Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Lusa prova que faz parte da operação corporativa anti-Trump de mentiras e desinformação

Lusa prova que faz parte da operação corporativa

 

No seu artigo de hoje sobre a entrevista do chefe-estratega de Trump, Steve Bannon, ao New York Times, a Lusa atinge-nos com mentiras e desinformação durante quase todo o artigo, começando pelo título.

 

A Lusa pega na declaração de Bannon "A imprensa deve ser prejudicada e humilhada, deve calar-se e escutar por um instante", devido ás constantes mentiras e desinformação, e cria o título com um significado muito diferente "Assessor de Trump manda calar a imprensa por ser o "partido da oposição"", numa clara tentativa de manipular a percepção que o público tem de Steve Bannon.

 

A razão para Bannon chamar à comunicação social o "partido da oposição" é evidente para qualquer pessoa que tenha consultado os emails do Partido Democrata publicados pela Wikileaks e que a Lusa e a restante comunicação social corporativa se recusaram a noticiar. Nos emails é possível verificar como o Parido Democrata trabalhou secretamente com a campanha de Hillary Clinton, e ambos trabalharam secretamente com a comunicação social, com o objectivo de derrotar Bernie Sanders nas primárias e Donald Trump nas presidenciais. As revelações resultaram até na demissão das últimas duas chefes do Partido Democrata Debbie Wasserman-Schultz e Donna Brazile.

 

"disse Bannon ao The New York Times, jornal que foi duramente criticado por Donald Trump."

 

A Lusa não diz agora, nem disse na altura, que o New York Times publicou várias notícias falsas para manchar a imagem de Trump e ajudar Hillary Clinton nas presidenciais, e continua a publicá-las agora para manchar a sua imagem e tentar criar um apoio popular para o retirar do poder. Entre as maiores mentiras encontra-se a que Hillary Clinton ia vencer as presidenciais, que a CIA está contra Trump, que Trump é um agente russo, e que Trump removeu o busto de um activista preto do seu escritório da Casa Branca assim que foi eleito.

 

"Steve Bannon acusou também a imprensa de ter sido ativista da campanha de Hillary Clinton,"

 

A Lusa não reportou durante as presidenciais, e continua a não reportar agora, que os emails publicados pela Wikileaks comprovam que a comunicação social colidiu com a campanha de Hillary Clinton para derrotar Trump, o que resultou na demissão da chefe do Partido Democrata Donna Brazile que trabalhou para a CNN e deu em avançado à campanha de Hillary perguntas de um debate durante as primárias, e até mentiu publicamente que não o tinha feito.

 

"Os comentários de Steve Bannon aumentam a campanha da Casa Branca para desacreditar a imprensa e ocorrem depois de Donald Trump ter afirmado no sábado que os jornalistas estavam entre as "pessoas mais desonestas do mundo"."

 

Foi a comunicação social que começou a campanha para desacreditar Trump e foi a comunicação social que se desacreditou a ela própria com essa mesma campanha iniciada quando Trump começou a ganhar apoio popular durante as primárias.

 

A Lusa também não clarifica aqui que Trump acusou a comunicação social de estar entre as "pessoas mais desonestas do mundo" porque a comunicação social tinha acabado de falsamente acusá-lo de ter removido o busto de um activista preto do seu escritório da Casa Branca assim que foi eleito.

 

"Questionado sobre a credibilidade do porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, depois de ter feito uma conferência de imprensa em que insistiu em informações falsas, Steve Bannon disse: "Achamos que é um distintivo de honra"."

 

A Lusa fala em informações falsas dadas pelo porta-voz da Casa Branca mas não diz quais são essas informações falsas nem apresenta provas sobre a falsidade de qualquer informação. A Lusa apenas tenta ditar-nos a realidade sabendo que a maioria de nós não vai verificar aquilo que lê na comunicação social.

 

Apesar da recente humilhação que a comunicação social acabou de passar devido ás sondagens que davam como certa a vitória de Hillary Clinton nas presidenciais estarem completamente erradas (porque foram manipuladas para esse efeito), a comunicação social continua a fazer a mesma coisa mas agora com sondagens sobre a popularidade de Trump, que tal como as sondagens durante as presidenciais, foram feitas a partir de amostras que contêm mais apoiantes do partido de Hillary Clinton, o Partido Democrata, do que do partido de Trump, o Partido Republicano. Obviamente o resultado de tais sondagens dá fraca popularidade a Trump.

 

A comunicação social está agora também falsamente a acusar Trump de estar a mentir e tentar desacreditar a comunicação social quando é a comunicação social que tem feito isso a Trump. Dessa medida a comunicação social está adoptar a mesma estratégia que Hillary Clinton e o Partido Democrata usaram contra Trump durante as presidenciais, ao acusarem-no de ser um agente russo quando foi Hillary quem vendeu 20% do urânio dos EUA ao governo russo e recebeu dinheiro para a sua campanha presidencial de países como a China e a Arábia Saudita, o que é ilegal, e ao acusarem os apoiantes de Trump de serem violentos, quando os emails publicados pela Wikileaks e os vídeos de câmara oculta da Project Veritas Action mostram que a campanha de Hillary, e o seu partido, pagaram a pessoas para que estas se disfarçarem de apoiantes de Bernie Sanders e fossem provocar confrontos físicos com apoiantes de Trump.

 

Estas são apenas duas entre muitas outras acusações falsas feitas contra Trump de que Hillary Clinton e o seu marido são comprovadamente culpados.