Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

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Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

Política europeia já matou mais de 4.200 no Mediterrâneo este ano

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Este número já é superior ao total do ano passado, que tinha sido o pior até à data. Desde o início que o objectivo principal das missões da Frontex no Mediterrâneo é dissuadir a travessia, mas tem acontecido exactamente o oposto sem que nenhuma mudança tivesse sido feita.

 

Esta crise já foi utilizada também para retirar o poder aos países da União Europeia sobre as suas fronteiras externas, já que a Comissão Europeia, um corpo não eleito pelo povo com o poder exclusivo de criar leis para a União Europeia, ditou que as fronteiras externas da União Europeia fossem comandadas pela própria Comissão Europeia.

 

No passado recente tivemos um país distante com um problema similar que conseguiu resolvê-lo de maneira simples e rápida. Quando a Austrália se deparou com um fluxo crescente de naufrágios de refugiados e imigrantes ilegais que tentavam chegar ao seu país, o seu governo tomou a decisão de informar os países de origem que se os seus habitantes tentassem entrar na Austrália de forma ilegal não iriam ser recebidos. Depressa os barcos pararam de chegar e os naufrágios acabaram.

 

Desde 2006 que a União Europeia tem nos mares da Grécia uma operação conjunta de nome Poseidon com o objectivo de combater a imigração ilegal através da recolha de informação sobre rotas e costumes de traficantes de pessoas na área. O orçamento da operação Poseidon em 2008 era 400.000€ para quase um ano inteiro, hoje é de 18 milhões de euros por ano, com uma operação irmã à costa da Itália, Triton, de 38 milhões de euros, com fundos adicionais para as duas de 26 milhões de euros, e com um próximo orçamento anual para dividir entre as duas de 45 milhões de euros.

 

Em Março de 2015 a Wikileaks disponibilizou um documento restrito do Conselho da UE, escrito pelo Conselho Militar da UE, com um plano para a chamada crise migratória no Mediterrâneo e com o objectivo principal de reduzir significativamente o fluxo migratório e tráfico de pessoas. Este objectivo seria atingido não só através da recolha de informação sobre as atividades de tráfico de pessoas, como na operação Poseidon, mas também com o seu consequente desmantelamento, explicitando também a importância de não publicitar os resgates de modo a não incentivar a travessia ilegal.

12. (…) Operações de resgate levados a cabo durante esta operação não deverão ser publicitadas de modo a evitar a criação de incentivo para os migrantes.

16. (…) O Comité Militar da União Europeia considera que um indicativo de Estado Final militar seja: o fluxo de migrantes e actividades de tráfico de pessoas tenha sido significativamente reduzido. (…)

39. O Comité Militar da União Europeia refere que a estratégia de informação deve evitar sugerir que o foco é resgatar migrantes no mar mas frisar que o alvo da operação é desmantelar o modelo de negócio do tráfico de pessoas. Ao fazê-lo a operação irá indirectamente contribuir para redução de perdas de vida no mar. (…)

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/02/eu-military-refugee-plan-eumc.pdf

 

O fluxo tem vindo a aumentar desde 2006 sem que nenhum reajuste tenha sido feito ao plano ou à política de abordagem à crise. A recolha de informação das actividades de tráfico de pessoas ao longo de quase uma década não foi eficaz em sequer impedir que o fluxo de travessias ilegais aumentasse. Parece haver algo de fundamentalmente errado com esta política e não é o aumento de orçamento que tem mudado isso, mas a UE parece continuar com a mesma política.

 

A própria Itália, altamente endividada, tem gasto ainda mais dinheiro que a UE (9 milhões de euros por mês) na sua própria operação, Mare Nostrum, com o objectivo apenas de resgatar refugiados e imigrantes ilegais de naufrágios e prender traficantes, pondo de parte tentar dissuadir mais travessias perigosas.

 

A pedido da Grécia, Turquia e Alemanha, em Fevereiro a UE requisitou uma intervenção da NATO para combater o crime organizado e o tráfico de pessoas. Dado o historial da NATO, e os interesses geoestratégicos que tem na região do Mediterrâneo sul e este, esta solução mais parecia ser um problema, o que se tem confirmado desde então.

 

A Frontex admitiu num relatório que não pode rastrear parte dos mais de 1,8 milhões de imigrantes ilegais que entraram na UE em 2015. A Frontex é a autoridade europeia responsável por regular o fluxo de imigrantes nas fronteiras da União Europeia.

 

A Frontex disse que os Estados-Membros da União Europeia tinham reportado um recorde de 1.82 milhões de travessias ilegais em 2015, um recorde 6 vezes superior ao antigo registado em 2014.

 

Avisou que um “número estonteante” de cidadãos da União Europeia viajaram para a Síria para lutar pelo Estado Islâmico e que estão agora a fazerem-se passar de refugiados para entrar na Europa.

“Os ataques de Paris de Novembro de 2015 claramente demonstraram que fluxos migratórios irregulares podiam ser utilizados por terroristas para entrar na União Europeia,” diz a Frontex no seu relatório.

“sem uma verificação forte ou medidas de coações para aqueles que fazem falsas declarações, há um risco que algumas pessoas que representam uma ameaça de segurança para a União Europeia podem estar a tomar partido desta situação.”

Segundo números oficiais de várias instituições, cerca de 80% destes supostos refugiados são na verdade homens entre os 15 e 35 originários de vários países do Médio Oriente e Norte de África que estão a ser chamados de migrantes económicos, ou seja, estão a mudar de país para ter acesso a dinheiro, por esta razão os países que oferecem subsídios são os destinos preferidos destes refugiados/migrantes.

 

Os países mais ricos do Médio Oriente continuam a não receber refugiados. A Arábia saudita já se justificou dizendo que terroristas podem estar escondidos entre esses refugiados, tal como o Estado Islâmico disse que iria fazer.

 

Peter Sutherland, conselheiro especial da ONU para as migrações, chefe não executivo da Goldman Sachs, membro do Grupo Bilderberg, antigo chefe da BP e que empurrou a Irlanda para o Euro quando esta era a mais dinâmica economia da Europa e rapidamente se tornou altamente endividada, disse em 2012 que precisamos de mais multi-culturalismo, de acabar com a homogeneidade europeia e que a migração é uma dinâmica crucial para o crescimento económico da Europa.

 

A guerra que o Estado Islâmico trouxe para dentro da Síria é um dos principais causadores desta onda de refugiados que está a ser permitida entrar na Europa ilegalmente há anos, e cujo número é impossível de provar mas que se estima estar acima dos 5 milhões.

 

Um documento do Departamento de Defesa dos EUA mostra como houve intenção da administração do presidente dos EUA de permitir a ascensão do Estado Islâmico.

 

https://noticiososite.files.wordpress.com/2016/03/pg-291-pgs-287-293-jw-v-dod-and-state-14-812-dod-release-2015-04-10-final-version11.pdf

 

Recentemente os EUA iniciaram uma invasão militar terrestre da Síria em conjunto com o exército turco.

 

O General Wesley Clark disse em 2007 que um General do Pentágono lhe contou que existe um plano, anterior aos ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, para invadir 7 países em 5 anos no médio oriente. Desses 7, os EUA só ainda não tinham invadido a Síria e o Irão até agora, embora estivessem já há anos a treinar e armar grupos rebeldes, que lutam lado a lado e têm ligações com a Al-Qaeda e o Estado Islâmico, para derrubar o governo sírio.

 

A grande maioria dos refugiados/migrantes que chegam à Europa vêm desses países invadidos: Iraque, Sudão, Somália, Líbano, Líbia e Síria.