faz parte, já que o Clube de Roma é um consultor das Nações Unidas.

 

Num excerto de uma das suas publicações de 1990 “A Primeira Revolução Global”, página 75, lê-se:

“O inimigo comum da humanidade é o Homem. Na busca por um novo inimigo para nos unir, nós tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e outros tais exemplos serviriam esse propósito. Todos estes perigos são causados por intervenção humana, e é apenas através da mudança de atitudes e comportamentos que podem ser superados. O verdadeiro inimigo é então a própria humanidade.”

 

Edward Snowden, antigo analista da NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA), desertou há poucos anos da agência levando consigo documentos oficiais para a Rússia, país para onde escolheu ir para não ser deportado para os EUA onde seria julgado como traidor por ter revelado como a NSA tem estado a espiar toda a população mundial criminosamente.

 

Snowden disse numa recente entrevista à Tribuna Moscovita que tem documentos que provam que a CIA (agência de serviços de informação dos EUA) deliberadamente orquestrou o mito do aquecimento global nos anos 50 com o objectivo de desviar a atenção da comunidade científica dos perigos da corrida ás armas nucleares da altura, e para solidificar o seu controlo sobre as instituições de pesquisa científica.

“Tenho documentos que mostram que a CIA inventou tudo isto,”

“O aquecimento global foi inventado para assustar as pessoas, e também para as distrair de outros perigos como as armas nucleares.”

“A CIA deu milhões de dólares a qualquer cientista que confirmasse a teoria, muitos cientistas sem escrúpulos fizeram o que lhes foi mandado para receber o dinheiro. Hoje existe tanta informação falsa para confirmar que o aquecimento global “existe”, que já convenceram toda a gente que é real.”