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Chave Mestra

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Multidão de migrantes islâmicos pegou fogo a igreja alemã e disparou foguetes contra civis e polícia

Multidão islâmica deitou fogo a igreja na Aleman

 

A comunicação social portuguesa recusou-se a noticiar os crimes violentos de ódio cometidos em Dortmund na passagem de ano por uma multidão de cerca de 1000 migrantes islâmicos.

 

A ocasião da passagem de ano em países tradicionalmente cristãos exalta crentes islâmicos já que a passagem de ano marca uma data após o nascimento de Jesus Cristo, que é odiado por muitos islâmicos.

Segundo a WDR a multidão islâmica disparou fogo de artifício contra homens, mulheres, crianças, pessoas sem-abrigo em diferentes pontos da cidade incluindo à porta da igreja Reinold e contra a igreja, pegando fogo ao telhado, e mais tarde também contra a polícia quando esta tentou impedir o lançamento de foguetes.

 

Em fotografias da multidão é visível uma bandeira da oposição síria e do Exército Sírio Livre, o grupo militar de oposição ao governo sírio financiado pela Europa e Estados Unidos e considerado moderado pela comunicação social e governos do ocidente mas que já foi por inúmeras vezes exposto como terrorista e aliado da Al-Qaeda e Estado Islâmico, incluindo por jornalistas de agências de notícias do ocidente.

 

A polícia de Dortmund considerou que no geral a noite de passagem de ano foi calma, mas as imagens não só mostra o contrário mas mostra também que as forças policiais não tiveram elementos suficientes para responder aos crimes violentos junto à igreja Reinold e só apreenderam alguns dos migrantes islâmicos violentos.

 

 

No dia 17 de Dezembro, Dortmund já tinha sido palco de uma manifestação por parte de cerca de 4000 migrantes islâmicos com bandeiras da Turquia e da oposição terrorista síria que protestavam supostamente contra a guerra e morte de inocentes em Alepo, numa altura em que as forças militares sírias e russas estavam prestes a libertar completamente a cidade do controlo dos terroristas que querem derrubar o governo sírio e que têm, segundo relatos documentados da população que tem sido libertada em Alepo, bombardeado e assassinado a população de Alepo, impedido-a de fugir e impedido-a de receber comida proveniente de ajuda humanitária.

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