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Chave Mestra

Chave Mestra

New York Times admite que afinal apenas 4, e não 17 agências de espiões americanas, concordaram que a Rússia tentou influenciar eleições presidenciais americanas - comunicação social ignora

New York Times admite que afinal apenas 4 e não 1

 

O New York Times, uma das organizações de notícias corporativas que tem propagado a notícia sobre a opinião unânime das 17 agências de espiões americanas que depois é repetida pela comunicação social corporativa portuguesa, admitiu no dia 29 de Junho que essa notícia é falsa e que o relatório em que se baseia diz que apenas 3 agências dos serviços de informação (FBI, CIA e NSA) e o ex-director dos Serviços de Informação Nacionais James Clapper (o homem que criou a mentira das armas de destruição massiva no Iraque) concluíram que o governo russo tentou influenciar as eleições presidenciais norte-americanas de modo a eleger Donald Trump. Isto já tinha sido admitido pelo próprio James Clapper perante o Senado em Maio mas também na altura a comunicação social escolheu esconder-nos a informação.

 

A União Europeia, quase toda a Europa, o Vaticano, a Arábia Saudita (que publicamente admitiu ter financiado campanha de Hillary Clinton), a China, o México, o Canadá e muitos outros tentaram publicamente influenciar as eleições americanas contra Donald Trump, tentando até retratar Trump como racista e nazi sem apresentar quaisquer provas que suportassem tais acusações, mas absolutamente nenhum relatório foi escrito por analistas dos serviços de informação americanos a referir isso nem nenhuma organização de notícias corporativa acusou esses governos de estarem a tentar influenciar as eleições de modo a ajudar Hillary Clinton, a rival de Trump nas eleições.

 

A comunicação social portuguesa, depois de por várias vezes ter recorrido à notícia falsa de que 17 agências de espiões americanas acreditam que a Rússia interferiu nas eleições americanas para ajudar Trump, agora ignora completamente quando até o New York Times admite que notícia estava errada, provando que a sua intenção não é informar os portugueses mas sim fazer-nos acreditar na narrativa de que Trump é um agente russo apesar de não existir nenhuma prova disso após quase um ano de investigações federais sobre alegadas ligações entre membros da campanha presidencial de Trump e o governo russo. E mesmo depois de o ex-director do FBI James Comey ter sido forçado a admitir no mês passado perante o Senado americano que Trump nunca esteve sob investigação. Todos estes são factos que a comunicação social portuguesa também escolheu não noticiar com o claro intuito de nos fazer acreditar que Trump é um agente russo.