Mentiras da comunicacao social e noticias censuradas.

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Chave Mestra

Mentiras da comunicação social e notícias censuradas

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Presidente da França diz que o povo americano não decide o seu próprio futuro

Presidente da frança diz que o povo americano nã

 

Há duas semanas o chefe de Estado francês, François Hollande, apelou ao Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para que "respeite os compromissos" assumidos no acordo sobre as alterações climáticas assinado no final do ano passado em Paris.

 

O Acordo de Paris é na verdade um tratado e nunca foi aprovado pelo Congresso dos Estados Unidos, que representa o povo dos Estados Unidos.

 

Este tratado vai impedir que os países do terceiro mundo se industrializem obrigando-os a produzir e consumir energia cara muito acima das suas capacidades financeiras, garantindo que nunca deixarão de ser países do 3º mundo. Vai também criar mais dívida aos países do 1º mundo, já demasiadamente endividados, que serão obrigados a pagar não só os seus próprios custos de energia cara mas também os custos de energia cara dos países do 3º mundo.

 

Com o acordo de Paris as corporações podem emitir o CO2 que quiserem desde que paguem taxas de carbono. Todas estas taxas de carbono (dinheiro) são depois canalizadas para centros de câmbio de carbono que pertencem ás mesmas pessoas que nos tentaram convencer que as emissões de CO2 são responsáveis por aquecimento global ou mudanças climáticas e que existe um consenso cientifico sobre isto. Os donos desses centros de carbono vão fazer fortunas com o negócio dos câmbios de carbono. Algumas dessas pessoas são Barack Obama, Bill e Hillary Clinton, Bill Gates, e Al Gore, que ao contrário da percepção que a maioria de nós tem, é um dos maiores accionistas em empresas petrolíferas em todo o mundo.

 

O Forum Económico Davos já pediu que fosse criado um fundo para lidar com as alterações climáticas para o qual todos os países iriam contribuir cerca de 7 mil biliões de dólares por ano durante 10 anos através de taxas de carbono. Este fundo seria depois gerido por pessoas não eleitas pelo povo.

 

O banco de ideias Clube de Roma, do qual o dono da TVI, Nicolas Berggruen, faz parte, é uma instituição conhecida por criar ideias políticas sobre o ambiente que mais tarde são adotadas pelos países membros da Organização das Nações Unidas, da qual Portugal faz parte, já que o Clube de Roma é um consultor das Nações Unidas.

 

Num excerto de uma das suas publicações de 1990 “A Primeira Revolução Global”, página 75, lê-se:

“O inimigo comum da humanidade é o Homem. Na busca por um novo inimigo para nos unir, nós tivemos a ideia de que a poluição, a ameaça do aquecimento global, a escassez de água, a fome e outros tais exemplos serviriam esse propósito. Todos estes perigos são causados por intervenção humana, e é apenas através da mudança de atitudes e comportamentos que podem ser superados. O verdadeiro inimigo é então a própria humanidade.”

Ao contrário do que é dito pelos líderes de vários países e até da comunidade científica, não há consenso na comunidade científica em como o dióxido de carbono emitido pela atividade humana está a causar um aquecimento do planeta.

 

Edward Snowden, antigo analista da NSA (Agência Nacional de Segurança dos EUA), desertou há poucos anos da agência levando documentos oficiais consigo para a Rússia, onde escolheu ir para não ser deportado para os EUA e ser julgado como traidor por ter revelado como a NSA tem estado a espiar toda a população mundial criminosamente.

 

Snowden disse numa recente entrevista à Tribuna Moscovita que tem documentos que provam que a CIA (agência de serviços de informação dos EUA) deliberadamente orquestrou o mito do aquecimento global nos anos 50 com o objetivo de desviar a atenção da comunidade científica dos perigos da corrida ás armas nucleares da altura e para solidificar o seu controlo sobre as instituições de pesquisa científica.

“Tenho documentos que mostram que a CIA inventou tudo isto,”

“O aquecimento global foi inventado para assustar as pessoas, e também para as distrair de outros perigos como as armas nucleares.”

“A CIA deu milhões de dólares a qualquer cientista que confirmasse a teoria, muitos cientistas sem escrúpulos fizeram o que lhes foi mandado para receber o dinheiro. Hoje existe tanta informação falsa para confirmar que o aquecimento global “existe”, que já convenceram toda a gente que é real.”

Repsol, Galp Energia, Eni, Partex, Kosmos Energy, Australis Oil & Gas e Portfuel são empresas de energia a que, sozinhas ou em consórcios, foram concessionadas um total de 15 áreas em Portugal, tanto deep offshore (zona imersa profunda) como onshore (zona emersa), por parte da Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis. E a expectativa destas empresas é positiva.

 

Nem as energias alternativas nem o acordo de Paris serão suficientes para travar a exploração, produção e a continuação do petróleo como principal fonte de energia. “O crescente consumo energético a nível mundial justifica o continuado interesse na procura de novos recursos”, disse fonte oficial da Repsol. O presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, não tem dúvidas: “Vai continuar a consumir-se muito petróleo.”. Ele também não duvida que “há informação geológica, no Algarve e Alentejo, que revela a existência de boas condições para haver algum potencial de prospeção e perfuração”.

 

Afinal, segundo estas empresas do setor das energias consideradas poluentes, não só o nível de consumo dessas energias se vai manter, como Portugal vai ser o próximo território a ser explorado, ao contrário do que a maioria de nós esperava que fosse acontecer na sequência do acordo de Paris.

 

Parece então que este acordo de Paris não vai diminuir a emissão de gases poluentes e de efeito de estufa nem impedir que se inicie uma explosão em exploração suja de energia suja no nosso país. O que o acordo vai certamente fazer é obrigar os habitantes dos 195 países que assinaram o acordo a pagarem mais por energia, seja ela verde ou não, e vai criar riqueza exorbitante ás mesmas pessoas que promoveram o movimento climático nos últimos anos, através das suas quotas em centros de câmbio de CO2 por onde todas as taxas de CO2 vão ser canalizadas.

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