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Chave Mestra

Chave Mestra

Relatório que acusa Rússia de ter atacado informaticamente o Partido Democrata nos EUA perde crediblidade e FBI nunca foi permitido investigar servidores do partido - comunicação social ignora

Relatorio que acusa Russia de ter atacado informat

 

O relatório foi escrito por uma empresa de ciber-segurança pro-Hillary e anti-Trump que foi a única entidade permitida pelo Partido Democrata a investigar os seus servidores (máquinas que guardam informação com acesso pela internet, como emails) depois de informação neles contida ter sido roubada por alguém durante as presidenciais americanas e depois publicada na internet pela Wikileaks, expondo crimes, corrupção e controlo do partido sobre vários órgãos da comunicação social.

 

A empresa em questão, CrowdStrike, tinha concluído no seu relatório que os ataques contra o Partido Democrata tinham sido cometidos por indivíduos do grupo "Fancy Bear" ligado aos serviços de informação russos. Mas segundo a organização de notícias Voice of America noticiou no dia 24 de Março, a CrowdStrike viu-se agora obrigada a voltar atrás nas suas conclusões num caso diferente (ataque informático contra armamento ucraniano) em que culpam o mesmo grupo "Fancy Bear" pelo ataque e onde se baseiam em fontes do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos.

 

Este instituto disse à Voice of America que nunca forneceram à Crowd Strike as informações que a empresa de ciber-segurança utilizou para exagerar a gravidade do ataque informático contra o armamento ucraniano - howitzers. Isto põem em causa a credibilidade das suas conclusões tanto neste caso como no caso do suposto ataque aos servidores do Partido Democrata já que o mesmo grupo "Fancy Bear" é considerado culpado.

 

Em ambos os casos o grupo "Fancy Bear" é considerado pela CrowStrike como o responsável pelos ataques informáticos por ter sido encontrado malware (tipo de arma informática) pertencente ao grupo "Fancy Bear" nos aparelhos que sofreram os ataques.

 

É sabido, e admitido por qualquer perito em ciber-segurança, incluindo um dos melhores como John McAfee, que um ataque por parte de um governo é sempre altamente sofisticado e não deixa rastos ou "impressões digitais" que permitam rastrear o ataque até ao verdadeiro culpado. Tais provas, quando deixadas, têm o objectivo de desviar o rastro para uma entidade inocente e que pode ser escolhida com a intenção de ser incriminada.

 

É também sabido, depois da recente divulgação por parte da Wikileaks de documentos confidenciais da CIA "Vault 7" que a comunicação social se recusa a noticiar apesar de ser a maior fuga de documentos de sempre e altamente reveladora, que a CIA tem a capacidade de atacar e penetrar servidores e fazer parecer com que outra entidade cometeu os ataques.

 

O FBI já disse em várias ocasiões, incluindo através do seu director James Comey durante a recente audição perante o Congresso americano, que o Partido Democrata os impediu repetidamente de investigar os seus servidores e a única informação a que tiveram acesso foi a contida no relatório da CrowdStrike, e foi a partir deste que concluíram que a Rússia tinha tentado interferir nas eleições presidenciais americanas de modo a favorecer Donald Trump.

 

Toda esta informação tem sido propositadamente ignorada pela comunicação social que noticia quaisquer alegações que a Rússia influenciou as eleições dos EUA de forma a eleger Donald Trump, e que Donald Trump e elementos da sua campanha têm ligações ao governo russo.

 

Quaisquer alegadas provas nas quais tais acusações se têm baseado têm vindo a ser expostas como não existentes, falsas ou altamente duvidáveis como neste caso do suposto ataque aos servidores do Partido Democrata por parte do governo Russo baseado num relatório escrito por uma empresa de ciber-segurança agora exposta como de credibilidade questionável e escolhida a dedo pelo Partido Democrata para ser a única entidade a investigar os seus servidores. E isto acrescentando ao facto de ser uma empresa pro-Hillary e anti-Trump se olharmos para a origem do seu financiamento.

 

Ao mesmo tempo, qualquer ligação de membros do Partido Democrata ao governo russo está a ser ignorada pela comunicação social, como a venda por parte de Hillary Clinton enquanto Secretária de Estado de 20% do urânio (elemento utilizado em armas nucleares) americano ao governo russo e pelo qual recebeu milhões na Fundação Clinton, ou os pagamentos recebidos pelo director de campanha de Hillary Clinton enquanto membro do governo Obama em forma de acções de uma empresa estatal russa e os quais nunca declarou.