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Chave Mestra

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Lusa volta a mentir aos portugueses sobre Donald Trump

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No seu artigo de dia 28 "Trump assina decreto para impedir entrada no país de "terroristas islâmicos radicais"", a Lusa e as outras agências que publicaram o seu artigo voltaram a mentir-nos em relação a Donald Trump, dizendo que os refugiados sírios serão permanentemente proibidos de entrar nos Estados Unidos, quando a proibição é temporária.

 

Para além da paragem temporária do acolhimento de refugiados até que um novo sistema de verificação de estrangeiros esteja pronto, a administração de Donald Trump vai também suspender a entrada de pessoas com 7 nacionalidades diferente, com algumas excepções.

 

Donald Trump está a implementar uma medida que já tinha sido anteriormente aplicada por Barack Obama, mas na altura nem a comunicação social criticou a medida nem se viram protestos nas ruas e nos aeroportos. O mesmo também não aconteceu quando Obama recentemente decretou que os EUA já não iriam receber mais refugiados cubanos.

 

Enquanto presidente dos EUA, Barack Obama impediu a entrada de refugiados iraquianos nos EUA por 6 meses, e mais tarde acrescentou à lista outros 6 países, os mesmos que compõem a lista total de 7 países aos quais Donald Trump impôs uma restricção temporária de acesso aos EUA que irá durar 90 dias.

 

Os 7 países foram considerados pela administração de Obama, e agora também pela de Trump, como países de alto risco em termos de terrorismo islâmico. À excepção do Irão, a lista é composta por países que os EUA bombardearam recentemente e onde se sabe que existe uma presença forte de grupos terroristas islâmicos. Cidadãos desses países têm consistentemente estado entre a vaga de assassinatos, violações e crimes violentos que têm varrido a europa e que têm sido encobertos pela comunicação social, polícias e partidos políticos.

 

Durante os próximos 90 dias, a administração de Donald Trump quer trabalhar para pôr em prática um sistema que possa verificar com eficácia quem são as pessoas desses países de risco que querem entrar nos EUA, o que não tem acontecido até agora. Ao mesmo tempo o governo americano vai tentar recolher informação sobre as pessoas desses 7 países que estão a tentar entrar nos EUA neste momento, para que aquelas que não apresentam risco possam entrar em breve.

 

Existem 46 países predominantemente islâmicos no mundo e estas restricções estão a afectar apenas 7, o que é longe de uma proibição a países muçulmanos como a comunicação social, as elites políticas e os manifestantes profissionais têm repetido incansavelmente.

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